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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Meditações para o Santo Natal - 6º dia da Novena

Ò Chave de David e cetro da casa de Israel,que abris e ninguém pode fechar, fechais e ninguém pode abrir: vinde, libertai das prisões os cativos que vivem nas trevas e na sombra da morte.
Preparando-nos para a festa de Natal, nós pensamos nos justos do Antigo Testamento que esperaram a primeira vinda do Messias. Lemos os oráculos de seus profetas, cantamos seus salmos e recitamos suas orações. Mas nós não fazemos isto pondo-nos em seu lugar como se o Messias ainda não tivesse vindo, mas para apreciar melhor o dom da salvação que nos trouxe. O Advento para nós é um tempo real. Podemos recitar com toda verdade a oração dos justos do AT e esperar o cumprimento das profecias porque estas ainda não se realizaram plenamente; se cumprirão com a segunda vinda do Senhor. Devemos esperar e preparar esta última vinda.
No realismo do Advento podemos recolher algumas atualizações que oferecem realismo à oração litúrgica (...) a Igreja ora por um Advento pleno e definitivo, por uma vinda de Cristo para todos os povos da terra que ainda não conheceram o Messias ou não reconhecem ainda ao único Salvador. A Igreja recupera no Advento sua missão de anúncio do Messias a todas as gentes e a consciência de ser "reserva de esperança" para toda a humanidade, com a afirmação de que a salvação definitiva do mundo deve vir de Cristo com sua definitiva presença.Na feliz subordinação de Maria a Cristo e na necessária união com o mistério da Igreja, Advento é o tempo da Filha de Sião, Virgem da espera que no "Fiat" antecipa o Marana thá da Esposa; como Mãe do Verbo Encarnado.
fonte :Aci Digital
SEXTO DIA

Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudes na comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


Texto Bíblico: (para meditação) São Lucas II,1-20


“E naqueles dias, saiu um édito de César Augusto, para que se fizesse o recenseamento de todo o mundo. Este primeiro recenseamento foi feito por Cirino, governador da Síria. E iam todos recensear-se, cada um à sua cidade. E José foi também da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, que se chamava Belém, porque era da casa da família de Davi, para se recensear juntamente com Maria, sua esposa, que estava grávida. E estando ali, aconteceu completarem-se os dias em que devia dar à luz. E deu à luz o seu filho primogênito e o enfaixou e reclinou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem. Ora, naquela mesma região, havia uns pastores que velavam e faziam de noite a guarda ao seu rebanho, E eis que apareceu junto deles um anjo do Senhor e a claridade de Deus os cercou, e tiveram grande temor. Porém o anjo disse-lhes: Não temais; porque eis que vos anuncio uma grande alegria, que terá todo o povo. Nasceu-vos na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor, E eis o sinal: encontrareis um menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.

E subitamente apareceu com o anjo uma multidão da milícia celeste, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens de boa vontade. E depois que os anjos se retiraram deles para o céu, os pastores diziam entre si: vamos até Belém e vejamos o que lá sucedeu e o que é que o Senhor nos manifestou. E foram com grande pressa e encontraram Maria e José e o menino, deitado na manjedoura. E vendo isto, conheceram o que lhes tinha sido dito acerca deste menino. E todos os que ouviram, se admiravam das coisas que lhes diziam os pastores. Ora, Maria conservava todas estas coisas, meditando-as no seu coração. E os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, conforme lhes tinha sido dito.”

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