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domingo, 26 de abril de 2009

26 de Abril - Festa de Jesus bom Pastor



"A santidade da Esposa de Cristo sempre se demonstrou - como hoje continua a demonstrar-se - pela abundância de bons pastores. Mas a fé cristã, que nos ensina a ser simples, não nos induz a ser ingênuos. Há mercenários que se calam, e há mercenários que pronunciam palavras que não são de Cristo. Por isso, se porventura o Senhor permite que fiquemos às escuras, mesmo em coisas de pormenor; se sentimos que a nossa fé não é firme, recorramos ao bom pastor, àquele que entra pela porta, exercendo o seu direito, àquele que - dando a vida pelos outros - quer ser, na palavra e na conduta, uma alma enamorada: talvez um pecador também, mas que confia sempre no perdão e na misericórdia de Cristo.

Se a nossa consciência nos reprova alguma falta - mesmo que não nos pareça grave -, se estamos em dúvida, recorramos ao Sacramento da Penitência. Iremos ao sacerdote que nos atende, àquele que sabe exigir de nós firmeza na fé, delicadeza de alma, verdadeira fortaleza cristã. A Igreja concede-nos a mais plena liberdade para nos confessarmos com qualquer sacerdote que possua as legítimas licenças; mas um cristão de vida clara procura - livremente - aquele que reconhece como bom pastor, e que pode ajudá-lo a levantar os olhos para tornar a ver no alto a estrela do Senhor. (É Cristo que passa, 34)

Convence-te: necessitas formar-te bem, com vistas a essa avalanche de gente que se jogará sobre nós, com a pergunta precisa e exigente: – “Bom, o que há que fazer?”.

Jesus está junto do lago de Genesaré e as multidões comprimem-se à sua volta, ansiosas por ouvir a palavra de Deus (Lc V, 1.). Tal como hoje! Não estais vendo? Andam desejosas de ouvir a palavra de Deus, embora o dissimulem exteriormente. Talvez este ou aquele se tenha esquecido da doutrina de Cristo; outros – sem culpa própria – nunca a aprenderam, e vêem a religião como algo estranho. Mas convencei-vos de uma realidade sempre atual: chega sempre um momento em que a alma não pode mais, em que não lhe bastam as explicações habituais, em que não a satisfazem as mentiras dos falsos profetas. E, mesmo que nem então o admitam, essas pessoas sentem fome de saciar a sua inquietação com os ensinamentos do Senhor. (Amigos de Deus, 260)

São José Maria Escrivá

Fonte : Opus Dei

Festa do Bom Pastor - 26/04/09


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