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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O Valor da Santa Missa no Sufrágio das Almas...


A Santa Missa é o sacrifício de expiação por excelência. É a renovação do Calvário, que salvou o gênero humano. Na Missa colocou a Igreja a memória dos mortos, e isso no momento mais solene, em que a divina Vítima está presente sobre o altar. É a melhor, a mais eficaz, a mais rápida maneira de aliviar e libertar as almas dos nossos queridos mortos.

Certa feita, celebrando a Missa em uma igreja de Roma, São Bernardo caiu em êxtase e viu uma escada que ia da terra ao céu, pela qual os anjos conduziam as almas libertadas do purgatório em virtude do santo sacrifício. Nessa Igreja - Santa Maria Escada do Céu - há um quadro que representa essa visão.

Não há maior socorro às almas, diz Guerranger, que a Santa Missa: A Missa é a esperança e a riqueza das almas. Podemos duvidar do valor de nossas orações; mas da eficácia do Santo Sacrifício, no qual se oferece o Sangue de Jesus pelas almas, que dúvida podemos ter?

Ao Beato João D'Avila, nos últimos instantes de vida, Perguntaram o que mais desejaria depois da morte. Missas! Missas!

Ao Beato Henrique Suzo apareceu depois da morte um amigo íntimo gemendo de dor e a se queixar: "Ai, já te esqueceste de mim".

- Não, meu amigo, responde Henrique, não cesso de rezar pela tua alma, desde que morreste.
- Ó, mas isto não me basta, não basta! Falta-me para apagar as chamas que me abrasam o Sangue de Jesus Cristo.

Henrique mandou celebrar inúmeras Missas pelo amigo. Este lhe apareceu então já glorificado e lhe diz: "Meu querido amigo, mil vezes agradecido. Graças ao Sangue de Jesus Cristo Salvador, estou livre das chamas expiadoras. Subo ao céu e lá nunca te esquecerei”.

A cada missa, diz São Jerônimo, saem muitas almas do purgatório. E não sofrem tormento algum durante a Missa que lhes é aplicadas.


São Vicente Ferrer tinha uma irmã frívola e vaidosa. Vindo a falecer, apareceu-Ihe em meio de chamas e sofrendo penas horríveis. "Ai de mim, meu irmão, fui condenada a estes suplícios até o dia do JuIzo. Mas tu poderás ajudar-me. É de grande valia a virtude do santo sacrifício. Oferece por mim trinta missas".

Mais que depressa, pôs-se o santo a celebrá-las. No 30° dia, apareceu-Ihe a irmã cercada de anjos a caminho do céu.

"Graças à valia da Santa Missa ficou reduzida a 30 dias uma expiação que deveria durar séculos".


Certo homem de negócios juntava a todos os meses o montante de suas despesas a soma necessária para mandar celebrar, todos os dias; missas pelas almas. Eis como dizia ele: - Fui recompensado: Desde que coloquei em minha casa um cofre destinado a estas esmolas, essas almas trabalham por mim.

Depois da Missa... A Comunhão

Não há sufrágio mais poderoso, depois da Santa Missa, para socorrer as almas, que a santa comunhão, diz São Boaventura.

A Eucaristia é um sacramento de descanso e paz para os defuntos, diz Santo Ambrósio. Eco mesmo afirmam S. Cirilo e S. João Crisóstomo. Procuremos fazer boas comunhões lembrando-nos que quanto melhor as fizermos tanto mais aliviaremos os mortos.

E célebre a sentença do Papa Alexandre VI: "Todo que reza, e muito mais ainda quem comunga pelas almas, com o desejo de ajudá-Ias, as obriga a gratidão e remuneração”.

O Papa Paulo V estimulou a prática das comunhões pelas almas padecentes.

O Venerável Luiz Blois tendo feito uma comunhão muito fervorosa por um amigo que sofria no purgatório, recebeu a sua visita, com estas palavras: "Graças, mil graças, meu amigo. Vou contemplar a face de meu Deus para sempre”.

"Ó irmãos! Ó amigos! Pois que há tanto tempo vos aguardamos, e vós não vindes; vos chamamos e não respondeis; sofremos tormentos que não tem iguais, e não vos compadeceis; gememos e não consolais".



fonte : almasdopurgatorio.com.br

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Luto pelo falecimento do Rev. Pe. José Paulo Vieira

Padre José Paulo Vieira

1955 + 2009


Nós os católicos tradicionais, membros da Administração Apostólica São Maria Vianney estamos de luto. Perdemos um grande sacerdote.
Nota de falecimento publicado no site oficial da Administraçâo Apostólica:

"Com muito pesar comunicamos o falecimento do Revmo. Pe. José Paulo Vieira, da Administração Apostólica Pessoal S. João Maria Vianney, pároco em Bom Jesus do Itabapoana. Pe. José Paulo faleceu hoje, 02 de novembro, em Bom Jesus, por volta das 08:30, vítima de um infarto fulminante.


Os funerais serão celebrados amanhã, 03 de novembro, à 08:00, por Sua Exa. Dom Fernando Arêas Rifan, na Igreja do Senhor Bom Jesus Crucificado, em Bom Jesus do Itabapoana.Pe. José Paulo nasceu aos 04 de julho de 1955, na zona rural de Itaperuna. Foi ordenado sacerdote em 30 de novembro de 1986. Trabalhou em Santo Antonio de Pádua até 1990, quando foi para Bom Jesus do Itabapoana, como auxiliar e depois substituto de Monsenhor Franciso Apoliano.


Manifestamos à senhora sua mãe, Dona Mercedes e a todos os seus irmãos, cunhados, sobrinhos e demais familiares, bem como a todos os seus paroquianos, nossos mais sentidos pêsames, elevando ao Coração do Senhor Bom Jesus, pelo Coração de Maria, nossas orações suplicando que o zeloso Pe. José Paulo possa receber a recompensa pelo amor, dedicação e fidelidade com que viveu seu sacerdócio até o último momento.


Pela Administração Apostólica S. João Maria Vianney,

Pe. Gaspar Samuel Coimbra Pelegrini, Reitor do Seminário. "

Fidelium animae per misericordiam Dei,

Requiescant in pace.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

2 de Novembro - Fieis Defuntos

"... é um pensamento santo e salutar rezar pelos defuntos para que sejam perdoados de seus pecados" (2 Mac 12,46)

A comemoração dos fiéis defuntos leva aos cemitérios de todo o mundo uma multidão. Vão os que crêem e, também, os incrédulos, para reverenciar seus mortos e, quem tem fé, por eles rezar. Desde o início da Igreja os cristãos costumavam visitar os túmulos de seus mortos, muitos, mártires da Fé e na mais remota Antigüidade, durante todo o ano, há ofícios fúnebres, missas exéquias e outras simples celebrações religiosas, recordando na prece os que nos antecederam na casa do Pai. Nós lembramos nossos parentes e amigos falecidos normalmente no dia em que foram chamados para o céu. Porém, há uma outra data, a de 2 de novembro, que vigora em muitas partes do mundo, independentemente de crença religiosa.

''Orando pelos mortos, a Igreja contempla, antes de tudo, o mistério da Ressurreição de Cristo, que nos obtém a vida eterna''. A partir dessa Abadia, difundiu-se, pouco a pouco, por todo o universo o costume de, nessa data, interceder junto a Deus, solenemente, pelos defuntos ou homenageá-los. Santo Odilon chamou esse evento a ''Festa dos Mortos''.



Diz o ''Catecismo da Igreja Católica'' (nº 2635): ''Interceder, pedir em favor de outro, desde Abraão, é próprio de um coração que está em consonância com a misericórdia de Deus. No tempo da Igreja, a intercessão cristã participa da de Cristo: é a expressão da comunhão dos santos! São Paulo assim exortava os Filipenses (2,3-5): ''Nada façais por espírito de partido ou vanglória, mas com humildade, considerando os outros superiores a vós mesmos''.


A Comemoração Universal dos Mortos nos adverte contra qualquer forma de reencarnação. A crença católica é clara. Lemos em Hebreus (9,27): ''É um fato que os homens devem morrer uma só vez, depois do que vem o julgamento''. O Concílio Vaticano II, na Constituição Dogmática ''Lumen Gentium'' (nº 48) é categórico: ''Vigiemos constantemente, a fim de que no termo de nossa vida sobre a terra, que é só uma, mereçamos entrar com Ele para o banquete (...) e ser contados entre os eleitos''. A idéia de existências sucessivas faz parte de algumas religiões orientais, como o hinduismo e o budismo, estando presente também na Grécia. Nos tempos modernos, é defendida em muitos ambientes. A doutrina cristã sobre o assunto é matéria de Fé. A obra divina da salvação dos homens tem valor infinito. Não necessita de repetição da vida humana para alcançar a salvação, oferecida a todos por Cristo, no Calvário. O Concílio (''Gaudium et Spes'', 18) reconhece: ''Diante da morte, o enigma da condição humana atinge o clímax''. O que é impossível compreender pela razão, limitada, torna-se claro à luz da Fé. Cristo, na cruz, venceu a morte. O fim terreno do ser humano se transforma em uma eternidade feliz.



A Constituição Pastoral ''Gaudium et Spes'' é clara: ''Para qualquer homem que reflete, apresentada com argumentos sólidos, a Fé dá resposta à sua angústia sobre a sorte futura'' (idem). Há uma expressão de Santa Teresinha do Menino Jesus de uma extraordinária eloqüência e valor: ''Eu não morro, entro na vida''. Na sua Mensagem por motivo da Comemoração dos Defuntos, o Papa João Paulo II diz: ''Para as almas do purgatório, a espera da felicidade eterna, do encontro com o Bem-Amado, é fonte de sofrimentos por causa da pena devida ao pecado, que mantém longe de Deus'' (nº 4). A nós que ainda não fomos chamados pelo Pai, resta a certeza de que, terminado o tempo da purificação no purgatório, dar-se-á nosso encontro definitivo com Deus. Além dessa verdade, uma outra deve ser recordada no Dia de Finados: é a possibilidade de ajudar nossos mortos.


Diz o Concílio de Trento (Decreto sobre o Purgatório): ''A Igreja acredita que as almas que estão retidas no purgatório ''são ajudadas pela intercessão dos fiéis e sobretudo pelo sacrifício propiciatório do altar''. O Santo Padre João Paulo II tem, nessa matéria, uma palavra de estímulo: ''Encorajo, pois, os católicos a orarem com fervor pelos defuntos, por aqueles das suas famílias e por todos os nossos irmãos e irmãs que morreram, a fim de obterem a remissão das penas devidas aos seus pecados e ouvirem o apelo do Senhor: ''Vem (...) ao repouso eterno''.



São Paulo (I Tessalonicense 4,14): ''Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também os que morreram em Jesus, Deus há de levá-los em sua companhia''. A certeza da morte é indiscutível. O ser humano se interessa sobre seu futuro após a existência terrena. Essa realidade, à qual ninguém pode fugir, reduz a uma dimensão extraordinariamente curta todos os bens terrenos. Em sua busca, muitos lutam com ardor, deixam de lado os valores eternos, quando somente estes podem trazer a verdadeira felicidade ao coração do homem, ainda aqui na terra.


O silêncio dos sepulcros nos fala de modo eloqüente, da vida agitada, do ruído das festas pecaminosas, do ardor das paixões que ofendem a lei de Deus. Tudo passou tão rápido! A eternidade, porém, jamais termina. Essas considerações por ocasião de Finados, quando iluminadas pela luz da Fé suscitam em nós algo de fundamental: a esperança, que traz a certeza de que temos um Pai que tudo sabe e tudo pode. Através da realidade da morte, Ele nos fala, convidando-nos a uma vida cristã, consciente e fecunda.
fonte : Universo Católico

domingo, 1 de novembro de 2009

1º de Novembro - Festa de todos os Santos



" As mensagens que a festa de todos os santos e santas deixa para os fiéis são as mais consoladoras possíveis e também profundamente instigantes para a existência dos cristãos. Os pensamentos e desejos se voltam para a Jerusalém celeste onde já se encontram todos aqueles que amaram e serviram a Deus neste exílio terreno e lá já receberam o prêmio de suas boas obras. Trata-se de uma vigorosa afirmação alicerçada na fé de que há um outro mundo bem perto de cada um, separado tão somente pela noção do tempo. Os que atingiram o céu vivem no mundo do Eterno. Pelo dogma da comunhão dos santos nesta solenidade a Igreja peregrina da terra se une ainda mais intensamente aos irmãos glorificados junto do Ser Supremo.




Eles corresponderam ao projeto salvífico do Pai através do sacrifício de Cristo e sob a iluminação do Divino Espírito santo, correspondendo sempre às graças recebidas. Deste modo a festividade dedicada aos que já se acham na posse da bem-aventurança perene é um convite a que se desprenda das veleidades terrenas e se volte inteiramente para as realidades futuras. Com a transformação dos espinhos da vida em pérolas preciosas para a eternidade, passando os dias na observância total, integral dos Mandamentos divinos, quem acredita nas promessas bíblicas não trepida, não teme a morte e vive na casa da fulgente esperança! Ecoam as palavras sublimes de São Paulo: “A nossa presente tribulação, momentânea e ligeira, nos proporciona um peso eterno de glória incomensurável. Porque não miramos as coisas que se vêem, mas sim as que não se vêem. Pois as coisas que se vêem são temporais e as que não se vêem são eternas ( 2 Cor 4,17).




Eis por que acrescenta o mesmo Apóstolo: “Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada (Rm 8,18). São João no Apocalipse contemplou a multidão de pessoas que foram purificadas pelo sangue valiosíssimo do Cordeiro. Ultrapassada a barreira da peregrinação chegaram ao término glorioso de uma ventura sem fim. Celebra-se deste modo a Cidade do Alto onde estão reunidos os eleitos para glorificarem a Deus por todo sempre. É uma imersão no mundo maravilhoso de um amanhã feliz, no qual todos são reflexos de Cristo Ressuscitado. Da Casa do Pai parentes e amigos acenam, pedindo que não se deixe cada um levar pelas ilusões mundanas.




Eles tiveram um encontro com Cristo nos caminhos da vida terrena, foram fiéis ao chamamento do Mestre e agora gozam de sua companhia na ultravida que não acabará nunca. Eles compendiaram em si mesmos as Bem-aventuranças proclamadas por Cristo, viveram em função delas e agora recebem o galardão de sua fidelidade. Viveram continuamente na presença de Deus e atualmente O adoram numa dita sempiterna na pátria definitiva. Deste modo a solenidade de todos os Santos é um apelo à santidade existencial, afastando todos os fúteis pretextos que o Inimigo possa apresentar. A exemplo dos que conquistaram a coroa eterna é preciso confiar sempre na proteção divina. Cumpre que cada cristão se santifique no cumprimento do dever de cada dia. A todos Deus cumulou de qualidades especiais e únicas que devem ser exploradas na edificação própria e dos outros e aí está o segredo da perfeição cristã.




A meta é estar um dia na mansão celestial onde, segundo São João, “não haverá mais noite nem terão (os eleitos) necessidade da luz de lâmpada nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles e reinarão por todos os séculos” (Ap 22,4-5). Portanto, mister se faz uma luta contínua para escapar da condenação eterna e chegar ao porto da salvação. Cristo operou a redenção universal, mas quer a cooperação de cada um e todo cuidado é pouco. Santo Agostinho deixou este lembrete: “Aquele que te salvou sem ti, não te salvará sem ti”. Cumpre trabalhar pela conquista do céu como o fizeram os santos que lá já se acham, porque trilharam as veredas traçadas pelo Filho de Deus.As mensagens que a festa de todos os santos e santas deixa para os fiéis são as mais consoladoras possíveis e também profundamente instigantes para a existência dos cristãos. Os pensamentos e desejos se voltam para a Jerusalém celeste onde já se encontram todos aqueles que amaram e serviram a Deus neste exílio terreno e lá já receberam o prêmio de suas boas obras. Trata-se de uma vigorosa afirmação alicerçada na fé de que há um outro mundo bem perto de cada um, separado tão somente pela noção do tempo.




Os que atingiram o céu vivem no mundo do Eterno. Pelo dogma da comunhão dos santos nesta solenidade a Igreja peregrina da terra se une ainda mais intensamente aos irmãos glorificados junto do Ser Supremo. Eles corresponderam ao projeto salvífico do Pai através do sacrifício de Cristo e sob a iluminação do Divino Espírito santo, correspondendo sempre às graças recebidas. Deste modo a festividade dedicada aos que já se acham na posse da bem-aventurança perene é um convite a que se desprenda das veleidades terrenas e se volte inteiramente para as realidades futuras. Com a transformação dos espinhos da vida em pérolas preciosas para a eternidade, passando os dias na observância total, integral dos Mandamentos divinos, quem acredita nas promessas bíblicas não trepida, não teme a morte e vive na casa da fulgente esperança! Ecoam as palavras sublimes de São Paulo: “A nossa presente tribulação, momentânea e ligeira, nos proporciona um peso eterno de glória incomensurável. Porque não miramos as coisas que se vêem, mas sim as que não se vêem. Pois as coisas que se vêem são temporais e as que não se vêem são eternas ( 2 Cor 4,17). Eis por que acrescenta o mesmo Apóstolo: “Tenho para mim que os sofrimentos da presente vida não têm proporção alguma com a glória futura que nos deve ser manifestada (Rm 8,18). São João no Apocalipse contemplou a multidão de pessoas que foram purificadas pelo sangue valiosíssimo do Cordeiro.




Ultrapassada a barreira da peregrinação chegaram ao término glorioso de uma ventura sem fim. Celebra-se deste modo a Cidade do Alto onde estão reunidos os eleitos para glorificarem a Deus por todo sempre. É uma imersão no mundo maravilhoso de um amanhã feliz, no qual todos são reflexos de Cristo Ressuscitado. Da Casa do Pai parentes e amigos acenam, pedindo que não se deixe cada um levar pelas ilusões mundanas. Eles tiveram um encontro com Cristo nos caminhos da vida terrena, foram fiéis ao chamamento do Mestre e agora gozam de sua companhia na ultravida que não acabará nunca. Eles compendiaram em si mesmos as Bem-aventuranças proclamadas por Cristo, viveram em função delas e agora recebem o galardão de sua fidelidade. Viveram continuamente na presença de Deus e atualmente O adoram numa dita sempiterna na pátria definitiva. Deste modo a solenidade de todos os Santos é um apelo à santidade existencial, afastando todos os fúteis pretextos que o Inimigo possa apresentar. A exemplo dos que conquistaram a coroa eterna é preciso confiar sempre na proteção divina. Cumpre que cada cristão se santifique no cumprimento do dever de cada dia.




A todos Deus cumulou de qualidades especiais e únicas que devem ser exploradas na edificação própria e dos outros e aí está o segredo da perfeição cristã. A meta é estar um dia na mansão celestial onde, segundo São João, “não haverá mais noite nem terão (os eleitos) necessidade da luz de lâmpada nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles e reinarão por todos os séculos” (Ap 22,4-5). Portanto, mister se faz uma luta contínua para escapar da condenação eterna e chegar ao porto da salvação. Cristo operou a redenção universal, mas quer a cooperação de cada um e todo cuidado é pouco. Santo Agostinho deixou este lembrete: “Aquele que te salvou sem ti, não te salvará sem ti”. Cumpre trabalhar pela conquista do céu como o fizeram os santos que lá já se acham, porque trilharam as veredas traçadas pelo Filho de Deus.


fone : catolica.net

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