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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Oitava do Santo Natal

Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus
Oitava do Natal

Maria guardava cuidadosamente todos estes fatos e meditava sobre eles no seu coração”.

Leituras: Nm 6, 22 – 27; Gl 4, 4 -7; Lc 2, 16 – 21

"No oitavo dia da solenidade do Natal, no cume, por assim dizer, do dinamismo vital com que o Espírito Santo fecundou a Bem-Aventurada Virgem, a Igreja contempla e celebra na fé e na alegria o mistério de Maria, Mãe de Deus e Mãe da Igreja e da nova humanidade renascida em Cristo. 

Durante o tempo do Advento, a liturgia ficou repetindo todos os dias a saudação do anjo: “Maria, alegra-te, ó cheia de graça, o Senhor está contigo; és bendita entre todas as mulheres da terra” (Liturgia das Horas: Antífona da Hora média; cf Lc 1, 28; 42). 


A virgem Maria é saudada pelo anjo, e celebrada pela Igreja, como aquela que de maneira única está portando no seio e irradia ao redor de si mesma a graça de Deus feita pessoa, o Filho do Altíssimo que já no seu próprio nome, Jesus, indica sua profunda identidade e sua missão: revelar a benevolência do Pai, salvar e resgatar do mal toda a humanidade e abrir novamente para ela o caminho para a casa do Pai. Maria, Mãe de Deus, participa também na geração da nova humanidade, cujas primícias é a pessoa do próprio Jesus (cf. Rm 5, 15-19). 


Deus continua seguindo o critério da simplicidade, da fraqueza, do “esvaziamento” (cf. Fil 2, 6-11); critério este, escolhido desde o início para se manifestar e atuar na história. Ele suscita a resposta livre da fé por parte de todos os parceiros que chama para colaborar na sua obra redentora. Assim como fez com Abraão, pai dos crentes, com os patriarcas e com os profetas, do mesmo modo atua com Maria e com José. Ao cumprir-se o tempo estabelecido por Deus de realizar seu projeto de salvação, não envia seu Filho do céu, em maneira espetacular, mas Ele “nasce de mulher” como todo homem, e está inserido na história gloriosa e ambígua do povo de Israel, destinatário primeiro da aliança e portador da esperança para todos os povos (cf. 2ª leitura - Gl 4, 4-5). 


O lugar onde se cumprem as promessas de Deus e se manifesta a sua potência que salva não é a nobre cidade de Jerusalém, nem o lugar sagrado do templo, mas o menino recém-nascido, deitado numa manjedoura. Somente os pobres e os simples de coração, afinados com Deus, como os pastores, conseguem receber o surpreendente anúncio do céu e acreditar nele. Os pastores de Belém representam os pobres de todos os tempos, no solícito caminho rumo ao menino, assim como na capacidade de reconhecer com estupor no recém nascido da manjedoura, o Salvador esperado pelo povo e anunciado pelos anjos. Pela luz interior que os acompanha, eles se tornam “anunciadores da boa nova” até para aqueles que se encontram junto do menino, suscitando maravilha mesmo nos pais dele (Lc 2, 16-18). 


Para todos os efeitos, Jesus, o Filho do Pai, é também o filho do seu povo, da experiência humana, espiritual e cultural de sua gente, do seu tempo. O papa João Paulo II, na sua histórica visita à sinagoga de Roma (1986), quis lembrar a todos os cristãos que os judeus são nossos “irmãos maiores”, e que desta carne nasceu Jesus. Ao seguir a novidade produzida pelo próprio Jesus, não podemos esquecer as raízes judaicas da experiência cristã. É a fidelidade ao mistério da Encarnação que exige de nós tal atenção. O esquecimento desta perspectiva não é estranho aos devastadores critérios que ao longo dos séculos marcaram infelizmente as relações entre cristãos e judeus, até a Shoa, o holocausto do povo judeu, ocorrido no século passado. 


Neste povo e nesta história santa o menino Jesus é inserido plenamente com o rito simbólico da circuncisão ao oitavo dia depois do nascimento, - como lembra o Evangelho de hoje - quando recebe o “nome” escolhido por Deus e preanunciado pelo anjo. Assim como acontecia nos tempos de Jesus, ocorre ainda hoje no povo de Israel a circuncisão com os meninos recém-nascidos. 


Os profetas (cf Jr 4,4), assim como o Novo Testamento, reivindicam a dimensão interior da circuncisão, a “circuncisão do coração”, enquanto sinal da aliança e da fidelidade ao Senhor. Paulo ensina com vigor que a autêntica circuncisão que faz o verdadeiro Israel, é a do coração (cf Rm 2, 25 - 27;  Gl 5,5). Por isso a profissão de fé em Jesus e o batismo, desde muito cedo, irão substituir o sagrado e antigo rito judaico para os discípulos de Cristo, o realizador da nova aliança. Mas o apóstolo admoesta sempre que somente uma vida animada e guiada pelo Espírito de Cristo, faz dos discípulos, autênticos “circuncidados no coração” e “batizados” no Senhor. A este mundo humano e espiritual Jesus é introduzido gradualmente por Maria e José, aos quais fica submetido em filial obediência, enquanto cresce em vigor físico e sabedoria espiritual, e ao mesmo tempo vai abrindo seu próprio caminho para cumprir sua vocação e missão pessoal ao serviço do Pai.  


Na Sagrada Família, como em toda família que acredita no Senhor, todos juntos e cada um de parte sua, Maria, José e Jesus, estão aprendendo dia após dia seu caminho, buscando descobrir e seguir a vontade de Deus. À materna preocupação manifestada por Maria ao encontrá-lo no templo de Jerusalém três dias depois ter se afastado da família, Jesus responde: “Por que me procuráveis? Não sabíeis que devo estar na casa de meu Pai? Eles, porém, não compreenderam a palavra que ele lhes dissera. Desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua mãe, porem, conservava lembrança de todos estes fatos em seu coração” (Lc 2, 49-51). 


A maternidade de Maria é dom sublime de Deus. Mas é também uma aprendizagem progressiva na fé e no amor, que alcançará sua plenitude aos pés da cruz, quando o próprio Jesus entregará a ela como um filho, no discípulo amado, toda a humanidade, e esta, por sua vez, será entregue pelo Senhor à Maria, que nesse instante será uma Mãe para todos (cf Jo 19, 25 – 27). 


O evangelista Lucas destaca com insistência a atitude interior de Maria - com certeza partilhada também por José - frente aos acontecimentos da vida. Ela continua, por assim dizer, o processo de gestação e interiorização da Palavra que tinha concebido em si mesma por obra do Espírito Santo na plena disponibilidade da fé e que agora não cessa de interpelá-la. Esta atitude de silêncio meditativo, de contemplação cheia de perguntas sem respostas imediatas e de entrega confiante ao mistério de Deus, acompanhará Maria ao longo da sua vida junto de Jesus, nos momentos alegres e nos momentos problemáticos e tristes (Lc 2, 51; Mt 12,48-50), até os pés da cruz. 


Por esta atitude de escuta, silêncio e entrega confiante a Deus, a Virgem Maria se torna as primícias do reino de Deus e exemplo da Igreja inteira e de todo discípulo e discípula de Jesus. É o próprio Jesus a nos oferecer esta perspectiva cheia de fascínio para aqueles que acreditam nele: “Jesus respondeu àquele que o avisou: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E apontando para os discípulos com a mão, disse: Aqui estão minha mãe e meus irmãos, porque aquele que fizer a vontade de meu Pai que está nos céus, esse é meu irmão, irmã e mãe” (Mt 12, 48-50).  


Bem-aventurada virgem Maria Mãe de Deus no mistério de Cristo e da Igreja”. Um tesouro ainda por descobrir, junto com outra mina preciosa, rica da linfa vital da tradição e de elementos novos, constituída pela liturgia renovada pelo Concílio e dedicada às celebrações de Santa Maria. (Lumen Gentium) (...)

Dom Emanuele Bargellini, 
Prior do Mosteiro da Transfiguração de Mogi das Cruzes - SP,
Doutor em liturgia pelo Pontificio Ateneo Santo Anselmo (Roma)
Ler todo o artigo em  Zenit

sábado, 25 de dezembro de 2010

Mensagem de Natal do Papa Bento XVI

 Reencontrar a "disposição do coração" que permite viver a essência do Natal. 
 
O encontro com Aquele que vem morar no meio de nós:
Cristo Jesus, o Filho de Deus feito homem". 
 
Com essas palavras, Bento XVI explicara – na audiência geral de 23 de dezembro – a atitude com a qual os cristãos devem se predispor ao Natal. Trata-se do tema do encontro do homem com o Senhor Deus-Menino, que o Papa reiteradas vezes abordou em suas reflexões sobre a Natividade, como destacamos a seguir.

"Em todo Natal é a mesma história, mas não a história que começou uma noite de dois mil anos atrás, em Belém. Em todo Natal o que normalmente nasce é a vontade de concluir um ano o mais possível sem preocupações, e nisso o ímpeto comercial do Natal se oferece como um lugar ideal sempre fascinante e, francamente, sempre igual a si mesmo.

O Natal de dois mil anos atrás não tinha nenhuma marca autocelebrativa, se se excetua uma bonita estrela despontada no céu. E foram realmente poucos os que intuíram encontrar-se no alvorecer de um novo mundo, onde o céu e a terra se haviam há pouco tocado.

Um fato simples e claro, narrado pelos Evangelhos, demonstra o que realmente se deu naquela que Bento XVI definiu na audiência geral desta quarta-feira como sendo "a noite do mundo": deu-se um encontro.

Um encontro entre um recém-nascido e um grupo de pastores, uma humilde amostra da raça humana, onde o Deus Menino fez amizade com aqueles para os quais viera e pela primeira vez os homens contemplaram, sem sabê-lo, Aquele que os haveria de salvar.

Então, para celebrar realmente o Natal não há alternativa: é preciso chegar a esse encontro, silenciando o barulho e o stress festivo em vista de um Nascimento que não é uma marca, mas um mistério, o qual correria o risco de passar inobservado:

"Deus mostra-se a nós humilde "criança" para vencer a nossa soberba. Talvez nos rendêssemos mais facilmente diante da potência, diante da sabedoria; mas Ele não quer nossa rendição; Ele apela ao nosso coração e à nossa livre decisão de aceitar o seu amor. Fez-se pequeno para libertar-nos daquela pretensão humana de grandeza que brota da soberba; livremente encarnou-se para tornar-nos verdadeiramente livres, livres de amá-lo." (Audiência Geral, 17 de dezembro de 2008)

Todavia, há quem rejeite a liberdade de amar aquela Criança: por calculado desprezo ou soberana indiferença e todo outro sentimento que possa existir. Não obstante o anseio por esse encontro jamais tenha desaparecido dos corações:

"De certo modo a humanidade espera Deus, a sua proximidade. Mas quando chega o momento, não há lugar para Ele. Encontra-se tão ocupada consigo mesma, precisa de todo o espaço e de todo o tempo de modo muito exigente para os próprios afazeres, de modo que não sobra nada para o outro – para o próximo, para o pobre, para Deus." (Missa da Noite de Natal, 25 de dezembro de 2007)

Mas Deus – afirmou Bento XVI – não se deixa fora desse encontro. "O mistério de Belém revela-nos o Deus conosco, o Deus próximo a nós, não simplesmente em sentido espacial e temporal; Ele nós é próximo porque "desposou", por assim dizer, a nossa humanidade":

"Portanto, a alegria cristã brota desta certeza: Deus se faz próximo, está comigo, está conosco, na alegria e na dor, na saúde e na doença, como amigo e esposo fiel. E essa alegria permanece também na provação, no próprio sofrimento, e permanece não na superfície, mas no profundo da pessoa que se entrega a Deus e n'Ele confia." (Angelus, 16 de dezembro de 2007)

Os cristãos, que mais que os outros deveriam ser capazes de trocar o rumor pelo silêncio da gruta de Belém, são convocados, ano após ano, a renovar o encontro, tendo a "justa disposição do coração" – repetiu o Papa na Audiência Geral desta quarta-feira:

"Cabe a nós abrir, escancarar as portas para acolhê-lo. Aprendamos de Maria e José: coloquemo-nos com fé a serviço do desígnio de Deus. Embora não o compreendamos plenamente, confiemo-nos à sua sabedoria e bondade. Busquemos, em primeiro lugar, o Reino de Deus, e a Providência nos ajudará. Bom Natal a todos!" 
 

Cidade do Vaticano, 23 dez (RV)

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

24 de Dezembro - Encerramento da Novena do Santo Natal

***Oração para Todos os Dias ***
 
Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


 
Texto Bíblico para Reflexão - último dia da Novena

A importânica literária, teológica e espiritual deste prólogo de São João deve levar-nos a meditá-lo com atencão, no final de cada santa missa. “No princípio era o Verbo e o Verbo estava em Deus e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio em Deus.Todas as coisas foram feitas por ele e nada do que foi feito, foi feito sem ele. Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens. 

E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam.
Veio para o que era seu e os seus não o receberam. Mas a todos os que o receberam, deu poder de se tornarem filhos de Deus,  àqueles que crêem no seu nome;  os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne nem da vontade do homem, mas de Deus.
E o Verbo se fez carne e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória, glória como de Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”  (São João I,1-14)
Houve um homem enviado por Deus que se chamava João.  Este veio como testemunha para dar testemunho da luz, a fim de que todos cressem por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz. Era a luz verdadeira, a que ilumina todo o homem que vem a este mundo. Estava no mundo e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu. 



Logo que no céu nascer o sol, vereis o Rei dos reis, vindo do Pai, como o esposo do seu tálamo.

 
Magnificat


Minha alma engrandece ao Senhor / E meu espírito exulta em Deus meu salvador./ Porque pôs os olhos na sua escrava,/ eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada./ Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo./ Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem./ Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos / Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes, / Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios./ Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia./ Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. / Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo / Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém


 
Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:

V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo


R/ Que a terra se abra e germine o Salvador

Oremos:
+
Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Fonte: Derradeiras Graças
Antífona

23 de Dezembro - VIII DIa da Novena do Natal


***Oração para Todos os Dias ***
Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


Texto Bíblico para Reflexão - VIII Dia


“Tendo eles partido (os magos), eis que um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e lhe disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito e fica lá até que eu te avise; porque Herodes vai procurar o menino para o matar. E ele levantando-se, tomou de noite o menino e sua mãe e retirou-se para o Egito. E lá esteve até a morte de Herodes, cumprindo-se deste modo o que tinha sido dito pelo Senhor por meio do profeta, que disse: Do Egito chamarei meu filho. Então Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos magos, irou-se em extremo e mandou matar todos os meninos que havia em Belém e em todos os seus arredores, da idade de dois anos para baixo, segundo a data que tinha averiguado dos magos. Então se cumpriu o que estava predito pelo profeta Jeremias, que diz: Uma voz se ouviu em Ramá, grandes prantos e lamentações: Raquel chorando os seus filhos, sem admitir consolações, porque já não existem.

Morto Herodes, eis que o anjo do Senhor apareceu em sonhos a José no Egito, dizendo: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel, porque morreram os que procuravam a vida do menino. E ele, levantando-se, tomou o menino e sua mãe e foi para a terra de Israel. Mas ouvindo dizer que Arquelau reinava na Judéia em lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá; e avisado em sonhos, retirou-se para a Galiléia. E indo para lá, habitou na cidade que se chama Nazaré, cumprindo-se deste modo o que tinha sido predito pelos profetas: Será chamado Nazareno.” (São Mateus II,13-23)

Antífona

Ó Emanuel, rei e salvador nosso; esperança das nações e seu salvador: Vinde para salvar-nos Senhor nosso Deus.

 
Magnificat


Minha alma engrandece ao Senhor / E meu espírito exulta em Deus meu salvador./ Porque pôs os olhos na sua escrava,/ eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada./ Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo./ Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem./ Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos / Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes, / Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios./ Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia./ Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. / Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo / Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém


 
Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:

V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo


R/ Que a terra se abra e germine o Salvador

Oremos:
+
Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Fonte: Derradeiras Graças

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

22 de Dezembro - VII Dia da Novena do Natal



***Oração para Todos os Dias ***



Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


Texto Bíblico para Reflexão - VII Dia



“Tendo, pois, nascido Jesus em Belém de Judá, reinando o rei Herodes, eis que uns magos chegaram do Oriente a Jerusalém dizendo:  Onde está o rei dos Judeus, que acaba de nascer?  Porque nós vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-lo.  E ouvindo isto o rei Herodes turbou-se e toda Jerusalém com ele.  E convocando todos os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo, perguntava-lhes onde havia de nascer o Cristo.  E eles disseram-lhe:  em Belém de Judá; porque assim foi escrito pelo profeta:  E tu Belém, terra de Judá, não és a mínima entre as principais de Judá, porque de ti sairá o chefe que há de comandar Israel meu povo.


Então Herodes tendo chamado secretamente os magos inquiriu deles cuidadosamente que tempo havia que lhes tinha aparecido a estrela; e enviando-os a Belém disse-lhes:  ide e informai-vos bem acerca do menino e quando o encontrardes, comunicai-mo a fim de que também eu o vá adorar.


E eles, tendo ouvido as palavras do rei partiram; e eis que a estrela que tinham visto no Oriente ia adiante deles até que, chegando sobre onde estava o menino, parou. Vendo novamente a estrela ficaram possuídos de grandíssima alegria. E entrando na casa, encontraram o menino com Maria, sua mãe e prostrando-se o adoraram; e abrindo seus tesouros lhe ofereceram como presentes ouro, incenso e mirra. E tendo recebido aviso em sonhos para não tornarem a Herodes, voltaram por outro caminho para seu país.” (São Mateus II,1-12)

Antífona

Ó Rei das nações, delas desejado, Pedra angular que unifica tudo: Vinde salvar o homem que do limo formastes.

 
Magnificat


Minha alma engrandece ao Senhor / E meu espírito exulta em Deus meu salvador./ Porque pôs os olhos na sua escrava,/ eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada./ Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo./ Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem./ Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos / Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes, / Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios./ Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia./ Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. / Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo / Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém


 
Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:

V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo


R/ Que a terra se abra e germine o Salvador

Oremos:
+
Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Fonte: Derradeiras Graças

21 de Dezembro - VI dia da Novena do Natal




***Oração para Todos os Dias ***


Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


Texto Bíblico para Reflexão - VI Dia

“E naqueles dias, saiu um édito de César Augusto, para que se fizesse o recenseamento de todo o mundo.  Este primeiro recenseamento foi feito por Cirino, governador da Síria.  E iam todos recensear-se, cada um à sua cidade.  E José foi também da Galiléia, da cidade de Nazaré, à Judéia, à cidade de Davi, que se chamava Belém, porque era da casa da família de Davi, para se recensear juntamente com Maria, sua esposa, que estava grávida.  E estando ali, aconteceu completarem-se os dias em que devia dar à luz.  E deu à luz o seu filho primogênito e o enfaixou e reclinou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem.

Ora, naquela mesma região, havia uns pastores que velavam e faziam de noite a guarda ao seu rebanho,  E eis que apareceu junto deles um anjo do Senhor e a claridade de Deus os cercou, e tiveram grande temor.  Porém o anjo disse-lhes:  Não temais; porque eis que vos anuncio uma grande alegria, que terá todo o povo.  Nasceu-vos na cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor,  E eis o sinal:  encontrareis um menino envolto em panos, e deitado numa manjedoura.

E subitamente apareceu com o anjo uma multidão da milícia celeste, louvando a Deus e dizendo:  Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens de boa vontade.  E depois que os anjos se retiraram deles para o céu, os pastores diziam entre si:  vamos até Belém e vejamos o que lá sucedeu e o que é que o Senhor nos manifestou. E foram com grande pressa e encontraram Maria e José e o menino, deitado na manjedoura.  E vendo isto, conheceram o que lhes tinha sido dito acerca deste menino.  E todos os que ouviram, se admiravam das coisas que lhes diziam os pastores.  Ora, Maria conservava todas estas coisas, meditando-as no seu coração.  E os pastores voltaram glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, conforme lhes tinha sido dito.”  (São Lucas II,1-20 )

Antífona

Ó Oriente, esplendor da luz eterna e Sol de justiça: Vinde e iluminai os que jazem nas trevas e na sombra da morte.

Magnificat


Minha alma engrandece ao Senhor / E meu espírito exulta em Deus meu salvador./ Porque pôs os olhos na sua escrava,/ eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada./ Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo./ Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem./ Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos / Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes, / Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios./ Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia./ Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. / Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo / Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém


 
Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:

V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo


R/ Que a terra se abra e germine o Salvador

Oremos:
+
Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Fonte: Derradeiras Graças



 

20 de Dezembro - V dia da Novena do Natal


***Oração para Todos os Dias ***


Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


Texto Bíblico para Reflexão - V Dia


“Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi deste modo: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, achou-se ter concebido do Espírito Santo, antes de coabitarem.E José, seu esposo, sendo justo e não querendo difama-la, resolveu deixá-la secretamente. Ora, andando ele como isto no pensamento, eis que um anjo do Senhor lhe apareceu em sonhos dizendo:José, filho de Davi, não temas receber Maria como tua esposa, porque o que nela foi concebido, é obra do Espírito Santo. E dará a luz um filho ao qual porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.



Ora, tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito pelo Senhor por meio do profeta, que diz: Eis que a Virgem conceberá e dará à luz um filho, e o chamarão pelo nome de Emanuel, que quer dizer Deus conosco. E despertando José do sono, fez como lhe tinha mandado o anjo do Senhor, e recebeu sua esposa. E não a conhecia; e ela deu à luz seu filho primogênito e pôs-lhe o nome de Jesus.” (São Mateus I,18-25)

Antífona

Ó chave de Davi e cetro da casa de Israel, que abres e ninguém fecha, que fechas e ninguém abre. Vinde tirar do cárcere o prisioneiro que está nas trevas e na sombra da morte.


Magnificat


Minha alma engrandece ao Senhor / E meu espírito exulta em Deus meu salvador./ Porque pôs os olhos na sua escrava,/ eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada./ Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo./ Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem./ Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos / Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes, / Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios./ Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia./ Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. / Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo / Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém


 
Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:

V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo


R/ Que a terra se abra e germine o Salvador

Oremos:
+
Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Fonte: Derradeiras Graças

domingo, 19 de dezembro de 2010

18 e 19 de Dezembro de 2010 - III e IV Dias da Novena do Natal


***Oração para Todos os Dias ***

Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


Texto Bíblico para Reflexão - III Dia

“E naqueles dias, levantando-se Maria, foi com pressa às montanhas a uma cidade de Judá.  E entrou em casa de Zacarias e saudou Isabel.  E aconteceu que apenas Isabel ouviu a saudação de Maria, o menino saltou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo e exclamou em alta voz e disse:  Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.  E donde a mim esta dita, que a mãe do meu Senhor venha ter comigo?  Porque logo que a voz da tua saudação chegou aos meus ouvidos, o menino exultou de alegria no meu ventre. E bem-aventurada tu, que creste, porque se hão de cumprir as coisas que da parte do Senhor te foram ditas.  Então Maria disse: Minha alma engrandece o Senhor, e o meu espírito exulta em Deus meu Salvador.” (São Lucas I,39-47)

Antifona - Ó Adonai chefe da casa de Israel, que apareceste a Moisés na sarça em fogo e deste-lhe no Sinai a lei: Vinde resgatar-nos com teu braço poderoso.


Texto Bíblico para Reflexão - IV Dia

“E Zacarias, seu pai, foi cheio do Espírito Santo e profetizou dizendo:  Bendito seja o Deus de Israel, porque visitou e resgatou o seu povo.  E suscitou uma força para nos salvar, na casa de seu servo Davi.  Conforme anunciou pela boca dos seus santos, de seus profetas, desde os tempos antigos; para nos livrar dos nossos inimigos e das mãos de todos os que nos odeiam. Para exercer a sua misericórdia a favor de nosso pai Abraão, de nos conceder que, livres das mãos dos nossos inimigos, o sirvamos sem temor, com uma santidade e uma justiça digna dos seus olhares, durante todos os dias da nossa vida.  E tu, menino, serás chamado o profeta do Altíssimo, porque irás diante da face do Senhor a preparar os seus caminhos, para dar ao seu povo o conhecimento da salvação para a remissão dos seus pecados;  pelas entranhas da misericórdia do nosso Deus, graças à qual nos visitou do alto o Sol nascente, para iluminar os que jazem nas trevas e na sombra da morte; para dirigir os nossos pés no caminho da paz.” (São Lucas I,67-79)


Antifona - Ó raiz de Jessé que te ergues como um estandarte para os povos, diante de quem se calarão os reis, e a quem as nações pedirão clemência:  Vinde libertar-nos, não tardeis.


Magnificat


Minha alma engrandece ao Senhor / E meu espírito exulta em Deus meu salvador./ Porque pôs os olhos na sua escrava,/ eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada./ Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo./ Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem./ Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos / Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes, / Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios./ Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia./ Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. / Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo / Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém


 
Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:

V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo

R/ Que a terra se abra e germine o Salvador

Oremos:
+
Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.

Fonte: Derradeiras Graças

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

17 de Dezembro - II Dia da Novena do Natal

***Oração para Todos os Dias ***

Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.


Texto Bíblico para Reflexão

"Foi enviado por Deus o anjo Gabriel a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um varão que se chamava José, da casa de Davi, e o nome da Virgem era Maria.  E entrando o anjo onde ela estava disse-lhe:  Deus te salve, cheia de graça, o Senhor é contigo. Bendita és tu entre as mulheres.  E ela, tendo ouvido estas coisas, turbou-se com as suas palavras, e discorria pensativa que saudação seria esta.  E o anjo disse-lhe:  Não temas, Maria, pois achaste graça diante de Deus; eis que conceberás no teu ventre e darás à luz um filho e por-lhe-ás o nome de Jesus.  Este será grande, e será chamado Filho do Altíssimo e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi;  e reinará eternamente na casa de Jacó e o seu reino não terá fim.  E Maria disse ao anjo:  como se fará isso, pois eu não conheço varão?  E respondendo o anjo disse-lhe: o Espírito Santo descerá sobre ti e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra.  E por isso mesmo, o santo que há de nascer de ti, será chamado Filho de Deus. Eis que também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na sua velhice. E este é o sexto mês da que se diz estéril, porque a Deus nada é impossível.  Então disse Maria:  Eis aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra.  E o anjo afastou-se dela.” ( São Lucas I,26-38 )

Antifona - Ó sabedoria que saindo da boca do Altíssimo atinges o universo de uma extremidade a outra, e dispõe forte e suavemente todas as coisas: Vinde ensinar-nos o caminho da prudência.

Magnificat


Minha alma engrandece ao Senhor / E meu espírito exulta em Deus meu salvador./ Porque pôs os olhos na sua escrava,/ eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada./ Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo./ Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem./ Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos / Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes, / Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios./ Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia./ Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. / Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo / Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos. Amém


 

Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:

V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo

R/ Que a terra se abra e germine o Salvador


Oremos:
+
Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.




Fonte: Derradeiras Graças

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

16 de Dezembro de 2010 - Abertura da Novena do Natal

***Oração para Todos os Dias ***

Ó Jesus vivendo em Maria vinde viver em vosso servo com o espírito de vossa santidade com a plenitude de vossas forças na retidão de vossos caminhos na verdade de vossas virtudesna comunhão de vossos mistérios para dominar as forças adversas com o vosso Espírito, para a glória do Pai. Amém.



Texto Bíblico para Reflexão


“Princípio do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Conforme está escrito no profeta Isaías: Eis que envio o meu anjo ante a tua face, o qual preparará o teu caminho diante de ti. Voz que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas. Estava João batizando no deserto e pregando o batismo de penitência para a remissão dos pecados. E ia ter com ele toda a terra da Judéia e todos os de Jerusalém, e eram batizados por ele no rio Jordão, confessando os seus pecados. E João andava vestido de pele de camelo e trazia uma cinta de couro em volta dos rins e comia gafanhotos e mel silvestre. E pregava dizendo: Vem após mim quem é mas forte do que eu, ao qual eu não sou digno de desatar, prostrado em terra, a correia dos sapatos. Eu tenho-vos batizado em água, ele porém vos batizará no Espírito Santo.” (São Marcos I,1-8)


És tu o que há de vir ou devemos esperar outro? Dizei a João o que vistes: Os cegos vêem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados, aleluia. ( Glória ao Pai...) Repete-se a antífona.


Minha alma engrandece ao Senhor E meu espírito exulta em Deus meu salvador. / Porque pôs os olhos na sua escrava, eis que todas as gerações me chamarão bem-aventurada. / Grandes maravilhas fez em mim o Onipotente, cujo nome é santo. / Cuja misericórdia se estende de geração em geração, sobre todos os que O temem. /Manifestou a força do seu braço, dissipou aqueles que se orgulhavam nos seus pensamentos Depôs do trono os poderosos e elevou os humildes Encheu de bens aos famintos, deixou aos ricos vazios. Protegeu Israel seu servo, lembrado de sua misericórdia. /Assim como prometera a nossos pais, a Abraão e a todos os seus descendentes. /Glória ao Pai ao Filho e ao Espírito Santo, Assim como era no princípio agora e sempre por todos os séculos dos séculos.

Amém.

Repete-se a antífona do dia e segue-se para o seguinte versículo:



V/ Orvalhai do alto, ó céus, e que as nuvens chovam o justo

R/ Que a terra se abra e germine o Salvador


Oremos:

+


Benigníssimo Deus de infinita caridade, que tanto amastes os homens, que lhes destes, em vosso Filho, a maior prenda do vosso amor para que, feito homem nas entranhas de uma Virgem, nascesse em um presépio para nossa salvação e remédio; eu, pobre mortal, vos dou infinitas graças por tão soberano benefício.Em troca dele, vos ofereço a pobreza, a humildade e as demais virtudes do vosso Filho humanado, suplicando-vos por seus divinos méritos, pelo desconforto em que nasceu e pelas ternas lágrimas que derramou no presépio, disponhais nossos corações com humildade profunda, com amor ardente, com tal desprezo de tudo que é terreno, para que Jesus recém nascido encontre neles sua morada eterna. Amém.

Pai Nosso, Ave Maria e Glória.




Fonte: Derradeiras Graças

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

15 de Dezembro de 2010 - Preparação para a Novena do Santo Natal

Preparação para a Novena do Santo Natal
 Por São José Maria Escrivá

"Quando chega o Natal, gosto de contemplar as imagens do Menino Jesus. Essas figuras, que nos mostram o Senhor tão humilhado, recordam-me que Deus nos chama, que o Onipotente quis apresentar-se desvalido, quis necessitar dos homens. Da gruta de Belém, Cristo diz a mim e a ti que precisa de nós; reclama de nós uma vida cristã sem hesitações, uma vida de doação, de trabalho, de alegria.

Não conseguiremos jamais o verdadeiro bom humor, se não imitarmos deveras Jesus, se não formos humildes como Ele. Insistirei de novo: vemos onde se oculta a grandeza de Deus? Num presépio, nuns paninhos, numa gruta. A eficácia redentora de nossas vidas só se produzirá se houver humildade, se deixarmos de pensar em nós mesmos e sentirmos a responsabilidade de ajudar os outros.

É normal, às vezes até entre almas boas, criarem-se conflitos íntimos, que chegam a produzir sérias preocupações, mas que carecem de qualquer base objetiva. Sua origem está na falta de conhecimento próprio, que conduz à soberba: ao desejo de se tornarem o centro da atenção e estima de todos, à preocupação de não ficarem mal, de não se resignarem a fazer o bem e desaparecer, à ânsia de segurança pessoal... E assim, muitas almas que poderiam gozar de uma paz extraordinária, que poderiam saborear um imenso júbilo, transformam-se, por orgulho e presunção, em infelizes e infecundas!

Cristo foi humilde de coração. Ao longo da sua vida, não quis para si nenhuma coisa especial, nenhum privilégio. Começa por permanecer nove meses no seio de sua Mãe, como qualquer outro homem, com extrema naturalidade. O Senhor sabia de sobra que a humanidade necessitava dEle com urgência. Tinha, portanto, fome de vir à terra para salvar todas as almas. Mas não precipita o tempo; vem na sua hora, como chegam ao mundo os outros homens. Desde a concepção até o nascimento, ninguém - a não ser São José e Santa Isabel - percebe esta maravilha: Deus veio habitar entre os homens!

O Natal também está rodeado de uma simplicidade admirável: o Senhor vem sem estrondo, desconhecido de todos. Na terra, só Maria e José participam da divina aventura. Depois, os pastores, avisados pelos Anjos. E, mais tarde, os sábios do Oriente. Assim se realiza o fato transcendente que une o céu à terra, Deus ao homem!

Como é possível tanta dureza de coração, que cheguemos a acostumar-nos a estes episódios? Deus humilha-se para que possamos aproximar-nos dEle, para que possamos corresponder ao seu amor com o nosso amor, para que a nossa liberdade se renda, não só ante o espetáculo do seu poder, como também ante a maravilha da sua humildade.

Grandeza de um Menino que é Deus! Seu Pai é o Deus que fez os céus e a terra, e Ele ali está, num presépio, quia non erat eis locus in diversorio, porque não havia outro lugar na terra para o dono de toda a Criação."



Fonte : Escritos de São José Maria Escrivá

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

12 de Dezembro 2010 - Nossa Senhora de Guadalupe - Padroeira da América Latina

“Não estou Eu aqui que sou a tua mãe?”

"A cidade do México foi fundada no sec. XIV pelos Astecas, povo indígena politeísta. O deus mais venerado era Quetzalcóatl, “pássaro serpente”. O culto aos deuses incluía rituais de sacrifícios humanos, onde o coração era arrancado com a pessoa ainda viva, também era feito canibalismo dos órgãos das vítimas. Estima-se que 20.000 pessoas eram mortas por ano. Em sua maioria as vítimas eram escravos, mulheres e crianças. O clímax desses rituais foi em 1487 na dedicação de um novo templo, numa só cerimônia, que durou quatro dias e quatro noites, foram sacrificados mais de 80.000 homens.


No ano de 1519 os espanhóis chegaram a cidade do México, tomando-a em 1521. A partir de então foi difundida a fé e conhecimento do Deus Verdadeiro. E justamente nesse lugar marcado pela idolatria à serpente, ao sol e outros é que Deus se manifesta no ano de 1531. Sobre a montanha surge a jovem senhora, vestida como a rainha dos Astecas se vestiam nas grandes festas. A jovem rainha não é deusa, mas superior aos deuses sol e estrelas, pois com eles se ornava. Ela esmaga a lua (outra representação do deus Quetzalcóatl).


Nossa Senhora aparece ao humilde Juan Diego. Revela-se a mãe do Deus Vivo e expõe seu desejo de derramar sua clemência sobre a terra, pede ao índio que vá ao Bispo e conte sua vontade: construir um templo em sua honra.


Juan Diego segue para cumprir a ordem da Virgem, por duas vezes referiu ao Bispo a mensagem, mas este não acreditou e disse que era preciso um sinal. Juan contou a Virgem que o Bispo não crera em suas palavras. Ela pediu ao índio que retornasse no dia seguinte. Porém, seu tio adoece gravemente. Somente no outro dia tendo de ir chamar um sacerdote para confessar seu tio, seguindo o caminho que sempre passava tenta ir por outra estrada para que a virgem não o enviasse ao bispo. Ela desse ao seu encontro e pergunta aonde ele ia.


Ele então conta da doença e que no outro dia viria para executar a sua ordem. Ao que ela respondeu: “Não estou Eu aqui que sou a tua mãe?” Falou que seu tio estava curado e orientou que subisse ao alto da montanha, colhesse flores e trouxesse até ela. Ele subiu e espantou-se de encontrar variadas flores em uma época que tudo estaria congelado. Colheu as flores colocando em seu tilma, apresentando-as Ela as tocou e ordenou que fosse ao bispo levando esse sinal e que abrisse somente na presença do mesmo.


Ao ser recebido renovou a mensagem de Nossa Senhora de se construir uma igreja, desdobrou o manto deixando cair as rosas e apareceu a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe como é vista até hoje no santuário. Esse milagre ainda hoje desafia os cientistas e céticos. O tecido em que está a imagem não teria se conservado por mais de 20 anos. Não há vestígios de pintura, o material que dá origem as cores não pertence a nenhum elemento conhecido na terra, a coloração não está nem na frente e nem no verso e sim as cores flutuam a uma distância de três décimos de milímetro sobre o tecido, sem tocá-lo.


A imagem conserva a temperatura constante de um corpo vivo. Um dos médicos que analisou o ponche colocou seu estetoscópio embaixo do cinto que a Virgem possui e escutou batidas que em ritmos se repete a 115 pulsações por minuto, igual a um bebê no ventre materno. Ao acercar luz sobre os olhos, a retina se retrai e ao retirar se dilata, como ocorre em um olho vivo. Em seus olhos está toda a cena do dia em que foi aberto o manto, revela o bispo, Juan Diego, duas famílias e ainda outra pessoas.


As estrelas visíveis no Manto refletem a exata configuração e posição que se apresentava o céu do México no dia em que aconteceu o milagre, dia 12 de dezembro de 1531.


No ano de 1791, se derrubou ácido muriático no lado superior direito do tecido. Num intervalo de 30 dias, sem tratamento algum, se reconstituiu milagrosamente o tecido afetado. Outra vez, o anarquista espanhol Luciano Perez, no dia 14 de novembro de 1921, colocou ao lado da imagem um arranjo de flores, dentro do qual havia uma potente bomba. Ao explodir, tudo o que estava perto ficou seriamente danificado. Uma cruz metálica, que ficou dobrada, hoje se conserva no templo como testemunha do poder da bomba. Mas… a imagem da Virgem não sofreu dano algum."

 

Virgem de Guadalupe, tu és cheia de graça!

Fontes:
www.sancta.org/moreninha
www.catolicismo.com.br
pt.wikipedia.org

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