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domingo, 11 de abril de 2010

Festa da Divina Misericórdia - 11 de Abril de 2010 - Aqui no Flos Carmeli



"O Domingo da Divina Misericórdia apresenta-nos o amor misericordioso de Deus que se encontra por trás de todo o Mistério Pascal – o mistério da morte, do sepultamento e da ressurreição de Cristo – que se torna presente para nós na Eucaristia. A Santa Sé não atribuiu esse título ao Segundo Domingo da Páscoa apenas como uma opção, para aquelas dioceses que gostam desse tipo de coisa! Domingo da Divina Misericórdia, portanto, não é um título opcional para essa solenidade; antes, Divina Misericórdia é o segundo nome para esse Dia Festivo. Isso significa que pregar sobre a misericórdia de Deus também não é apenas uma opção para o clero nesse dia, mas que isso é firmemente estimulado.


Graças especiais estão presentes na Festa


De acordo com o Diário de Santa Faustina, Jesus Cristo fez uma promessa especial, que ela devia comunicar ao mundo inteiro: Minha filha, fala a todo o mundo da Minha inconcebível misericórdia. Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores. Neste dia, estão abertas as entranhas da Minha misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha misericórdia. (Diário, 699)



Em três passagens do seu Diário, Santa Faustina registra uma promessa de nosso Senhor de graças específicas e extraordinárias que Ele tornará acessíveis através da devota recepção da Santa Comunhão nesse Dia da Festa; verdadeiramente, um oceano inteiro de graças se encerra nessas promessas: Desejo conceder indulgência plenária às almas que se confessarem e receberem a Santa Comunhão na Festa da Minha misericórdia (Diário, 1109). Aquele que, nesse dia, se aproximar da Fonte da Vida, alcançará perdão total das culpas e penas (Diário, 300). A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das culpas e das penas (Diário, 699).



O Domingo da Divina Misericórdia


"Considerando que a disposição de confiança é absolutamente necessária para que a alma devota se habilite para receber todas as graças que o Senhor deseja derramar sobre ela no Domingo da Misericórdia, pode-se dizer que todo o tempo de preparação para essa Festa, da mesma forma que a sua própria celebração litúrgica, deve ser encaminhado pelos fiéis na direção do fortalecimento da confiança na Divina Misericórdia. Aqui, novamente, a exposição e a veneração da Imagem desempenham um papel importante, visto que de certa forma isso fala ao coração num nível mais profundo do que simples palavras. A Imagem, como qualquer bom ícone, confronta a alma que reza e que adora com o amor misericordioso de Cristo, e a sua própria inscrição “Jesus, eu confio em Vós!” estimula a alma a responder ao Seu convite com confiança.


Por essa razão, é altamente recomendável que a Imagem da Divina Misericórdia seja exposta bem antes do próprio Dia da Festa ou, melhor ainda, que tal imagem esteja em permanente exposição em todas as igrejas, para a edificação dos fiéis.


Cristo nunca pediu especificamente aos fiéis para se confessarem no próprio Dia da Festa (o que, na prática, seria um peso impossível imposto aos pastores). De fato, a própria Santa Faustina fez a sua confissão no sábado antes do Domingo da Misericórdia (Diário, 1072). Quaisquer que sejam as ocasiões de confissão oferecidas, o importante é que o fiel seja estimulado a vir no Domingo da Misericórdia em estado de graça, tendo confessado pelo menos todos os pecados mortais e confiando na Misericórdia de Deus. Assim, para a adequada observância da Festa da Misericórdia, devemos:


1. celebrar a Festa no domingo depois da Páscoa;

2. Demonstrar sincero arrependimento por todos os nossos pecados;

3. colocar toda a nossa confiança em Jesus;

4. confessar-nos, de preferência antes desse Domingo;

5. receber a Santa Comunhão no dia da Festa;

6. venerar a imagem da Divina Misericórdia (Venerar uma imagem significa simplesmente realizar algum ato ou fazer algum gesto de profundo respeito religioso em relação a ela em razão da pessoa que representa, nesse caso, nosso Misericordiosíssimo Salvador);

7. ser misericordiosos para com os outros, através das nossas ações, palavras e orações em seu benefício.


"Estaremos unidos pela oração e, sobretudo pela Eucaristia: “Corpo e Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, oferecido em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro”.

Trechos de “Entendendo a Festa da Divina Misericórdia”, Robert Stackpole.

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