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sábado, 26 de junho de 2010

27 de Junho de 2010 - Festa de N.Sra do Pepétuo Socorro - Igreja do Carmo - Campos - RJ


Domingo - 27 de Junho - Santa Missa Festiva em honra de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro às 19 Horas - Na Igreja do Carmo em Campos - RJ.
Celebrante - Rev. Pe Everaldo Bon Robert
Coral do Seminário Maria Imaculada.

Após a Santa Missa Procissão Luminosa com a Reza do Santo Rosário.  


Participe do Almoço Beneficente neste Domingo das 12:00 às 15:00 Horas e ajude a obras de reforma de nossa igreja.

  A História do Quadro Milagroso

"A imagem milagrosa que hoje veneramos sob o título de “Mãe do Perpétuo Socorro” revela tocante semelhança com o quadro que o evangelista Lucas, segundo uma antiga tradição, pintou da Mãe de Deus quando ela estava ainda viva. A história remonta os fins do século XV, embora já se deva ter encontrado veneradores, na ilha de Creta, pelo menos desde 1350 ou 1400.


Foi no ano de 1497 que um negociante cretense, cujo nome não chegou ao nosso conhecimento, roubou sacrilegiamente o nosso venerado quadro que, exposto numa igreja daquela ilha, operava milagres estupendos. Às pressas, escondeu a imagem furtada nas suas bagagens e procurou no porto uma caravela, a fim de escapar.
 
Mal tinha o navio levantado ferros cobriu-se o céu de nuvens e o mar tornou-se furioso e dentro em poucos minutos desencadeou uma horrível tempestade sobre a embarcação, ameaçando submergi-la. No auge do desespero, os tripulantes, não suspeitando quão preciosa carga estava em risco, fizeram promessas sinceras a Deus e à santíssima Virgem a fim de ficarem livres do perigo iminente. 


O céu teve dó daquela pobre gente, provavelmente para resguardar a imagem da excelsa Mãe, cuja existência a bordo só o ladrão conhecia. A tempestade enfim dissipou-se e alguns dias depois o barco entrou são e salvo num porto da Itália.


Depois de um ano, o negociante viajou para Roma, centro da cristandade, onde foi atacado por uma grave moléstia. Piorando a doença e compreendendo que a sua peregrinação neste mundo estava a terminar, chamou um amigo seu e, derramando copiosas lágrimas, pediu-lhe que fizesse um último favor. O amigo se comprometeu a isso e só então falou o negociante do sacrilégio que fizera e pediu ao amigo que colocasse o quadro numa igreja. O amigo achou o quadro, mas sua esposa, seduzida por sua beleza , não permitiu que ele o levasse embora e guardou-o em sua casa.




Eis que então a própria Virgem veio, numa visão, admoestar o amigo para que não ficasse com a imagem, mas a colocasse em algum lugar mais digno e que se ele não fizesse isso uma grave doença lhe seria comedida. No dia seguinte relatou tudo à sua esposa, mas ela não permitiu que o quadro saísse de sua casa.  

A santíssima Virgem não se deu por vencida e mais uma vez falou ao homem numa visão: “Eis que já por diversas vezes te admoestei e te amedrontei com ameaças para que levasses o meu retrato daqui e não quiseste ouvir-me”. Dentro em pouco tempo o infeliz adoeceu e morreu repentinamente. O trágico acontecimento, porém, não venceu a obstinação da mulher. Foi preciso, para persuadi-la, um aviso de outro gênero.


Um dia, sua filhinha veio correndo lhe dizer: “Mamãe, acabo de ver uma senhora muito linda, que me disse: Vai falar agora mesmo com tua mãe e dize-lhe que Nossa Senhora do Perpétuo Socorro quer ser exposta à veneração dos fiéis, numa igreja em Roma. Senão, dentro em breve todos vós haveis de morrer”. 

Impressionada pelas palavras da filha, a mãe estava disposta a ceder, tanto mais porque ela própria também tivera tal sonho extraordinário, e começou a derramar copioso pranto, reconhecendo ter sido essa a causa da morte de seu marido. A viúva cedeu e prometeu não continuar a contrariar os desejos da Rainha do céu e, levou para fora da sua casa o Quadro.



Mas em qual das igrejas de Roma deveria depositar o milagroso quadro? Maria apareceu outra vez à pequena e disse-lhe: “Quero ser colocada entre minha querida igreja de Santa Maria Maior e a do meu filho João de Latrão”.
 


Estas palavras, foram fáceis de compreender, pois entre as duas basílicas mencionadas pela Santa Virgem, achava-se a igreja de São Mateus. Era evidente que Maria tinha designado esse santuário para ser o asilo da sua milagrosa imagem. O precioso quadro foi entregue aos Padres agostinianos, que lá residiam.


No dia 27 de março do ano de 1499, uma festa solene reuniu o povo e o clero de Roma na igreja de São Mateus. Numa espetacular e piedosa procissão, a imagem da Senhora percorreu triunfalmente as ruas da cidade até ser definitivamente depositada no altar-mor da igreja de São Mateus. 
 
Como que sobre um trono de misericórdia começaram a realizar-se grandiosos milagres, tanto que, em pouco tempo, o santuário tornou-se um dos mais frequentados de Roma.
O quadro lá permaneceu durante 300 anos. Com a invasão de Roma pelos franceses, nos fins do século XVIII, a igreja de São Mateus foi destruída e os religiosos agostinianos que ali trabalhavam levaram o quadro para outro lugar, onde ficou guardado e esquecido. 



Em janeiro de 1866, o Papa Pio IX confiou o quadro aos missionários Redentoristas, com a incumbência de torná-lo conhecido e amado em todo mundo e de divulgar a devoção ao Perpétuo Socorro de Maria, cuja festa é celebrada no dia 27 de junho. Depois de restaurado, o í-cone de Nossa Senhora. do Perpétuo Socorro foi devolvido à veneração e entronizado solenemente na igreja de Santo Afonso, construída sobre as ruínas da antiga igreja de São Mateus e localizada entre as basílicas de Santa Maria Maior e de São João de Latrão. 

Hoje, o quadro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro que representa Maria, a Mãe das Dores, socorrendo seu filho apavorado com os instrumentos de sua Paixão, apresentados pelos arcanjos Miguel e Ga-briel, é o ícone da tradição bizantina mais venerado no mundo, graças ao trabalho de divulgação confiado aos missionários redentoristas."

 
 ORAÇÃO 
Ó Senhora do Perpétuo Socorro, mostrai-nos que sois verdadeiramente nossa Mãe obtendo-me o seguinte benefício: (faz-se o pedido) e a graça de usar dela para a glória de Deus e a salvação de minha alma. 

Ó glorioso Santo Afonso, que por vossa confiança na bem-aventurada Virgem conseguistes tantos favores e tão perfeitamente provastes, em vossos admiráveis escritos, que todas as graças nos vêm de Deus pela intercessão de Maria, alcançai-me a mais terna confiança para com nossa Mãe do Perpétuo Socorro e rogai-lhe, com instância, me conceda o favor que reclamo de seu poder e bondade maternal. 

Eterno Pai, em nome de Jesus e pela intercessão de nossa Mãe do Perpétuo Socorro e de Santo Afonso, peço-vos me atendais para vossa glória e bem da minha alma. Amém.
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós.


 
Salve Maria !


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domingo, 20 de junho de 2010

Santo Elizeu Profeta - Intimidade com Deus e disposição para fazer, em tudo, Sua Vontade

Santo Eliseu, Profeta (+ Palestina, séc. IX A.C.)
Discípulo de Elias - Monge por excelência e grande inspirador da Ordem Carmelita


"Era o discípulo perfeito do Profeta Elias, do qual possuiu, conforme narra a Escritura, o duplo espírito. Ambos mestre e discípulo considerados fundadores da Ordem do Carmo. Antes do desaparecimento de Elias, num turbilhão de fogo, Eliseu pediu-lhe: "Dá-me uma porção dobrada do teu espírito". E o pedido foi ouvido. Eliseu foi sepultado perto de Samaria. É impossível descrever em poucas palavras a personalidade e obra deste grande Profeta. Lendo as poucas páginas bíblicas que nos falam dele: 1 Rs, cap. 17-19,21, e 2 Rs 1-2, podemos tentar descobrir suas características principais. Eis aqui algumas: o homem diante de Deus: aparece com freqüência a expressão "o senhor a quem sirvo" ou "perante o qual estou". Elias não compartilha com ninguém seu culto e quer que o povo faça o mesmo. Levado pelo Espírito: vede a resposta tão saborosa de Abdias em 1 Rs 18, 12.


Daí procede a força da alma de Elias e de sua liberdade interior. Sua fé sem divisões: quando do sacrifício do Carmelo(1 Rs 18), tenta forçar o povo a escolher entre o Deus vivo, pessoal, que intervém na história, e as forças naturais divinizadas, os baais. Como nós, Elias crê sem ver; porque Deus pede, anuncia a chuva..., mas sem vê-la cair. (1 Rs 18,41 s) Sua intimidade com Deus: Sua visão de Deus (1 Rs 19), como a de Moisés (Ex 33, 18s), é o modelo da vida mística: é tudo o mais que se concede ao homem ver. Porém, Elias continua sendo um homem como nós, desanimado, medroso (19, Is). O versículo 19,12 deve traduzir-se: "Ouviu-se o ruído de um silêncio: "Deus não está nas forças da natureza divinizadas, apenas está. Deus oculto. Em sua oração - tal como Moisés - Elias não cai em efusões místicas, apenas fala a Deus sobre sua missão. Solidariedade com os pobres: diante do rei e dos poderosos, defende o pobre(1 Rs 21). Seu universalismo: como crê em Deus sem divisões e se deixa conduzir pelo Espírito, é livre para tratar com os pagãos(1 Rs 17); mas também pede à mulher pagã uma fé incondicional (17,13). O relato popular de 2 Rs 1, contribuirá, infelizmente, para fazer de Elias uma personagem justiceira que pede o fogo do céu contra os pecadores.


A ascensão de Elias (2 Rs 1): como não se conhecia seu túmulo, chegou-se a pensar com certeza que tinha sido levado para junto de Deus. Lucas se inspirará neste texto para seu relato da ascensão de Jesus (Enoc 1); Eliseu, que vê Elias em sua ascensão, receberá seu espírito para continuar sua missão, como os discípulos receberão o Espírito de Jesus por tê-lo visto elevar-se. Retrato feito pelos homens: limitamo-nos ao que nos pintam dois célebres carmelitas: 1) O ilustre historiador Juan Bta Lezana(+1659) escreveu este magnífico epitáfio: "Elogio para alcançar a porta do paraíso terreno": Aqui vive, ó mortal, aquele celeste zelador da honra divina, Elias é o duplo espírito, perfeito na pureza, rico em virtudes, paupérrimo em bens terrenos, grande amigo de Deus, inimigo do diabo, amável com os bons, terrível para com os ímpios, nascido antes de Cristo, conversou com Cristo, reservado após Cristo contra o Anticristo; Patriarca exímio. Profeta celebérrimo. Sacerdote grande. Monge, Pai dos monges, sempre casto, Fênix singular. De Cristo, futuro apóstolo. Mártir, Precursor, Capitão, valente defensor, arauto da verdade, ardentemente religioso, maduro sem desalento, ancião sem velhice, mortal sem morrer, nutrido sem alimento, de uma longevidade sem achaques e - coisa admirável! - de uma vida santíssima que não se há de extinguir até a consumação dos séculos.


Quem flagelou os tiranos, deu morte aos sacrílegos, fechou com suas palavras as nuvens e tornou a abri-las, ungiu Reis e instituiu Profetas defensores; pelos anjos foi anunciado seu nascimento, alimentado em Carit, saudado em Horeb, de onde, em meio a fragorosa tempestade e comoção dos montes, cobrindo-se com seu manto o rosto, viu o quanto era talentoso para Deus, o qual se lhe manifestou no suave zéfiro..." 2) O venerável mariólogo Arnoldo Bostio(+1499) o chamou: "Varão Evangélico antes do Evangelho, Apostólico antes do tempo dos Apóstolos, depreciador do mundo e de todas as coisas perecíveis, apaixonado seguidor do eterno, primeiro Virgem, Monge e Eremita, resplendor de costumes, regra de virtudes, arauto da Virgem sagrada. Que com a instituição da virginal castidade antecedeu por muito tempo o Cordeiro sem mancha onde quer que tivesse de ir..." Elias e o Carmelo Um grupo de cruzados chegados à Palestina em meados do século XII, vendo a maravilhosa topografia do Monte Carmelo, tão propício à contemplação, decidiram permanecer ali e se entregarem sem reservas a imitar a vida do profeta do Fogo, tal como a descreviam os livros dos reis, a base da tradição monástica.


O lugar os ajudava a "fabricar o mel dulcíssimo da contemplação". Suposto o vínculo entre Elias e o Carmelo, entre Elias e a vida religiosa, fixado pelos Padres Gregos e Latinos, não é de se estranhar que aqueles a quem já Tiago de Vitry tinha designado como "imitadores do santo varão e solitário Elias profeta", no Monte Carmelo, próximo à fonte chamada de Elias, na Rubrica Prima das Constituições afirmam sua descendência dos Padres, tanto do Antigo quanto do Novo Testamento, que desde o tempo de Elias e de Eliseu tinham habitado o Monte Carmelo "para a contemplação das coisas celestiais." Apesar disto, os carmelitas nunca se chamaram elianos, pois tomaram o nome, como tantas outras Ordens, do Fundador, ou mesmo do lugar onde nasceram. Elias será para aqueles cruzados que se reúnem no Monte Carmelo, a regra viva, que se proporão imitar. Para eles, este será o pai que lhes infundirá seu espírito Carmelitanum Dux et Pater. Para estes primeiros carmelitas, a coisa foi fácil: desejavam imitar aquele homem extraordinário, tal como o protótipo do monaquismo. Assim de início é a origem do Patriarcado eliano sobre o Carmelo. Hoje, a assim chamada "Questão eliana" sobre a sucessão hereditária ou entroncamento dos carmelitas de hoje com o Profeta Elias, que vive 900 anos antes de Cristo, é uma questão conciliada e, portanto, assim admitida: Elias é o Pai Espiritual ou o Inspirador do Carmelo.


Assim escreveu o P.R. Garcia Villoslada, S.J": "Mas devemos dizer não sem fundamento, chamam seu Pai a Elias, porque os fundadores e depois todos os carmelitas olharam sempre aquele Profeta como modelo e exemplo, e inspirados nele, modelaram suas regras e constituições. Moralmente, pois, influiu o Profeta Elias na Ordem Carmelitana quase tanto quanto Santo Agostinho nos diversos institutos que levam seu nome, e se gloriam em tê-lo como Pai." Elias, Pai espiritual do Carmelo "Elias, apesar de não ter sido quem deu uma Regra escrita, porém; foi um exemplo e o modelo da santa vida das carmelitas". Assim escreveu o célebre humanista beneditino, o Abade João Tritemis(+1516).


A esta afirmação de um estranho à Ordem basta citar um fato: entre as estátuas dos fundadores das Ordens Religiosas que aparecem na Basílica de São Pedro em Roma, está também a magnífica e impressionante do Profeta Elias, com a seguinte inscrição, escrita pelo mesmo Papa Benedito XIII, no dia 26.6.1725: "Universus Ordo Carmelitanum Fundatori suo Santo Eliae Prophetae erexit 1724. (A Ordem inteira dos Carmelitas, a seu Santo Fundador, Elias, Profeta, erigiu-a no ano 1725). O então Procurador Geral da Ordem, Eliseu Monsignani, cheio de alegria, enviou aos Provinciais esta comunicação: "Chegou o tempo em que ainda quando os carmelitas calem, as pedras e os mármores falarão e dirão que o profeta Elias é o Pai e Fundador dos carmelitas". De onde tira essa paternidade eliana? O historiador da primeira metade do século XIII, diz: "A exemplo e imitação do santo e solitário varão Elias profeta, muitos anacoretas se retiraram para o Monte Carmelo" Em virtude desta tradição e desta história do patriarcado eliano os carmelitas

Local morte Palestina, num turbilhão de fogo

Morte Eliseu em 790 A.C, sepultado em Samaria

Fonte informação Santo Carmelita Pe. Rafael Maria López-Melús

Oração Ó Deus onipotente e Glorioso, que pelas vidas e exemplos de Santo Elias e de Santo Eliseu, nos mostrastes o poder da verdadeira fé e da oração, dai-nos também a nós sermos sempre firmes na fé em Cristo Jesus, e que, pela sua Gloriosa Paixão, possamos gozar das alegrias do céu. Santos Elias e Eliseu, rogai por nós. Amém.

Devoção Intimidade com Deus e disposição para fazer, em tudo, Sua Vontade.


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sexta-feira, 11 de junho de 2010

11 de Junho de 2010 - Festa do Sacratíssimo Coração de Jesus

A devoção ao Sagrado Coração de um modo visível aparece em dois acontecimentos fortes do evangelho: o gesto de São João, discípulo amado, encostando a sua cabeça em Jesus durante a última ceia (cf. Jo 13,23); e na cruz, onde o soldado abriu o lado de Jesus com uma lança (cf. Jo 19,34). Em um temos o consolo pela dor da véspera de sua morte, e no outro, o sofrimento causado pelos pecados da humanidade.
Estes dois exemplos do evangelho nos ajudam a entender o apelo de Jesus feito em 1675 a Santa Margarida Maria Alacoque: "Eis este coração que tanto tem amado os homens...não recebo da maior parte senão ingratidões, desprezos, ultrajes, sacrilégios, indiferenças...Eis que te peço que a primeira sexta-feira depois da oitava do Santíssimo Sacramento (Corpo de Deus) seja dedicada a uma festa especial para honrar o meu coração, comungando neste dia e dando-lhe a devida reparação por meio de um ato de desagravo, para reparar as indignidades que recebeu durante o tempo em que esteve exposto sobre os altares; E prometo-te que o Meu Coração se dilatará para derramar com abundância as influências de Seu divino Amor sobre os que tributem esta divina honra e que procurem que ela lhe seja prestada."


O papa João Paulo II sempre cultivou esta devoção, e a incentiva a todos que desejam crescer na amizade com Jesus. Em 1980, no dia do Sagrado Coração, afirmou: "Na solenidade do Sagrado Coração de Jesus, a liturgia da Igreja concentra-se, com adoração e amor especial, em torno do mistério do Coração de Cristo. Quero hoje dirigir juntamente convosco o olhar dos nossos corações para o ministério desse Coração. Ele falou-me desde a minha juventude. Cada ano volto a este mistério no ritmo litúrgico do tempo da Igreja."

 Aator :  Pe Rhawy Ramos    


HOMILIA PARA A SOLENIDADE DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

O aspecto do mistério da salvação que celebramos hoje não é muito diferente do que celebramos há uns dez dias atrás, o domingo da Trindade. "Deus é amor", repete São João, como um refrão, na segunda leitura da missa de hoje. Estas três palavras resumem todo o mistério da união do Pai a seu Filho no seu Espírito comum. Resumem também todo o mistério das relações entre Deus e a humanidade.


Já no Antigo Testamento, o povo hebreu havia percebido como era amado de modo particular por Deus e permanecia fascinado pela gratuidade deste amor, em primeiro lugar, e em seguida, pela fidelidade de Deus a este amor a despeito de todas as infidelidades de seu povo.


São João era fascinado pelo fato de que Deus nos amou primeiro e nos manifestou seu amor enviando-nos seu Filho único a fim de que por ele, tivéssemos a vida em plenitude. Mas isto não lhe era suficiente. Ele tira também daí as conseqüências para nossa vida de todos os dias, utilizando uma lógica muito simples e sem erro: já que Deus nos amou, devemos não somente amá-lo, mas também amar-nos uns aos outros. E, sempre na mesma lógica, continua: Deus é amor, aquele que PERMANECE no amor, isto é, aquele que PERSISTE no amor, que RESIDE no amor, que é FIEL como o próprio Deus é fiel, esta pessoa permanece em Deus e Deus permanece nela. Esta pessoa é introduzida pelo amor no próprio mistério da vida da Trindade.


Quem quer que ame verdadeiramente sabe que o amor é exigente. O Livro do Deuteronômio enuncia pela boca de Moisés a importância de guardar as ordens, os mandamentos e os decretos prescritos por Deus ou em nome de Deus, uma vez que esta obediência é percebida como um expressão de amor e de fidelidade. Jesus, no Evangelho, não é menos exigente. É para aqueles que desejam andar em seu seguimento, isto é, tornar-se seus discípulos e viver segundo seu ensinamento, que ele revela os segredos do Pai que permanecem ocultos aos sábios e entendidos. Ele próprio se apresenta como doce e humilde de coração.


O coração é concebido em todas as culturas como o lugar onde residem os sentimentos, a afetividade, o amor. Eis porque, a partir já da Idade Média, místicos como Gertrudes, Catarina de Siena, Matilde, Margarida Alacoque, João Eudes, desenvolvem uma devoção ao Sagrado Coração de Jesus, que não é uma devoção a um órgão físico, mas ao amor divino vivido pelo Deus feito homem. Se esta devoção pôde conhecer em certas épocas expressões talvez mais românticas e sentimentais, como dão testemunho uma vasta coleção de imagens piedosas de gosto duvidoso, esta devoção é essencialmente, na sua intuição primeira, a contemplação do amor de Deus para nós encarnado em Jesus de Nazaré.


Uma vez que ele tanto nos amou, amemo-nos pois uns aos outros com o mesmo amor exigente, prontos a ir até o dom de nós mesmos e ao dom de nossa vida.

Um coração enamorado


Um Pastorinho, só, está penando
Privado de prazer e de contento
Posto na pastorinha o pensamento
Seu peito de amor ferido, pranteando.
Não chora por tê-lo o amor chagado
Que não lhe dói o ver-se assim dorido,
Embora o coração esteja ferido,
Mas chora por pensar que é olvidado


Estas estrofes do poema Um Pastorinho de São João da Cruz mostram-nos um Jesus enamorado da Humanidade e, ao mesmo tempo, o seu sofrimento por não ser correspondido nesse amor.


Na verdade os homens nem sempre têm tomado consciência do amor infinito que Jesus lhes devota. Ao lermos os relatos evangélicos tomamos conhecimento de Jesus que ama os homens, especialmente. na pessoa dos pobres e dos humildes. Os milagres que nos são narrados são na sua maioria realizados nos mais pobres e nos mais desfavorecidos.


Mas se o amor pelos pobres de Jahvé é apanágio do Filho de Deus, uma outra faceta é-nos revelada nos evangelhos: Jesus tem um coração humano que se emociona perante a dor, como sucedeu quando o filho da viúva de Naim vai a enterrar, e é mesmo capaz de chorar diante do sepulcro do seu amigo Lázaro!


No entanto, ao longo dos séculos, os homens, e especialmente os cristãos, foram-se esquecendo do amor infinito de Deus que atinge o seu auge na Morte na Cruz, respondendo ao mesmo com ultrajes, indiferença e ingratidão.


Para incitar os homens a olharem para a humanidade de Cristo e reconhecerem o seu amor misericordioso a igreja instituiu na Sexta-feira depois do Corpo de Deus a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.


Tal festa surge na Igreja a pedido do mesmo Jesus que se revelou a Santa Margarida Maria Alacoque, no mosteiro da Visitação de Paray-le-Monial, onde lhe segredou na aparição de 27 de Dezembro de 1673: «O meu Coração está apaixonado pelos homens, e não pode conter por mais tempo as chamas que o inflamam.» Posteriormente, a 16 de Junho de 1675, desabafou: "Eis o meu Coração que tanto amou os homens e que a nada se poupou até se esgotar e se comunicar para lhes testemunhar todo o seu amor; em recompensa Eu não recebo da parte deles senão ingratidões, pelas irreverências e pela frieza e desprezo que têm por Mim neste sacramento de amor.»


Cristo continua a amar-nos, continua a sofrer com as nossas infidelidade e ultrajes e nesta Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (e), (...) gostaria de ouvir dos nossos lábios um sentido "Jesus, eu amo-Vos", para que o Pastorinho não continue penando."

Dom Armand Veilleux, OCSO, 

Abadia Notre Dame de Scourmont, Bélgica, 11.6.1999


fonte : http://www.infosbc.org.br3:oracoes&Itemid=81






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quarta-feira, 9 de junho de 2010

10 de Junho de 2010 - Vigília da Festa do Sagrado Coração de Jesus

 Vigilia da Festa do Sagrado Coração de Jesus

"O dicionário Aurélio, no verbete “coração”, define: “Órgão muscular situado na cavidade torácica que, nos vertebrados superiores, é constituído de duas aurículas e dois ventrículos, e que recebe o sangue e o bombeia por meio dos movimentos ritmados de diástole e de sístole”.

Mas, além de designar um órgão vital do corpo humano, “coração” também significa, num sentido analógico, valores de ordem moral. Assim, metaforicamente se diz: fulano tem um “coração de ouro”; sicrano tem um “coração de pedra”.

No primeiro caso, significando que fulano é bondoso, generoso, etc.; no segundo, que sicrano é insensível, mesquinho, etc. Pode-se dizer também que sicrano tem o “coração aberto”, e beltrano, “coração fechado”. E assim por diante, poder-se-iam fazer inúmeras correlações simbólicas a propósito de “coração”.

Na Sagrada Escritura, encontramos quase mil vezes a palavra “coração”. Apenas um exemplo extraído do Antigo Testamento: “Eu lhes darei um só coração e os animarei com um espírito novo: extrairei do seu corpo o coração de pedra, para substituí-lo por um coração de carne” (Ez 11, 19);

E do Novo Testamento: “Bem-aventurados os puros de coração, porque verão verão Deus!”.(Mt 5, 8)


Coração: símbolo do infinito amor de Deus pelos homens

Nosso Senhor pediu a Santa Margarida Maria Alacoque que fosse instituído o excelente costume da comunhão reparadora das primeiras sextas-feiras de cada mês.

Sumamente vinculada ao símbolo que o coração representa, está a devoção ao Sagrado Coração de Jesus. Em primeiro lugar, simbolizando o infinito amor de Deus pelo gênero humano:

“O Sagrado Coração de Jesus faz parte de sua adorável pessoa. Entre os elementos integrantes da pessoa de Cristo, nenhum há tão apropriado como o coração para ser objeto de um culto especial.

Porque simboliza a obra do amor infinito levada ao extremo, em nosso obséquio, pelo Verbo feito homem, no mistério da Encarnação e Redenção. Portanto, o culto tributado ao Sagrado Coração de Jesus é culto tributado a Jesus Cristo na qualidade de amante do homem”
.(1)

A encíclica de Pio XII, Haurietis Aquas (1956) — considerada por excelência o documento sobre o culto ao Sagrado Coração de Jesus, e leitura indispensável a respeito — foi escrita com a finalidade de expor os fundamentos teológicos desse culto, e publicada no centenário da extensão para toda a Igreja da festa litúrgica do Coração de Jesus. Esse memorável documento pontifício ensina:

“O Coração do nosso Salvador reflete de certo modo a imagem da Divina Pessoa do Verbo, e, igualmente, das suas duas naturezas: humana e divina; e n´Ele podemos considerar não só um símbolo, mas também como que um compêndio de todo o mistério da nossa Redenção.

Quando adoramos o Coração de Jesus Cristo, nele e por ele adoramos tanto o amor incriado do Verbo divino como o seu amor humano e os seus demais afetos e virtudes, já que um e outro amor moveu o nosso Redentor a imolar-se por nós e por toda a Igreja, sua Esposa”
.(2)


O primeiro e maior de todos os mandamentos

A Santa Margarida se deve — com o apoio de seu diretor espiritual, São Cláudio la Colombière — a grande expansão da devoção ao Sagrado Coração de Jesus.
  Um escriba de Jerusalém, doutor da lei, perguntou a Jesus qual era o primeiro de todos os mandamentos. Eis a resposta de Nosso Senhor:

“Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente, e com todas as tuas forças” (Mc 12, 30).

Se de todo coração uma pessoa ama a Deus, estará disposta a sacrificar-se por Ele; estará pronta a combater aqueles que atacam e desprezam seus divinos ensinamentos, e tudo fará para reparar as ofensas que se fazem contra Deus.

Qualquer ofensa a Ele, tomará como se fosse mais grave que uma ofensa pessoal, e desejará ardentemente consolá-lo pelo ultraje recebido.

Exemplo admirável desta disposição foi a vida de Santa Margarida Maria Alacoque (1647 - 1690), enaltecida por Nosso Senhor como “discípula dileta de meu Coração”.

A ela se deve — com o apoio de seu diretor espiritual, São Cláudio la Colombière — a grande expansão no século XVII, e nos seguintes, da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, principalmente sob dois aspectos: o amor e a reparação àquele Coração, ofendido pelos pecados dos homens de “coração duro”, “fechado” para a graça divina.

A ela Nosso Senhor pediu (em Paray-le-Monial – França) que fosse instituído o excelente costume da comunhão reparadora das primeiras sextas-feiras de cada mês.

Um exemplo é o de uma simples menina, Jacinta, a quem Nossa Senhora, no ano de 1917, apareceu em Fátima.Com apenas 10 anos, ela já tinha uma clara noção disso. Pouco antes de seu falecimento, disse à sua prima Lúcia: “Se eu pudesse meter no coração de toda a gente o lume que tenho cá dentro no peito, a queimar-me e a fazer-me gostar tanto do Coração de Jesus e do Coração de Maria!”.

Palavras singelas, mas que revelam o quanto uma menina inocente se abrasava de amor de Deus e se compadecia daqueles Corações ofendidos.

 
Até mesmo católicos vivendo como se Deus não existisse

O mundo atual sofre os abalos de um terrível terremoto moral. Todas as instituições da sociedade e do Estado encontram-se flageladas por profundas crises. Certamente porque o Criador e Redentor do gênero humano deixou de estar no centro das cogitações, até mesmo no centro dos corações daqueles que se dizem católicos. Ele é ultrajado de todos os modos, tendo sido destronado na sociedade neopagã de nossos dias.

Como remediar essa catastrófica situação? O Papa São Pio X indicou-nos uma solução: “Se alguém pedir uma palavra de ordem, sempre daremos esta e não outra: Restaurar todas as coisas em Cristo”. Para isso, há necessidade de reentronizar o Sagrado Coração de Jesus nas almas, nas famílias, nas instituições, em todas as nações. Numa palavra: restaurar a realeza social e divina d’Aquele que é “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap 19, 16).


“Fazei nosso coração semelhante ao vosso”

fonte : Associação Apostolado do Sagrado Coração de Jesus
          http://boletim-ultima-semana.blogspot.com

quinta-feira, 3 de junho de 2010

03 de Junho de 2010 - Festa do Corpus Christi


A devoção à Santíssima Eucaristia na Ordem Carmelita

Dizia a Beata Elizabeth da Trindade, monja carmelita : "Mais do que a Eucaristia, parece-me que não há nada que nos possa dizer o amor que existe em Deus. É a união consumada, é ele em nós e nós nele. A Eucaristia é a plenitude transbordante do amor divino. Nela Jesus não nos dá apenas o seu mérito e as suas dores, mas totalmente a si mesmo


Santa Terezinha do Menino Jesus desde o início de sua vocação carmelita, aprendeu e praticou o amor a Jesus Sacramentado : "Logo que ingressou no convento é conduzida ao coro, que - ela afirma - estava na penumbra pela presença do Santíssimo Sacramento exposto. E completa dizendo que declarara aos pés de Jesus Hóstia aquilo que viera fazer no Carmelo. Ao lado de Jesus Hóstia, junto ao sacrário, fará sua morada com muita freqüência nos anos seguintes. Sua célebre poesia "Viver de amor" brotará de seu coração através de um impulso, durante os longos momentos de adoração do Santíssimo Sacramento.
São João da Cruz nos diz: “Uma alma unida a Deus é tão temida quanto o próprio Deus”. Essa união é unir minha vontade com a Dele. Hoje a vontade de Deus para nós é essa união do humano com Divino pela Santa Eucaristia


Por fim, Santa Teresa que dedicou um capítulo de sua biografia para tratar do Grande Sacramento, assim escreveu : "Oh! Riqueza dos pobres, quão admiravelmente sabeis sustentar as almas e, sem que vejam tão grandes riquezas, pouco a pouco as ides mostrando! Quando eu vejo uma majestade tão grande dissimulada em coisa tão pouca como é a Hóstia, fico a admirar sabedoria tão imensa e não sei como me dá o Senhor ânimo e esforço bastante para chegar-me a Si; e se Ele, que me fez e ainda faz mercês tão grandes, ânimo não me desse, nem me seria possível dissimular, nem deixar de dizer aos brados tão grandes maravilhas. Pois que sentirá uma miserável como eu, carregada de abominações e que com tão pouco temor de Deus gastou a sua vida, ao se acercar deste Senhor de tão grande majestade, quando Ele quer que minha alma o veja? Uma boca que tantas palavras falou contra aquele mesmo Senhor, como se poderá juntar àquele corpo gloriosíssimo, cheio de pureza e piedade? E mais dói e aflige a alma, por não O haver servido, o amor que mostra aquele rosto de tanta formosura, com tão grande ternura e afabilidade — do que imprime temor a majestade que nEle se vê. Mas que poderia eu sentir nas duas vezes em que vi isso? Que direi?


Origem da Festa

A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.

Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.

A procissão com o Santíssimo Sacramento conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.

No Brasil

No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.


A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.


Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.


A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – O Sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.

Acontece sempre em uma quinta-feira, em lembrança a quinta-feira santa, quando se deu a instituição desse sacramento. Durante a última ceia com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem a Sua lembrança comendo pão e bebendo vinho que se transformaria em Seu Corpo e Sangue.

” O que come da minha carne e bebe do meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida e meu sangue é verdadeira bebida. O que come da minha carne e bebe do meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come desse pão viverá eternamente.” (Jo 6, 55-59)

Por meio da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.

“Vamos todos louvar juntos o mistério do amor, pois o preço deste mundo foi o sangue redentor, recebido de Maria, que nos deu o Salvador.

Veio ao mundo por Maria, foi por nós que ele nasceu. Ensinou sua doutrina, com o povo conviveu. No final de sua vida, um presente ele nos deu.

Observando a lei mosaica, se reuniu com os irmãos. Era noite, despedida, numa ceia: refeição. Deu-se aos doze em alimento, pelas suas próprias mãos.

A Palavra do Deus vivo transformou o vinho e o pão, no seu Sangue e no seu Corpo para a nossa salvação. O milagre nós não vemos, basta a fé no coração.

Tão sublime sacramento adore-mos neste altar, pois o Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar. Venha a fé por suplemento os sentidos completar.

Ao eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador. Ao Espírito exaltemos, na Trindade eterno amor. Ao Deus uno e trino Demos, a Alegria do Louvor.Amém”

(Santo Tomás de Aquino)

Extraído do site das Carmelitas do Mosteiro São José
http://www.mosteirosaojose.com.br/


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