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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

12 de Dezembro 2010 - Nossa Senhora de Guadalupe - Padroeira da América Latina

“Não estou Eu aqui que sou a tua mãe?”

"A cidade do México foi fundada no sec. XIV pelos Astecas, povo indígena politeísta. O deus mais venerado era Quetzalcóatl, “pássaro serpente”. O culto aos deuses incluía rituais de sacrifícios humanos, onde o coração era arrancado com a pessoa ainda viva, também era feito canibalismo dos órgãos das vítimas. Estima-se que 20.000 pessoas eram mortas por ano. Em sua maioria as vítimas eram escravos, mulheres e crianças. O clímax desses rituais foi em 1487 na dedicação de um novo templo, numa só cerimônia, que durou quatro dias e quatro noites, foram sacrificados mais de 80.000 homens.


No ano de 1519 os espanhóis chegaram a cidade do México, tomando-a em 1521. A partir de então foi difundida a fé e conhecimento do Deus Verdadeiro. E justamente nesse lugar marcado pela idolatria à serpente, ao sol e outros é que Deus se manifesta no ano de 1531. Sobre a montanha surge a jovem senhora, vestida como a rainha dos Astecas se vestiam nas grandes festas. A jovem rainha não é deusa, mas superior aos deuses sol e estrelas, pois com eles se ornava. Ela esmaga a lua (outra representação do deus Quetzalcóatl).


Nossa Senhora aparece ao humilde Juan Diego. Revela-se a mãe do Deus Vivo e expõe seu desejo de derramar sua clemência sobre a terra, pede ao índio que vá ao Bispo e conte sua vontade: construir um templo em sua honra.


Juan Diego segue para cumprir a ordem da Virgem, por duas vezes referiu ao Bispo a mensagem, mas este não acreditou e disse que era preciso um sinal. Juan contou a Virgem que o Bispo não crera em suas palavras. Ela pediu ao índio que retornasse no dia seguinte. Porém, seu tio adoece gravemente. Somente no outro dia tendo de ir chamar um sacerdote para confessar seu tio, seguindo o caminho que sempre passava tenta ir por outra estrada para que a virgem não o enviasse ao bispo. Ela desse ao seu encontro e pergunta aonde ele ia.


Ele então conta da doença e que no outro dia viria para executar a sua ordem. Ao que ela respondeu: “Não estou Eu aqui que sou a tua mãe?” Falou que seu tio estava curado e orientou que subisse ao alto da montanha, colhesse flores e trouxesse até ela. Ele subiu e espantou-se de encontrar variadas flores em uma época que tudo estaria congelado. Colheu as flores colocando em seu tilma, apresentando-as Ela as tocou e ordenou que fosse ao bispo levando esse sinal e que abrisse somente na presença do mesmo.


Ao ser recebido renovou a mensagem de Nossa Senhora de se construir uma igreja, desdobrou o manto deixando cair as rosas e apareceu a imagem de Nossa Senhora de Guadalupe como é vista até hoje no santuário. Esse milagre ainda hoje desafia os cientistas e céticos. O tecido em que está a imagem não teria se conservado por mais de 20 anos. Não há vestígios de pintura, o material que dá origem as cores não pertence a nenhum elemento conhecido na terra, a coloração não está nem na frente e nem no verso e sim as cores flutuam a uma distância de três décimos de milímetro sobre o tecido, sem tocá-lo.


A imagem conserva a temperatura constante de um corpo vivo. Um dos médicos que analisou o ponche colocou seu estetoscópio embaixo do cinto que a Virgem possui e escutou batidas que em ritmos se repete a 115 pulsações por minuto, igual a um bebê no ventre materno. Ao acercar luz sobre os olhos, a retina se retrai e ao retirar se dilata, como ocorre em um olho vivo. Em seus olhos está toda a cena do dia em que foi aberto o manto, revela o bispo, Juan Diego, duas famílias e ainda outra pessoas.


As estrelas visíveis no Manto refletem a exata configuração e posição que se apresentava o céu do México no dia em que aconteceu o milagre, dia 12 de dezembro de 1531.


No ano de 1791, se derrubou ácido muriático no lado superior direito do tecido. Num intervalo de 30 dias, sem tratamento algum, se reconstituiu milagrosamente o tecido afetado. Outra vez, o anarquista espanhol Luciano Perez, no dia 14 de novembro de 1921, colocou ao lado da imagem um arranjo de flores, dentro do qual havia uma potente bomba. Ao explodir, tudo o que estava perto ficou seriamente danificado. Uma cruz metálica, que ficou dobrada, hoje se conserva no templo como testemunha do poder da bomba. Mas… a imagem da Virgem não sofreu dano algum."

 

Virgem de Guadalupe, tu és cheia de graça!

Fontes:
www.sancta.org/moreninha
www.catolicismo.com.br
pt.wikipedia.org

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