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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

15 de Setembro - Festa da Exaltação da Santa Cruz


“A cruz de nosso Senhor Jesus Cristo deve ser a nossa glória: nele está nossa vida e ressurreição; foi ele que nos salvou e libertou”(Cf. Gl. 6,14).

Celebramos hoje uma festa muito importante no seguimento cristão: a EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ. “Enquanto o Mundo gira a Cruz permanece de pé”. Cruz que representa a nossa fé. Cruz que simboliza a nossa doce salvação. Cruz que uniu o céu a terra e a terra ao céu. Cruz que nos torna companheiros de Jesus no nosso itinerário de salvação. Cruz que simboliza o amor absoluto de um Deus Pai que envia seu Filho, em prova de absoluta doação, para nos amar e por amor morrer no Madeiro da Cruz.


Celebrar a Exaltação da Santa Cruz é relembrar que é na cruz e na doce entrega de Cristo que deve residir nossa força, porque ela é fonte de vida e fonte de salvação. Não a cruz em si, mas todo o evento salvífico, que se iniciou na paixão, passou pela morte e culminou na ressurreição. Tudo isso é a motivação maior da nossa esperança e da nossa vida.


A origem da festa que celebramos remonta à dedicação das basílicas do Gólgota e do Santo Sepulcro, constituídas pelo Imperador Constantino, em 13 de setembro de 335, sendo que no dia imediato se mostrava os restos da Santa Cruz.


A celebração da Santa Cruz é celebração de Nosso Senhor Jesus Cristo. É relembrar o evento da paixão, da morte e da ressurreição de Cristo, lembrando que celebramos a fonte que jorra a salvação para toda a humanidade. Significa celebrar o Cristo vitorioso sobre o pecado e a morte. Mais do que tudo isso é celebrar a transfiguração do ser humano em Filho de Deus.


(..)Quando Jesus nos pede para que para segui-lo é mister abandonar tudo, renunciar a si mesmo, tomar a sua Cruz e Segui-Lo tem que ter presente sempre o sofrimento, a renúncia de seus próprios interesses em benefício de um projeto muito mais amplo, muito mais desafiador, um projeto de Igreja, um caminho de salvação. Caminhando com Cristo, nós com Ele carregamos a sua Cruz, as suas humilhações, os pesos físicos do próprio madeiramento, nos configurando aos mistérios da Paixão do Senhor. 


Por isso a liturgia de hoje nos pede que nós nos configuremos a Cristo, que nós soframos com Cristo, que nós carreguemos a Cruz com o Salvador, para que o nosso sofrimento, a nossa dor, se transforme em alegria, se transforme em festa, se transforme em vitória da graça contra o pecado. Por isso, o sofrimento como meio de redenção em Cristo e o da glória como meta, sempre em Cristo, deve iluminar, por esta festa, todo o nosso agir e a nossa práxis de batizados.


Porque Jesus morreu na Cruz? Esse era o castigo mais atroz contra aqueles que eram considerados subversivos pelos romanos. A própria historiografia romana diz que a Cruz é o “máximo suplício”. Constantino, ao se fazer batizar em 315, aboliu a condenação pela Cruz.

Mas, a pergunta do significado da crucificação se faz necessária no dia de hoje. Quais, afinal, eram as razões para se crucificar alguém? A primeira para castigar o criminoso. E a segunda para intimidar a outros crimes. Tudo isso tinha um ritual. As autoridades judiciárias escolhiam um lugar movimentado por onde aquele que seria crucificado iria passar rumo ao calvário. Depois a crucificação era feita em lugar alto, de grande visibilidade, para servir de corretivo para a sociedade judaica, impondo sob o madeiro a motivação de sua condenação. Chegando ao lugar do suplício o condenado era despido e era crucificado nu. Jesus, por ser judeu, dentro do costume daquele povo que se escandalizava fácil, teve como consolo uma tanga ao baixo ventre do justiciado. Depois de pregar o condenado na horizontal a cruz era suspensa, de sorte que ficava alto para que todos pudessem assistir a condenação fatal.

A moral da história, na linguagem moderna, de hoje é que na festa que celebramos o simbolismo da elevação na cruz como elevação na glória, desenvolvido por são João no Evangelho nos leva a contemplar a cruz de Cristo. Não para recair no dolorismo de tempos idos, quando se pensava que quanto mais sofrimento, mas regalia no céu. E que Jesus teve de sofrer na cruz para “pagar” a Deus. A liturgia de hoje nos ensina a olhar para a cruz com um novo sentido; como manifestação do próprio ser de Deus, que é um Deus Amor. A Cruz não é um instrumento de suplício que Deus aplica a seu Filho – por nossa culpa -, mas o sinal de quanto o Pai e o Filho nos amam – o Filho instruído pelo Pai. Nada de sádica exigência de sangue, só amor até o FIM.

Números 21, 4-9, nos ensina o simbolismo prefigurado no episódio da serpente de bronze que Moisés levantou diante dos olhos dos hebreus para esconjurar a praga das serpentes. O tema de elevação/exaltação, inspirado por Is 52, 13, Servo Padecente, preside também à segunda Leitura(Cf. Filipenses 2,6-11), sendo que aqui a exaltação é contrabalançada pelo rebaixamento no sofrimento infligido àquele que nem deveria considerar apropriação injusta a forma divina. 


Vamos, amados irmãos, mergulhar no mistério, na profundeza do Evangelho de hoje: o dom da vida de Jesus, morrendo por amor fiel até a morte, na cruz, é a manifestação da glória, isso é, do ser de Deus que aparece: pois “Deus é amor(Cf. 1 Jo 4,8-9), a tal ponto que Jesus, na hora de assumir a morte na cruz, pode dizer: “Quem me vê,vê o Pai” (Cf. Jo 14,9).


Qual é, caros irmãos, a conseqüência desta exaltação da Cruz? Se Cristo deu a vida por nós, todos nós somos convidados a dar a nossa vida pelos nossos irmãos. Por isso cantemos na segunda leitura em que Jesus esvaziado como escravo e exaltado como Senhor é o exemplo dos que se reúnem em seu nome, parta que considerem os outros mais importantes que a si mesmos e tenham em si o mesmo pensar e sentir dele.


Para todo ser humano a salvação e a vida passam pela cruz. Não a cruz pela cruz. Mas a cruz como expressão de amor, de realização do plano de Deus, do seguimento de Cristo: “Se alguém quiser seguir-me, renuncie a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. Pois aquele que pretender salvar a sua vida, há de perde-la; e quem perder a sua vida por amor de mim, há de encontrá-la” (Cf. Mt 16,24-25).


A cruz é o caminho da vida. Nela se encontra a esperança da vida. Por isso a Igreja proclama e canta: “salve, ó cruz, única esperança”. Ou então: “Nós vos adoramos, santíssimo Senhor Jesus Cristo, e vos bendizemos, porque, pela vossa santa cruz, remistes o mundo!”

Santa Cruz, rogai por nós!

Padre Wagner Augusto Portugal.
Vigário Judicial da Diocese da Campanha, MG

Fonte: Rádio Vaticano

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Falecimento do Revmo Mons. José Possidente

"As minhas maiores alegrias foram sempre quando se ordenavam novos padres. Essa alegria não se paga, ainda mais quando havia sido meu aluno”


Nota de Falecimento:

"Com profundo pesar, comunicamos o falecimento de Exmo. e Revmo. Monsenhor Emanuel José Possidente, Vigário Geral emérito da Administração Apostólica S. J. Maria Vianney e Diretor Espiritual de nosso Seminário.

Monsenhor José passava uns dias com seus familiares em Volta Redonda, foi internado ontem no Hospital da Unimed, e faleceu hoje pela manhã.

O corpo será trazido para Campos, será velado durante a tarde e à noite no Seminário da Imaculada Conceição, e amanhã às 05:30 da manhã será levado em cortejo para nossa Igreja Principal, onde será celebrada a Santa Missa Pontifical de Requiem por sua Exa. Revma. Dom Fernando Arêas Rifan às 08:00.

Logo após a Santa Missa será feito o sepultamento na Capela da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo, no Cemitério do Caju, em Campos.

Elevamos ao Coração Misericordioso de Jesus nossas súplicas pelo descanso eterno de nosso muito amado Monsenhor.

Encomendamos sua alma às Mãos Maternais de Nossa Senhora de quem ele sempre se mostrou filho confiante, e apóstolo dedicado.



Campos, 06 de setembro de 2011
Pela Administração Apostólica,
Pe. Gaspar Samuel Coimbra Pelegrini

Republicamos
 Entrevista com Mons. José Possidente


Com 69 anos de idade, 45 anos de sacerdócio, 40 anos anos como professor e diretor espiritual do Seminário, Mons. Emanuel José Possidente, o conhecido Pe. José, é atualmente o Vigário Geral de Nossa Administração Apostólica.

Mons. José vive no Seminário, edifica muito aos padre e seminaristas sobretudo pela sua piedade eucarística e mariana.

Num dos momentos em que ele estava em sua cadeira de balanço, meditando e recordando as pessoas e coiss antigas, como ele gosta de fazer, nós lhe pedimos uma entrevista e ele atendeu com muito boa vontade.
 
Adapostólica: O que mais o moveu a entrar no seminário?

Monsenhor José: A celebração da Santa Missa. Quando era criança, não gostava do meu vigário, pois ele não gostava de crianças. Sempre pedia para ensinar-me a ajudar a missa, mas nunca o fez. Em certa ocasião em que se ausentou da paróquia por dois meses um outro padre veio substituí-lo e me deixou encantado.

Fiquei maravilhado com a celebração da benção do santíssimo que não conhecia, e mais ainda com a maneira como o novo padre rodava o turíbulo, dando giros de 360º. Ele satisfez logo o meu pedido, e marcou um sábado para ensinar a mim e a outros a santa missa. No dia marcado choveu torrencialmente, e eu fui o único a comparecer, tal era minha vontade de aprender. Ganhei dele também uma carteirinha de marianinho que me encantou ainda mais.

Por essas experiências, depois, já como padre, fiz o propósito de nunca tratar mal uma criança.

Adapostólica: Conte-nos um pouco sobre a vida do Sr. no seminário?
 
MJ: Quando tinha 7 anos fui ao Rio de Janeiro com meu pai, para tratar das vistas e fui visitar o colégio OTATI, em Botafogo, que pertencia a uns meus parentes. Estes me convidaram para lá estudar com tudo pago. Foi um convite tentador pois era pobre e do interior e queria esta grande oportunidade. Mas rejeitei o convite pois queria entrar para o seminário, mesmo sem nunca haver estado num.

Meu pai respeitou a minha opção.Entrei no dia 1º de março de 1946 com 11 anos de idade. Antes de ir para o seminário, meu pai levou-me para visitar o bispo diocesano D. Otaviano Pereira de Albuquerque, para pedir-lhe a benção. Eu não queria ir, pois, tinha medo do bispo, dado que por ocasião da minha Crisma, eu o vi muito bravo. Porém como o bispo estava doente, não pode nos receber mas nos mandou a benção. Eu fiquei contente com isso, pois realmente não queria vê-lo.

Minha mãe sempre me apoiou. O meu pai procurou primeiro me provar, ficou examinando, pois era ele que pagava o seminário para mim. No começo senti muito a falta da minha mãe. Mas dou graças a Deus por ela não me haver me visitado naqueles dias, pois eu teria ido embora.

Eu chorava muito no começo, mas como gostava muito de estudar, entrei logo no ritmo e não pensava muito em estar longe da família e acabava me distraindo com os estudos.

No dia 6 de março do mesmo ano foi nomeado um bispo para Campos (o Cônego Antônio de Castro Mayer) que foi sagrado no dia 23 de Maio. Tão logo foi sagrado foi visitar os seminaristas de Campos que estudavam no Rio de Janeiro. Deixou-me ótima impressão, pois era novo, com 48 anos, baixinho e calmo.

Estudei 6 anos no seminário de S. José no Rio de Janeiro ( seminário menor), e 6 anos no seminário de S. José em Mariana.(seminário maior).

 
Adapostólica: O que mais o incentivava a continuar nos momentos de desânimo.?

Tive poucos desânimos, talvez poupado por Deus, mas o que mais me dava força era a devoção a Nossa Senhora e de modo especial ao Sub Tuum Praesidium.

 
Adapostólica: O que mais o marcou no dois seminários?

MJ: O que mais me marcou no seminário do Rio, foi que todas as vezes que o Monsenhor Francisco Pinto ia ao seminário, a primeira coisa que fazia era visitar o SSmo. na Capela e isso me impressionou muito, pois não via os padres do seminário fazerem isso.

Também as Vésperas dominicais na capela que hoje é da Colegiada de S. Pedro. Íamos todos em procissão descendo muitas escadas, todos em fila. Os Seminaristas menores iam de batina preta com faixa azul e barrete preto com borla azul; os maiores iam todo de preto; além disso sentávamos nas estalas. Tudo isso marca muito numa criança.

Os seminaristas iam a todo evento religioso que havia na cidade do Rio de Janeiro. Por esse motivo assisti quando seminaristas a 3 sagrações episcopais:

D. Luis Palha 1948.

D. Elder Câmara 1951.

D. Oton Mota 1952, que foi meu diretor espiritual.

Quando o Cardeal Ruffini passou pelo Rio de Janeiro representando o Santo padre Pio XII, também fomos assistir, e muitos outros eventos.
Às vezes assistíamos a algum filme, sempre a já censurado pelos padres.
Essas são as minhas principais lembranças do Seminário do Rio.
De Mariana as melhores recordações que trago são:
A santidade do Padre Avelar, meu diretor espiritual. Era um padre Lazarista, muito sábio e santo.

Também os dois sacristãos do meu tempo que foram Mons. Pessanha e Mons. Fischer, para mim os melhores de Mariana; nunca faziam nada de provisório na sacristia, sempre tudo muito bem feito.

Adapostólica: Quando o Sr. foi ordenado e quais as funções ou cargos que ocupou?
 
MJ: Fui ordenado no dia 19/12/1959 na Catedral Diocesana de Campos por D. Antônio de Castro Mayer, então Bispo de Campos. Em Janeiro do seguinte ano, fui para Porciúncula substituir o padre que havia saído e lá recebi a nomeação de Coadjutor da Paróquia de S. Fidélis, onde assumi em março de 1960 e lá fiquei por 5 anos, sendo ao mesmo tempo diretor e professor do Colégio Fidelense.

No dia 1º de Maio de 1965 fui chamado por D. Antônio para o Seminário, para ser professor e diretor das vocações, substituindo ao Pe. Roberto, hoje Bispo de Campos. Ao mesmo tempo fui coadjutor do Cônego Oton na Paróquia de Varre-Sai, e depois vigário ecônomo.

Em 1968 fui nomeado pároco de Morro do Coco de dezembro a março de 1969 sem deixar os cargos anteriores. Em Varre-Sai fiquei como vigário até 1971.

Em 1977 vim para Campos com o Seminário Maior e Menor e passei a dar assistência na Igreja de N. S. do Perpétuo Socorro. Em 1982 quando foi fechado o Seminário fui nomeado coadjutor da Paróquia de N. S. do Terço.

Com a criação da Administração Apostólica, fui nomeado Vigário Geral da mesma.
 
Adapostólica: Qual a maior alegria que o Sr. teve no sacerdócio?

MJ: As minhas maiores alegrias foram sempre quando se ordenavam novos padres. Essa alegria não se paga, ainda mais quando havia sido meu aluno.

Adapostólica: O Sr. é feliz no sacerdócio?

MJ: Muito feliz, porque sei que estou fazendo a vontade de Deus.

Adapostólica: Que Conselhos o Sr. daria para os jovens que receiam entrar no Seminário por acreditarem que a vida do padre é triste?

MJ: O importante é fazer a vontade de Deus. Quanta tranqüilidade, quanta alegria depois de nos entregarmos nas mãos dos superiores pela obediência sabendo que se está fazendo a vontade de Deus.

Adapostólica: Que conselhos o Sr. Daria para os seminaristas hoje?

MJ: Que todos aproveitem bem o tempo de Seminário e que tenham muita confiança em Deus, Nossa Senhora e S. José, e muita abertura com os superiores.

Devem ter também uma devoção particular um santo, como S.João Bosco, S. João Berckmans, S. Vicente de Paulo, S. Luis de Gonzaga, S. Francisco de Sales e outros.



Setembro - Mês da Bíblia

A Bíblia não é um livro só, mas um conjunto de 73 livros, redigidos por autores diferentes em épocas, línguas e locais diversos, num espaço de tempo de cerca de mil e quinhentos anos. Sua unidade se deve ao fato de ter sido todos eles inspirados por Deus, que vem a ser portanto o seu autor principal e garantia da sua inerrância.

É o livro sagrado por excelência, inspirado e escrito para o nosso bem. “Toda a Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça. Por ela, o homem de Deus se torna perfeito, capacitado para toda boa obra” (II Tim 3, 16-17).

Mas a Bíblia não é um livro de ciências humanas. Ela não foi escrita, diz Santo Agostinho, “para nos dizer como vai o Céu, mas como se vai ao Céu!” É um livro de ciência divina.

Além disso, a Bíblia não é um livro fácil de ser lido e interpretado. São Pedro, falando das Epístolas de São Paulo, nos diz que “nelas há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o fazem também com as demais Escrituras” (II Ped 3, 16).


Por isso, o mesmo São Pedro nos adverte: “Sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal. Porque jamais uma profecia foi proferida por efeito de uma vontade humana. Homens inspirados pelo Espírito Santo falaram da parte de Deus”. Assim, o ofício de interpretar autenticamente a palavra de Deus escrita ou transmitida foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce em nome de Jesus Cristo que disse aos Apóstolos e seus sucessores “até a consumação dos séculos”: “Ide e ensinai a todos os povos tudo o que vos ensinei... quem vos ouve a mim ouve”.


O ponto central da Bíblia, convergência de todas as profecias, é Jesus Cristo, Alfa e Omega, princípio e fim. O Antigo Testamento é preparação para a sua vinda, e o Novo a realização do seu reino. O Novo estava latente no Antigo e o Antigo se esclarece no Novo.


Dom Fernando Arêas Rifan
Bisbo Titular de Cedamusa
Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

Publicado no Jornal Folha da manhã -- 30 Set 2006.

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