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quinta-feira, 18 de julho de 2013

Semana Missionária - Campos RJ - Rumo a JMJ 2013





Foto : Pe. Claudiomar com os Jovens da Administração Apostólica                                                        


Artigo do Sr. Bispo Dom Fernando Arêas Rifan*

            Como preparação para a Jornada Mundial da Juventude na próxima semana no Rio de Janeiro, em todas as dioceses do Brasil se promove a Semana Missionária, quando os peregrinos de diversas partes do mundo são recebidos e se unem aos jovens locais para já entrarem no clima dessa grande romaria. “Rezemos então por esta grande peregrinação que começa, para que Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, guie os passos dos participantes e abra os seus corações para acolher a missão que Cristo dará a eles” (Papa Francisco). 



            Aqui, em Campos, estamos recebendo para esta Semana Missionária 200 peregrinos de vários países: Costa Rica, Espanha, Alemanha, Venezuela, Índia, México e República do Congo, que aqui vieram, aproveitando sua ida para a JMJ, para conhecer a nossa terra, seus costumes, sua gente e sua catolicidade, e se preparar com os nossos jovens para o grande encontro com o Papa no Rio de Janeiro. É uma excelente oportunidade de nos irmanarmos no mesmo amor cristão sem fronteiras e no mesmo ideal de uma juventude cheia de esperança. Todos esses jovens são muito bem-vindos entre nós. Que eles se sintam em casa, sabendo que nos une o mesmo amor e o mesmo entusiasmo por uma juventude sadia e um mundo cristão. 



            “A dimensão da ‘peregrinação’ faz parte do espírito da JMJ. Eis que estamos às portas, e jovens do mundo inteiro estarão acorrendo ao “Santuário Mundial da Juventude” para o encontro com Cristo juntamente com o primeiro peregrino, o sucessor do Apóstolo Pedro, o Papa Francisco, em sua primeira viagem apostólica. Os jovens não virão à nossa cidade como turistas, mas sim como peregrinos que buscam um encontro amoroso com Cristo Ressuscitado. Este é o espírito da Jornada. Todas as vezes que nós vamos peregrinar devemos nos preparar espiritualmente. Precisamos fazer um exame de consciência completo de nossa vida cristã, de nossa pertença às comunidades e de nossa adesão ao Evangelho. Somos chamados a nos arrepender de nossos pecados, procurando deixar de lado tudo aquilo que nos afasta de Deus e da Santa Igreja. Como eu sigo Jesus Cristo? Como eu vivo o Evangelho? Esta deve ser a nossa preocupação fundamental nesse itinerário espiritual tanto para os que chegam como para os que acolhem os jovens aqui no ‘Santuário Mundial da Juventude’.” 



Todo ser humano é por natureza um peregrino. Esta característica exprime-se, quer na viagem existencial de cada pessoa, quer nas múltiplas viagens que ela realiza pelas estradas da vida. Um dos motivos para a essa viagem é a fé. O homem põe-se a caminho, à procura de Deus ou atraído para o encontro com Ele. As peregrinações evocam nossa caminhada pela terra em direção ao céu. São tradicionalmente tempos fortes para renovar nossa oração. Ao virem como peregrinos ao Rio de Janeiro, a caminhada é para que o encontro com o Senhor os faça viver como discípulos à ‘luz da fé’, que os leva a retornar para suas casas como animados missionários: ‘Ide e fazei discípulos entre todas as nações!’ (cf. Mt 28, 19)” (Dom Orani João Tempesta, Arcebispo do Rio de Janeiro).




                 *Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

                                      http://domfernandorifan.blogspot.com.br/






visite também : www.adapostolica.org
Site Oficial da Adm. Apostólica S. João Maria Vianney

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013
SEMANA MISSIONÁRIA
De 15 a 21 de julho


DIOCESE DE CAMPOS E ADMINISTRAÇÃO APOSTÓLICA

15/07/13 (segunda-feira)
• Acolhida dos peregrinos: Programação livre.

16/07/13 (terça-feira)
• Acolhida dos peregrinos: Programação livre.

17/07/13 (quarta-feira)
08:00 – Café da manhã.
09:30 – Acolhida: Projeto Estrela do Amanhã.
10:00 – Catequese e Missa no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora.
12:00 – Almoço no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora.
13:00 – Tarde Histórica: Caminho de Santo Amaro.
15:00 às 18:00 –Tarde Cultural em Sto. Amaro (Cavalhada e Mana Chica do Caboio).
19:00 – Retorno a Campos para o Teatro (Escadaria da Câmara).
Após o Teatro: distribuição dos kits de jantar ao embarcar nos ônibus. Volta aos alojamentos. Descanso.

18/07/13 (quinta-feira)
8:00 – Café da manhã no alojamento.
8:30 – Saída para S. João da Barra.
10:00 – Catequese e Missa por grupo lingüístico.
12:00 – Almoço.
13:00 – Tarde livre e Festa Julhina em S. João da Barra.
20:00 – Retorno a Campos.
22:00 – Repouso.

19/07/13 (sexta-feira)
8:00 – Café da manhã.
8:30 – Saída para a UENF.
9:00 – Manhã Universitária.
11:00 – Santa Missa na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus.
12:00 – Almoço na Paróquia do Sagrado Coração de Jesus.
13:00 – Tarde Missionária (os Peregrinos irão em caminhada) – Coordenação Nelinho e RCC.
Locais:
• Terminal de ônibus (Beira Rio).
• Rodoviária Roberto Silveira.
• Avenida Pelinca.
• Mercado Municipal e Shopping Popular.
• Boulevard Francisco Paula Carneiro (Calçadão).
18:00 – Fim da tarde Missionária: concentração diante da Catedral Diocesana. E distribuição dos kits de jantar.
20:00 – Noite Cultural: Concerto no Teatro Trianon.
22:00 - Volta aos alojamentos. Descanso.

20/07/13 (sábado)
8:00 – Café da manhã.
9:00 – Saída para a Igreja Principal da Adm. Apostólica.
10:00 – Missa Pontifical na Igreja Principal da Adm. Apostólica.
12:00 – Almoço na Igreja Principal da Adm. Apostólica.
14:00 – Tarde de Caridade Social – Coordenação da Comunidade Fonte de Água Viva.
15:00 – Visita às instituições:
• Obra do Salvador.
• Centro Catequético Comunidade da Baleeira.
• Comunidade Tamarindo.
• Centro Juvenil São Pedro (Comunidade da Linha do Rio).
• Projeto Lara.
19:00 - Distribuição dos kits de jantar na Praça do Ssmo. Salvador.
20:00 – Adoração Eucarística na Catedral Diocesana.
21:00 – Show de Evangelização. Retorno ao alojamento. Repouso.

21/07/13 (domingo)
8:00 – Café da manhã.
9:00 – Saída para a Catedral Diocesana.
10:00 – Missa de envio dos Peregrinos na Catedral Diocesana.
11:00 – Distribuição dos kits de almoço na Praça do Ssmo. Salvador e despedida dos Peregrinos.

III – JMJ RIO 2013: de 23 a 28 de Julho

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Festa de Nossa Senhora do Carmo - 13 de Julho de 2013



 
A Santíssima Virgem Maria, Esplendor e Glória do Carmelo 
 
 
Com grande alegria celebramos hoje, em comunhão com a Ordem Carmelita e com a Igreja universal, a solenidade da Santíssima Virgem Maria, Mãe e Rainha da Ordem do Carmo.O Monte Carmelo, espaço de silêncio, de contemplação e encontro com o Deus vivo, é exaltado pela sua beleza, desde os tempos bíblicos. A Palavra Carmelo, de origem hebraica, significa “vinha do Senhor”. Neste Monte santo, o Profeta Elias, grande contemplativo, viveu profundas experiências com Deus. Juntamente com a Santíssima Virgem Maria, esplendor e glória do Carmelo, ele foi escolhido pelos carmelitas como seu inspirador espiritual.
 
Elias, homem de audácia profética
 
A primeira leitura apresenta-nos o Profeta Elias, grande defensor do Deus vivo e verdadeiro, prostrado em oração, no cimo do Monte Carmelo, pedindo a chuva tão desejada, perante uma terrível seca que assolava a região. É que, apesar das enérgicas advertências de Elias que, na sua mensagem profética, apelava à constante conversão do coração, o povo eleito, em contacto com os povos idolátricos, inclinava-se muitas vezes para os falsos deuses e abandonava o Senhor.Diz-nos o texto bíblico que, em resposta à súplica de Elias, “o fogo do Senhor desceu sobre o holocausto e queimou-o (…) e o povo exclamou: “O Senhor é Deus! Só o Senhor é que é Deus!” (1Rs 18, 36-37). A oração ardente do Profeta, cheia de confiança e humildade, tocou o coração do Senhor Deus.
 
 
Abandonar o verdadeiro Deus, ou simplesmente ignorá-l’O, é uma tentação de todos os tempos e de todas as épocas, como na atual sociedade secularizada. A tentação da idolatria do dinheiro, do poder e do prestígio, do egoísmo e do prazer, conduz muitas vezes ao esquecimento do próprio Deus e cria no coração humano situações de angústia e sem horizontes de felicidade.
 
A nuvenzinha, que subia do mar, preanunciava a chuva benfazeja, como verdadeiro sinal de Esperança. E a chuva tão desejada, perante aquela grave calamidade da seca, surgiu em abundância e encheu de vida e de alegria a terra ressequida. 
 
 
Na plenitude dos tempos 
 
A segunda leitura, extraída da Carta de S. Paulo aos Gálatas, introduz-nos na era messiânica, “a plenitude dos tempos” (Gal 4,4), quando Deus enviou o Filho ao mundo, nascido de uma mulher, Maria. O texto, de uma grande beleza e profundidade teológica, está marcado pelo admirável ensinamento da filiação divina. Na verdade, o Espírito Santo, o novo Fogo descido do Céu, enviado por Deus, habita o coração dos crentes, como num templo. É o Espírito que nos introduz na comunhão do Amor trinitário e, no silêncio do coração, clama dentro de nós: “Abbá Pai”! Como ressonância desta vivência da inabitação trinitária, lembro a jovem mística Elizabeth da Trindade, carmelita francesa, falecida no início do séc. XX, e a sua missão profética e carismática no mistério da Igreja. Imersa no profundo Amor Trinitário, com o seu magistério espiritual, ilustra bem a riqueza da vivência pessoal da mensagem de S. Paulo sobre a filiação divina, incorporação em Cristo e dinamismo da graça baptismal, até à transformação no “Louvor de Glória da Trindade”, como a si própria se intitulava.Colhemos dos seus escritos esta bela e profunda mensagem, que a todos nos interpela: “A Trindade, eis aí a nossa morada, o nosso lar, a casa paterna de onde nunca devemos sair”. Antes de falecer, Elizabeth prometeu continuar a sua missão, desde a eternidade, de atrair o coração dos crentes à intimidade e recolhimento interior com o Deus, Uno e Trino. Como é belo viver esta harmonia espiritual, que nasce “do olhar contemplativo e adoração silenciosa” da presença de Deus em nós!
 
Maternidade espiritual de Maria
 
O relato evangélico de S. João fala-nos da situação dramática da morte de Jesus, perante o olhar enternecido de sua Mãe, que O acompanha naqueles últimos momentos, tão importantes na história da Humanidade. Ao consumar a obra da Redenção, Jesus agonizante na Cruz, confiou a Igreja nascente a Maria e revelou-lhe a sua maternidade espiritual: “Eis a tua Mãe”! Maria é a Mãe da Igreja e o discípulo amado representa todos os seus membros: Maria é, também, a Mãe de cada um de nós! E diz-nos o texto que “a partir daquele momento, o discípulo (João) recebeu-a em sua casa”(Jo 19,27).Receber Maria na nossa casa é deixá-la entrar no nosso coração e na nossa vida, na família, na escola e na sociedade em geral. É também aprender na escola de Maria a verdadeira Sabedoria, os valores evangélicos, encarnados em gestos concretos de amor, perdão, disponibilidade e serviço generoso aos outros. Com Maria-Mãe em nossa casa, sentimo-nos sempre seguros e amparados, em todos os momentos, especialmente nas dificuldades da vida. A sua mão terna e firme aponta-nos o Caminho, que é Jesus Cristo Senhor, fonte de Vida e Esperança.
 
O Escapulário, penhor de esperança
 
Sabemos através da tradição secular da Ordem do Carmo que, a 16 de Julho de 1251, Nossa Senhora apareceu a S. Simão Stock e lhe ofereceu o Escapulário, dizendo. “Eis o privilégio que te dou a ti e a todos os filhos do Carmelo: todo o que for revestido desse hábito será salvo”. Esta graça foi rapidamente difundida pelos fiéis, sendo muitos, ainda hoje, aqueles que recebem e trazem consigo o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo.João Paulo II, grande devoto de Nossa Senhora, confidenciava um dia: “Eu também levo no meu coração, há tanto tempo, o Escapulário do Carmo! Por isso, peço à Virgem do Carmo que nos ajude a todos, os religiosos e as religiosas do Carmelo e os piedosos fiéis que a veneram filialmente, para crescermos em seu amor e irradiarmos no mundo a presença desta Mulher do silêncio e da oração, invocada como Mãe da misericórdia, Mãe da esperança e da graça".Um rico património espiritual. Na Ordem do Carmo floresceram, ao longo dos séculos, grandes santos e santas, também da Ordem Terceira, que enriqueceram a Igreja com um rico património espiritual teológico-místico, como por exemplo, Santa Teresa de Ávila, S. João da Cruz, reformadores do Carmelo e doutores da Igreja, Santa Teresinha do Menino Jesus, tão conhecida e amada na nossa terra, e tantos outros. 
 
Ainda hoje, o seu testemunho vivencial mantém um grande fascínio e actualidade pela beleza e frescura da sua mensagem mística.De particular relevância é o amor e afecto filial, que a Ordem sempre dedicou a Nossa Senhora do Carmo. Dizia Santa Teresa de Ávila, cheia de ternura e gratidão para com a Santa Mãe de Deus: “É maravilhoso e agradável a Nosso Senhor qualquer serviço feito à sua Mãe, e a sua misericórdia é grande para os que o fazem”. A família carmelita aprendeu na escola da Virgem do Carmo, a Senhora da Contemplação, o caminho da entrega e disponibilidade total ao Amor, na Igreja.Todos beneficiamos desta rica espiritualidade, com a presença dos Sacerdotes Carmelitas, aqui nesta igreja, no centro da cidade, onde tantas pessoas se encontram com Maria, a Mãe do Carmelo, sinal de consolação e de esperança, e caminho seguro que conduz a Deus. Como Bispo do Funchal, agradeço-lhes a presença, o testemunho e a actividade pastoral que desenvolvem na nossa Diocese.Santa Mãe de Deus, Senhora do Carmo, rogai por nós! 
 
 
Funchal, 16 de Julho de 2010† António Carrilho, Bispo do Funchal
 
Solenidade de Nossa Senhora do Carmo Igreja do Carmo - Funchal, 17 de Julho de 2010 

sábado, 13 de julho de 2013

O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo I





O Escapulário de Nossa Senhora do Carmo

Um sinal da vida humana

num mundo feito de realidades materiais cheias de simbolismo: a luz, o fogo, a água... Na vida de cada dia existem experiências de relações entre os seres humanos que exprimem e simbolizam coisas mais profundas como partilhar a comida (sinal de amizade), participar de uma manifestação de massa (sinal de solidariedade), celebrar junto de uma festa nacional (sinal de identidade).
Temos necessidade de sinais ou símbolos que nos ajudem a compreender e a viver os fatos mais conscientes daquilo que somos como pessoas e como grupos. 


Um sinal da vida cristã

Jesus é o grande dom e o sinal do amor do Pai. Ele estabeleceu a igreja como sinal e instrumento do seu amor. Na vida cristã também existem sinais. Jesus os utilizou: o pão, o vinho, a água, para nos fazer compreender realidades superiores que não vemos e não tocamos. Na celebração da Eucaristia e demais sacramentos (batismo, confirmação, reconciliação, matrimônio, ordem sacerdotal, unção dos enfermos), os símbolos (água, óleo, imposição das mãos, alianças), exprimem o seu significado e introduzem-nos numa comunicação com Deus, presente através deles. Além dos sinais litúrgicos, existem na igreja outros ligados a um acontecimento, a uma tradição, a uma pessoa. Um deles é o Escapulário do Carmelo.

Um sinal mariano


Um dos sinais da tradição da Igreja, há sete séculos, é o Escapulário de Nossa Senhora do Carmo. É um sinal aprovado pela igreja e aceite pela Ordem do Carmo como manifestação extrema de amor a Maria, de confiança filial nela e do compromisso de imitar a sua vida. A palavra "Escapulário" indica uma vestimenta que os monges usavam sobre o hábito religioso durante o trabalho manual. Com o tempo assumiu um significado simbólico: o de carregar a cruz de cada dia, como os discípulos e seguidores de Jesus. Em algumas Ordens religiosas, como no Carmo, o Escapulário tornou-se um sinal da sua identidade e vida. O Escapulário simbolizou o vínculo especial dos carmelitas com Maria a Mãe do Senhor, que exprime a confiança na sua materna proteção e o desejo de imitar a sua vida de doação a Cristo e aos outros. Transformou-se assim num sinal mariano.


Das Ordens Religiosas ao Povo de Deus


Na idade média, muitos cristãos queriam associar-se às Ordens religiosas fundadas naquele tempo: franciscanos, dominicanos, agostinianos, carmelitas. Surgiram grupos de leigos associados a eles, por meio das confraternidades.

Todas as Ordens religiosas desejavam dar aos leigos um sinal de afiliação e participação do próprio espírito e do próprio apostolado. Este sinal era constituído de uma parte do hábito: a capa, o cordão, o Escapulário.

Entre os carmelitas estabeleceu-se o Escapulário como o sinal de afiliação à Ordem e expressão da sua espiritualidade.


Os grandes privilégios do Escapulário


No dia 16 de julho de 1251, São Simão Stock suplicava a Nossa Senhora ajuda para resolver um problema da Ordem Carmelitana, da qual era o Prior Geral. 


Enquanto ele rezava, a Virgem apareceu- lhe, trazendo o Escapulário nas mãos, e disse essas confortadoras palavras: "Filho diletíssimo, recebe o Escapulário da tua Ordem, sinal especial de minha amizade fraterna, privilégio para ti e todos os carmelitas. Aqueles que morrerem com este Escapulário não padecerão o fogo do Inferno. 

É sinal de salvação, amparo e proteção nos perigos, e aliança de paz para sempre".


continua....

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