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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Meditação - Terceiro Mistério Luminoso - O Anùncio da Boa Nova




Meditemos sobre o anúncio do Reino de Deus e o convite de Jesus à conversão.

O início da pregação do Evangelho foi marcado por um apelo de Jesus: “Convertei-vos e crede no Evangelho”(Mc 1,15), daí a necessidade da conversão. Assim, Jesus iniciou sua pregação anunciando o advento do Reino de Deus convidando à conversão e perdoando os pecados de quem se dirige a Ele com humilde confiança. É o início do ministério de misericórdia que Ele prosseguirá exercendo até o fim do mundo, especialmente através do Sacramento da Reconciliação confiado a sua Igreja (cf. Jo 20,22-23). A conversão é um processo permanente de transformação da própria conduta e tem como meta a santificação. A conversão não é feita apenas de boas intenções, mas, sobretudo com atitudes concretas que alterem a forma de viver. Peçamos, portanto, ao Espírito de Deus o dom da conversão para que, pelo processo de santificação, possamos produzir bons frutos em nossa família, no trabalho, na igreja e na sociedade.



OS PRIMEIROS SEGUIDORES
«Deixaram tudo e seguiram Jesus»

Naquele tempo, estava a multidão aglomerada em volta de Jesus, para ouvir a palavra de Deus. Ele encontrava-Se na margem do lago de Genesaré e viu dois barcos estacionados no lago. Os pescadores tinham deixado os barcos e estavam a lavar as redes. Jesus subiu para um barco, que era de Simão, e pediu-lhe que se afastasse um pouco da terra. Depois sentou-Se e do barco pôs-Se a ensinar a multidão. Quando acabou de falar, disse a Simão: «Faz-te ao largo e lançai as redes para a pesca». Respondeu-Lhe Simão: «Mestre, andámos na faina toda a noite e não apanhámos nada. Mas, já que o dizes, lançarei as redes». Eles assim fizeram e apanharam tão grande quantidade de peixes que as redes começavam a romper-se. Fizeram sinal aos companheiros que estavam no outro barco, para os virem ajudar; eles vieram e encheram ambos os barcos, de tal modo que quase se afundavam. Ao ver o sucedido, Simão Pedro lançou-se aos pés de Jesus e disse-Lhe: «Senhor, afasta-Te de mim, que sou um homem pecador». Na verdade, o temor tinha-se apoderado dele e de todos os seus companheiros, por causa da pesca realizada. Isto mesmo sucedeu a Tiago e a João, filhos de Zebedeu, que eram companheiros de Simão. Jesus disse a Simão: «Não temas. Daqui em diante serás pescador de homens». Tendo conduzido os barcos para terra, eles deixaram tudo e seguiram Jesus.
[Lc 5, 1-11]

Jesus vive um momento de maior popularidade, sempre rodeado por multidões que o querem ouvir e tocar. Um certo dia, a multidão era tanta que pediu ajuda a uns pescadores que estavam na praia a lavar as redes, depois de uma noite sem pesca. Entrou num dos barcos e pediu-lhes que o afastassem um pouco de terra, para ser mais fácil falar à multidão, ser visto e ouvido por todos. 

Quando acabou de falar dirigiu-se aos pescadores que O tinham ajudado: “Pedro, Tiago, João, que tal irmos juntos à pesca?”. Para os pescadores experimentados, a ideia era insólita: “ir à pesca durante o dia, depois de uma noite sem pescar nada?!”. Mas algo lhes indicou que deviam aceitar. 

O resultado foi espetacular: barcos cheios de peixe , quase a afundar-se! O espanto de Pedro fê-lo sentir pequeno e pecador diante daquele homem! Uns anos depois, quando já conhecesse melhor este Jesus, certamente diria outra coisa diferente do que disse nesta altura: “aproxima-te (e não afasta-te) de mim, que sou um homem pecador!”

Ao convite de Jesus para deixar de pescar peixe e dedicar-se a ser “pescador de homens”, a resposta foi imediata: deixaram tudo e seguiram-n’O.

• Contemplo Jesus neste momento tão gratificante da Sua vida: misturo-me com a multidão e oiço como Ele fala, como ri, como se aproxima das pessoas e como suscita alegria, paz, desejo de mudança. 

• Recordo as situações da minha vida em que fui desafiado/a por Jesus a “fazer-me ao largo e lançar as redes”. Que confiança tenho Nele quando me pede para fazer o que não espero? 

• Agradeço a abundância que Deus tem posto na minha vida. 

• Consciente da minha pequenez e pecado, peço-Lhe que Se aproxime de mim, que nunca Se afaste, que não Se canse de me chamar para O seguir!


Ir. Marina Santos, aci

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