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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Atualização do Flos Carmeli - 15 de Agosto Festa da Assunção de Maria e mais...


“Hoje a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à gloria do Céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho....” (Prefácio da Festa).

Em breves e sublimes palavras, a liturgia nos oferece o cerne do mistério que a Igreja contempla e celebra hoje na Solenidade de Nossa Senhora Assunta ao céu. Ela canta a intrínseca e inseparável relação da Virgem Maria com Cristo, morto e ressuscitado e, ao mesmo tempo, com o povo de Deus peregrino na história, e que de Cristo é o corpo vivo. Este povo peregrino fica caminhando na esperança rumo à vinda gloriosa do mesmo Cristo, consolado e fortalecido nas suas tribulações pelo exemplo e a intercessão da Bem-Aventurada Virgem.

«Hoje, a Arca Santa e Viva do Deus Vivo, Aquela cujo seio tinha trazido o Seu próprio Criador, repousa no templo do Senhor, templo não construído pela mão do homem. David, seu antepassado e parente de Deus, dança de alegria (2 Sm 7,14); os Anjos dançam em coro, os Arcanjos aplaudem e as Potestades dos céus cantam a sua glória…»

Santo Padre João Damasceno (cerca de 675-749),
 Monge, Teólogo e Doutor da Igreja


O Padre Modelo - Artigo de S.Exa. Rev. D.Fernando Rifan

O mês de agosto é o mês dos sacerdotes e das vocações, porque nele se celebra o patrono de todos os padres, São João Maria Vianney, o Cura ou Pároco da cidadezinha francesa de Ars, “modelo sem par, para todos os países, do desempenho do ministério e da santidade do ministro”, no dizer de São João Paulo II, paradigma para a nova evangelização.

Nascido de uma família de camponeses católicos e muito caridosos, João Maria tinha sete anos quando o Terror da Revolução Francesa reinava em Paris e os padres eram exilados ou mortos. Recebeu a primeira comunhão aos treze anos, durante o segundo Terror, quando a igreja de sua cidade foi fechada e as tropas revolucionárias atravessavam a paróquia.

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Santa Edith Stein - Festa 07 de Agosto 


Santa Edith Stein nasceu a 12 de Outubro de 1891, no seio de uma família de judeus. A cidade que a viu nascer chama-se Breslau, na Alemanha. Apaixonadíssima pela busca e conhecimento da verdade, procurou-a com toda a força da sua alma, desde a sua juventude. Não encontrou a verdade, nem na religião judaica nem na filosofia que entretanto estudou e ensinou como professora na Universidade de Gottingen. Um dia, encontrando o Livro da Vida, escrito pela Nossa Santa Madre Teresa de Jesus, exclamou entusiasmada: «Esta é a verdade!», e não parou de ler enquanto não terminou o livro. 

Batizou-se em 1922, tomando o nome de Teresa. Em 1933 entrou no Carmelo da Cidade de Colónia, tomando o nome de Teresa Benedita da Cruz; pois, como dizia, foi Santa Teresa quem a despertou para a Verdade e, em S. João da Cruz, nosso pai, encontrou a perfeita vivência do mistério da Paixão, a razão do seu viver. Imitando-o tomou o nome da Cruz. Ofereceu-se como vítima de Deus, pelo seu povo e pela paz.

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15 de Agosto - Assunção de Maria - Uma mulher vestida de sol.


«Segunda Homilia sobre a Dormição»


“Hoje a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à gloria do Céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho....” (Prefácio da Festa).

Em breves e sublimes palavras, a liturgia nos oferece o cerne do mistério que a Igreja contempla e celebra hoje na Solenidade de Nossa Senhora Assunta ao céu. Ela canta a intrínseca e inseparável relação da Virgem Maria com Cristo, morto e ressuscitado e, ao mesmo tempo, com o povo de Deus peregrino na história, e que de Cristo é o corpo vivo. Este povo peregrino fica caminhando na esperança rumo à vinda gloriosa do mesmo Cristo, consolado e fortalecido nas suas tribulações pelo exemplo e a intercessão da Bem-Aventurada Virgem.

«Hoje, a Arca Santa e Viva do Deus Vivo, Aquela cujo seio tinha trazido o Seu próprio Criador, repousa no templo do Senhor, templo não construído pela mão do homem. David, seu antepassado e parente de Deus, dança de alegria (2 Sm 7,14); os Anjos dançam em coro, os Arcanjos aplaudem e as Potestades dos céus cantam a sua glória…»

Santo Padre João Damasceno (cerca de 675-749),
 Monge, Teólogo e Doutor da Igreja

Ao celebrarmos o mistério da Ressurreição e Ascensão de Jesus Cristo junto ao Pai, já realizado plenamente em Maria, Mãe de Deus e mãe nossa, junto com a Igreja vislumbramos nela a meta do nosso caminho, vivenciado ainda através das provações do deserto da história, fortalecidos, porém, pela esperança da vitória final sobre os sofrimentos e a morte; vitória esta que já resplandece na história e no rosto de Maria Assunta.

“Cristo Jesus subiu aos céus e preparou, no reino eterno, um lugar para sua mãe, a Santa Virgem, aleluia”: canta a Antífona das Primeiras Vésperas da Solenidade. Cristo Jesus, ressuscitado dos mortos “como primícias dos que morreram” (1 Cor 15,20 – primeira leitura), cumpre primeiro em sua mãe a sua páscoa, que é também o destino e a meta de todos os membros do seu corpo. A Leitura breve das Primeiras Vésperas, introduz a solenidade com as palavras do apóstolo na carta aos Romanos e que evidenciam como, no plano de Deus, a meta do caminho está potencialmente já inserida no primeiro passo do próprio caminho da salvação: 

“Aqueles que Deus predestinou, também os chamou; e aos que chamou, também os tornou justos; e aos que tornou justos, também os glorificou” (Rm 8,30 ).


Na carta aos Efésios Paulo sublinha com vigor o dinamismo da ressurreição participada em Cristo: “Deus manifestou sua força em Cristo, quando o ressuscitou dos mortos e o fez assentar à sua direita nos céus... Com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos céus, em Cristo Jesus, a fim de mostrar nos tempos vindouros a extraordinária riqueza da sua graça, pela sua bondade para conosco” (Ef 1,20.2, 6-7).

Maria, por primeiro, foi assunta por graça ao céu em alma e corpo, na integridade da sua pessoa, superando os laços da morte, no exemplo e em solidariedade a seu filho, Jesus ressuscitado. Ela nos antecipou ao chegar à meta; tornou-se, de tal modo, sinal certo do caminho a percorrer e do objetivo a alcançar que nos é prometido por graça.

O vidente do apocalipse, com seu olhar profético, antecipa na luz da fé o futuro do povo de Deus e orienta nossos passos para aquela meta: “Abriu-se o templo de Deus que está no céu e apareceu no templo a arca da aliança.... Então apareceu no céu um grande sinal: 

"Uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas”(Ap. 11,19a; 12.1)."

A visão profética deixa vislumbrar aquilo que na experiência sofrida do dia a dia daqueles que acreditam no Senhor e o seguem, fica escondido e constitui um desafio sempre novo à fé e à esperança de seus seguidores. Em Cristo morto e ressuscitado, que é o verdadeiro templo de Deus (cf Jo, 2, 21-22), foi inaugurada a aliança nova e definitiva. A “arca”, guardada no segredo, na tenda de Moisés e no templo de Salomão em Jerusalém, como símbolo da aliança, agora se torna visível, no céu. A liturgia identifica a arca com Maria, pois ela guarda em si mesma e revela ao mundo a aliança vivente que é o próprio Cristo.

A “arca da aliança”, no Antigo Testamento simbolizava o compromisso de Deus em favor do seu povo, a presença fiel com a qual ele o acompanhava em todas as suas aventuras, alegres e tristes. Continha também as indicações de vida (as duas tábuas da Lei), que o povo devia seguir para responder de maneira digna à sua vocação de povo escolhido e chamado à liberdade.

Lucas, no evangelho de hoje, descreve a visita de Maria à sua prima Isabel nos mesmos termos de festa e alegria com os quais a arca de Deus foi acolhida por parte do rei Davi na cidade de Jerusalém, que se torna daquele momento em diante a “cidade santa”, a “cidade do Senhor” (2 Sam 6). Maria é a verdadeira arca da aliança enquanto, depois de ter recebido na fé e gerado na carne o filho de Deus (São Leão Magno), o apresenta ao mundo novo dos simples de coração, como o menino João, que reage dançando de alegria ao aproximar-se de Jesus, ainda escondido no ventre de sua mãe.

Os cantos de agradecimentos e de louvor de Isabel e de Maria interpretam não somente os sentimentos das duas mães, fecundas por graça, mas também a alma profunda de toda a história renovada. Esta presença do Senhor no meio do seu povo o sustenta em seu caminho e no seu combate.

No céu aparece o segundo grande sinal: “uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas”. A mulher no seu esplendor de luz, aparece já capaz de dominar as mutabilidades da história, simbolizadas pela lua posta debaixo dos pés. Mas ela se encontra ao mesmo tempo na condição de extrema fragilidade, pelo fato de estar grávida e estar nas dores do parto. Diante dela se posiciona o dragão com a intenção de devorar o filho que está para nascer. Ele porém, será posto a salvo junto de Deus, e a mulher acolhida no deserto, como Israel no seu caminho para a terra prometida.

A tradição da Igreja, desde os Padres dos primeiros séculos, reconhece no símbolo desta mulher, gloriosa e frágil ao mesmo tempo, as etapas de realização da mesma e única Palavra de Deus que cumpre seu dinamismo ao longo da história da salvação. Nela vislumbra a comunidade de Israel da qual nasce o messias; a Igreja que gera o Cristo em cada cristão pela pregação do evangelho e pela fé; enfim, vê também Maria que acolhe Cristo na sua fé e o gera segundo a carne.

No contexto da celebração da Solenidade de Maria Assunta ao céu, o texto hoje proclamado nos orienta a contemplar em conjunto a experiência de Maria e o caminho de fé da Igreja e de cada cristão e cristã.

A Igreja celebra a Virgem Maria como a “Mãe de Deus” e do seu unigênito Jesus Cristo, por ter dado ao Verbo de Deus sua própria carne. Hoje aquela mesma carne é glorificada e acolhida na plenitude da vida de Deus. Quando confessamos na fé que Maria foi Assunta junto de Deus em alma e corpo, falamos da integridade da sua pessoa, com todos seus sentimentos e sua existência humana de mulher. Ela viveu deixando-se guiar em plena obediência e liberdade de amor pelo Espírito, que a tornou fecunda da vida mesma de Deus.

O cântico do “Magnificat”, centro do evangelho de hoje, constitui o reconhecimento humilde e alegre por parte de Maria das maravilhas cumpridas por Deus na sua vida pessoal, e ainda mais na história do seu povo e em prol da inteira família humana.

A obra mais maravilhosa cumprida pelo Pai, e objeto da contemplação de hoje, porém, é a própria Maria. Seu primeiro “sim”, expressão de fé incondicionada ao surpreendente anúncio do anjo em Nazaré, desemboca no “sim”, pronunciado no grito silencioso da alma transpassada pela espada da dor, aos pés da cruz. De Nazaré ao calvário, ela acompanhou com renovada entrega de si mesma o caminho do Filho, guardando no seu coração sem entender, o que acontecia, e sempre confiando na fidelidade de Deus às suas promessas. 

“Eles, porém, não compreenderam a palavra que ele lhes dissera... Sua mãe, porém, conservava a lembrança de todos estes fatos em seu coração” (cf Lc 2, 50.51).

Enquanto contempla e celebra em Maria esta obra maravilhosa de Deus, a Igreja reconhece nela seu próprio inicio e modelo, pela fé e o amor com os quais ela consentiu ao chamado de Deus, chamado que a conduziu até a plenitude do reino no céu.

A constituição Lumen Gentium (Conc. V. II) , que trata do mistério da Igreja, da sua identidade e da sua missão, dedica o inteiro capítulo oitavo à Bem-Aventurada Virgem Maria no mistério de Cristo e da Igreja. O dogma da assunção de Maria ao céu em corpo e alma foi definido em maneira explícita pelo papa Pio XII no ano 1950, mas ele estava enraizado na tradição espiritual da Igreja e no culto dos fiéis, desde os primeiros séculos. Renovando e enriquecendo o ensino dos Padres da Igreja e da sua tradição secular à luz do dogma, o Concílio oferece à inteligência espiritual da Igreja e à piedade dos fiéis novos horizontes, que nos fazem descobrir ainda melhor o lugar privilegiado de Maria no mistério de Cristo e da Igreja e o grande dom que ela constitui na vida de cada um de nós.

O Concílio destaca esta profunda proximidade de Maria com a experiência humana e espiritual do inteiro povo de Deus, apresentando-a como “mãe da igreja”. Pela profunda unidade com todos os membros da Igreja, Maria “é saudada também como membro super-eminente e de todo singular da Igreja, como seu tipo e modelo excelente na fé e na caridade. E a Igreja católica, instruída pelo Espírito Santo, honra-a com afeto de piedade filial como mãe amantíssima” ( LG 53).

Partilhando a mesma sorte de combate e de graça, o povo cristão, com o instinto profundo da fé, desde sempre tem sentido a Virgem Maria como sua intercessora junto do Pai e do seu Filho unigênito.

O grande horizonte teológico delineado pelo Concílio com suas reflexões sobre a Virgem Maria no mistério de Cristo e da Igreja, e as riquezas espirituais oferecidas pela liturgia das variadas festas marianas, constituem uma preciosa oportunidade para renovar e valorizar os tesouros de autêntica devoção, que o povo de Deus tem criado e guardado ao longo dos séculos, sobretudo na América Latina e no Brasil.

Como o batismo, que nos conforma ao Cristo morto e ressuscitado, nos impele a viver na terra com a tensão da vida plena em Deus, assim, ao celebrarmos a elevação à gloria do céu da Virgem Maria, mãe do filho de Deus, pedimos ao Senhor com a Igreja:“dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória” (Oração do dia).

Autor : Dom Emanuele Bargellini, Prior do Mosteiro da Transfiguração - Doutor em liturgia pelo Pontificio Ateneo Santo Anselmo(Roma)

Leituras: Ap 11, 19a; 12, 1.3a.10 - 1 Cor 15, 20-27a – Lc 1, 39-56

fonte: http://wwww.ordemterceiradocarmose.com.br/

Agosto - Mês das Vocações


 Dom Fernando Arêas Rifan* 

O mês de agosto é o mês dos sacerdotes e das vocações, porque nele se celebra o patrono de todos os padres, São João Maria Vianney, o Cura ou Pároco da cidadezinha francesa de Ars, “modelo sem par, para todos os países, do desempenho do ministério e da santidade do ministro”, no dizer de São João Paulo II, paradigma para a nova evangelização.

Nascido de uma família de camponeses católicos e muito caridosos, João Maria tinha sete anos quando o Terror da Revolução Francesa reinava em Paris e os padres eram exilados ou mortos. Recebeu a primeira comunhão aos treze anos, durante o segundo Terror, quando a igreja de sua cidade foi fechada e as tropas revolucionárias atravessavam a paróquia. O governo revolucionário estabeleceu a constituição civil do clero e só os padres que faziam esse juramento cismático eram conservados nos cargos. Os outros padres, fiéis à Igreja e que não aceitavam aquele cisma, eram perseguidos, mas atendiam secretamente os fiéis nos paióis das fazendas. Foi a visão desses heróis da fé que fez surgir no jovem Vianney a sua vocação sacerdotal. Candidato, pois, ao heroísmo e à cruz no ministério.

Enfrentou dificuldades no Seminário, donde chegou a ser despedido por incapacidade nos estudos, teve problemas com o serviço militar, conseguiu, porém, aos vinte e nove anos, ser ordenado sacerdote, mas sem permissão para ouvir confissões. Após três anos, foi enviado a uma pequeníssima paróquia, Ars, onde permaneceu durante 42 anos, até o fim da sua vida.

“Há pouco amor de Deus nessa paróquia”, disse-lhe o Vigário Geral ao nomeá-lo, “Vossa Reverendíssima procurará colocá-lo lá”. De fato, Ars, nesse período pós Revolução Francesa, estava esquecida de Deus: pouca frequência às Missas, trabalho contínuo nos domingos, bailes, blasfêmias, etc. O Pe. Vianney começou com penitências e orações próprias. Pregação e catequese contínuas, visitas às famílias e caridade para com os pobres. A Igreja foi se enchendo. Ouvia confissões desde a madrugada até a noite. Peregrinos de toda a França acorriam a Ars, chegando a cem mil por ano. Suas pregações eram assistidas por bispos e cardeais. Seu catecismo era ouvido por grandes pregadores que ali vinham aprender com tanta sabedoria. Morreu aos 74 anos, esgotado pelas penitências e trabalhos apostólicos no ministério sacerdotal. Dizia esse herói da Fé: “É belo morrer depois de ter vivido na cruz”.

Por que razão a Igreja escolheu este santo tão simples para patrono dos padres? Porque sua vida demonstra a nulidade humana e a grandeza do poder de Deus. Para que aprendamos que não são nossos dotes e qualidades humanas que salvam as almas: Deus é que é o protagonista de toda ação pastoral. Por isso também o escolhemos para patrono de nossa União Sacerdotal, transformada pela Santa Sé em Administração Apostólica.

Que todos os fiéis, os grandes interessados, rezem pelos nossos sacerdotes e seminaristas, para que eles imitem a humildade, pobreza, retidão, zelo e fidelidade desse grande herói do ministério sacerdotal, que tanto honrou o sacerdócio paroquial e a Igreja de Cristo.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

http://domfernandorifan.blogspot.com.br/



sábado, 15 de julho de 2017

15 de Julho - Novena de Nossa Senhora do Carmo - 9o. Dia



9º Dia
Tema: “Porque o Poderoso fez em mim grandes coisas” (Lc 1,49)

Maria abriu seu coração ao Pai. Por isso, Deus pôde nela fazer maravilhas que encantam e a fazem proclamar “O Poderoso fez em mim grandes coisas”.

Súplica à Santíssima Virgem Maria

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora torna-se discípulo de Jesus. Nossa devoção a Maria deve ser expressão do nosso amor e da nossa confiança em seu filho Jesus, Caminho, Verdade e Vida. Supliquemos a Deus, por intermédio de Nossa Senhora do Carmo:

Por nossas necessidades pessoais (suas intenções); 

Oração a Nossa Senhora do Carmo 

Bendita e Imaculada Virgem Maria, beleza e glória do Carmelo! Vós que tratais com especial bondade especial os que trazem o vosso amantíssimo hábito, olhai para mim benignamente e cobri-me com o manto de vossa maternal proteção. Fortificai minha fraqueza com vosso poder, iluminai as trevas do meu espírito com a vossa sabedoria, aumentai em mim a fé, a esperança e a caridade. Ornai minha alma com graças e as virtudes que a façam agradável ao vosso divino Filho. Assisti-me durante a vida, consolai-me na hora da morte com a vossa amável presença. Apresentai-me à Santíssisma Trindade, como vosso filho e servo dedicado, para vos louvar e bendizer eternamente no paraíso. Assim seja. 

Mãe e Esplendor do Carmelo, rogai por nós. Amém.

AVE MARIA (3 vezes)

Reflexão

Subida ao Monte Carmelo
S.João da Cruz


"Modo para chegar ao Tudo para chegares ao que não sabes, hás de ir por onde não sabes. Para chegares ao que não gozas, hás de ir por onde não gozas. Para vires ao que não possuis, hás de ir por onde não possuis. Para vires a ser o que não és, hás de ir por onde não és. 

Modo de possuir tudo para vires a saber Tudo, não queiras saber coisa alguma. Para vires a gozar tudo, não queiras gozar coisa alguma. Para vires a possuir tudo, não queiras possuir coisa alguma. Para vires a ser tudo, não queiras ser coisa alguma. 

Modo para não impedir o tudo quando reparas em alguma coisa, Deixas-te de arrojar-te ao tudo. Porque para vires de todo ao tudo, hás de deixar de todo só tudo. E quando vieres a tudo ter, hás de tê-lo sem nada querer. Porque se queres ter algo em tudo, não tens puro em Deus teu tesouro. 

Indício de que se tem tudo nesta desnudez acha o espírito sua quietação e descanso, porque, nada cobiçado, nada o impele para cima e nada o oprime para baixo, porque está no centro de sua humildade; pois quando cobiça alguma coisa nisto mesmo se fadiga."




Atualizações do Flos Carmeli


Quarta Feira - 12 de Julho - Nossa Senhora do Carmo e suas Figuras da Criação 


No próximo  dia 16, celebraremos a festa de Nossa Senhora do Carmo. Em nossa cidade de Campos, esta festa é celebrada com muita devoção na Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo. Um dos títulos com que os carmelitas e os fiéis em geral chamam a Nossa Senhora é do “Flor da Carmelo”, Virgo Flos Carmeli. Antes de falarmos desta Flor, falemos um pouco do Carmelo. Carmelo quer dizer vinha de Deus ou jardim (continua...)





São Luís Martin e Santa Zélia Guérin, pais de Santa Teresa de Lisieux, foram o primeiro casal a ser canonizado em uma mesma cerimônia na história da Igreja“Os santos esposos (...) viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações das filhas, nomeadamente a de Santa Teresinha do Menino Jesus”, disse o Papa Francisco em 18 de outubro de 2015, durante a Missa de canonização.. (continua)



A situação do Brasil, em especial no Estado do Rio de Janeiro, está calamitosa, pela violência que se espalha vertiginosamente, pela difícil situação econômica, pela instabilidade e desordem social e pela falta de credibilidade nos poderes públicos. Sem soluções humanas em vista, nós, os Bispos do Estado do Rio de Janeiro, estamos convocando os fiéis católicos para uma intensa jornada de oração pela paz. De 3 a 14 de julho, rezaremos o Terço do Rosário de Nossa Senhora, Rainha da Paz (continua...)


"Cristo, esse louco de amor, me fez louca também”, dizia Santa Teresa dos Andes, jovem carmelita descalça que buscava estar sempre em comunhão com Jesus. Faleceu ainda nova, aos 19 anos, e tornou-se modelo de santidade principalmente para a juventude latino-americana, da qual é padroeira. (continua...)






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sexta-feira, 14 de julho de 2017

14 de Julho - 8o. Dia da Novena do Carmo / Atualizações do Flos Carmeli


 


8o. Dia da Novena 

Tema: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48) Maria,

 mulher amada de Deus, mulher bendita entre todas a mulheres, 
nos trouxe a vida em abundancia: Jesus 

Súplica à Santíssima Virgem Maria O verdadeiro devoto de Nossa Senhora


Atualizações do Flos Carmeli


Quarta Feira - 12 de Julho - Nossa Senhora do Carmo e suas Figuras da Criação 


No próximo  dia 16, celebraremos a festa de Nossa Senhora do Carmo. Em nossa cidade de Campos, esta festa é celebrada com muita devoção na Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo.

Um dos títulos com que os carmelitas e os fiéis em geral chamam a Nossa Senhora é do “Flor da Carmelo”, Virgo Flos Carmeli.

Antes de falarmos desta Flor, falemos um pouco do Carmelo. Carmelo quer dizer vinha de Deus ou jardim(...)





São Luís Martin e Santa Zélia Guérin, pais de Santa Teresa de Lisieux, foram o primeiro casal a ser canonizado em uma mesma cerimônia na história da Igreja.


“Os santos esposos (...) viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações das filhas, nomeadamente a de Santa Teresinha do Menino Jesus”, disse o Papa Francisco em 18 de outubro de 2015, durante a Missa de canonização.

A família, depois de dezenove anos de matrimônio, diante da crise econômica que afligia a França, querendo garantir o bem-estar e o futuro a seus filhos, encontrou a força para deixar a cidade francesa de Alençon e se mudar para Lisieux.


Luís Martin trabalhou como relojoeiro e joalheiro e Zélia Guérin como pequena empresária de uma oficina de bordado. Junto com suas cinco filhas, deram seu tempo e seu dinheiro a fim de ajudar os mais necessitados. (continua)



A situação do Brasil, em especial no Estado do Rio de Janeiro, está calamitosa, pela violência que se espalha vertiginosamente, pela difícil situação econômica, pela instabilidade e desordem social e pela falta de credibilidade nos poderes públicos. Sem soluções humanas em vista, nós, os Bispos do Estado do Rio de Janeiro, estamos convocando os fiéis católicos para uma intensa jornada de oração pela paz. De 3 a 14 de julho, rezaremos o Terço do Rosário de Nossa Senhora, Rainha da Paz, em praça pública, em 10 cidades diferentes, sempre às 11 h. Em Campos, a Diocese de Campos e a Administração Apostólica São João Maria Vianney se unirão na Praça do Santíssimo Salvador, no dia 13 próximo, amanhã, portanto, às 11 h. Você é nosso convidado. Estaremos implorando o socorro do Céu, por intercessão da Santíssima Virgem Maria, tanto mais que estamos na novena em preparação para a sua festa, sob o título de Nossa Senhora do Carmo, que celebraremos no próximo domingo, dia 16 de julho (continua...)


"Cristo, esse louco de amor, me fez louca também”, dizia Santa Teresa dos Andes, jovem carmelita descalça que buscava estar sempre em comunhão com Jesus. Faleceu ainda nova, aos 19 anos, e tornou-se modelo de santidade principalmente para a juventude latino-americana, da qual é padroeira.

Nascida em 13 de julho de 1900, em Santiago, no Chile, recebeu o nome Joana Fernandez Solar. Seus pais, Miguel e Lúcia, a educaram em um ambiente cristão. Aos seis anos passou a participar da Missa quase diariamente ao lado de sua mãe. Essa vivência nutriu no coração da menina o grande desejo de receber a primeira comunhão, o que aconteceu em 1910. A partir de então, procurava comungar todos os dias e gostava de passar longos momentos em um íntimo diálogo com Jesus.(continua...)

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14 de Julho - Novena de Nossa Senhora do Carmo - 8o. Dia



8º Dia 

Tema: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48)

Maria, mulher amada de Deus, mulher bendita entre todas a mulheres, nos trouxe a vida em abundancia: Jesus

Súplica à Santíssima Virgem Maria

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora torna-se discípulo de Jesus. Nossa devoção a Maria deve ser expressão do nosso amor e da nossa confiança em seu filho Jesus, Caminho, Verdade e Vida. Supliquemos a Deus, por intermédio de Nossa Senhora do Carmo:

Por nossas necessidades pessoais (suas intenções); 

Oração a Nossa Senhora do Carmo 

Bendita e Imaculada Virgem Maria, beleza e glória do Carmelo! Vós que tratais com especial bondade especial os que trazem o vosso amantíssimo hábito, olhai para mim benignamente e cobri-me com o manto de vossa maternal proteção. Fortificai minha fraqueza com vosso poder, iluminai as trevas do meu espírito com a vossa sabedoria, aumentai em mim a fé, a esperança e a caridade. Ornai minha alma com graças e as virtudes que a façam agradável ao vosso divino Filho. Assisti-me durante a vida, consolai-me na hora da morte com a vossa amável presença. Apresentai-me à Santíssisma Trindade, como vosso filho e servo dedicado, para vos louvar e bendizer eternamente no paraíso. Assim seja. 

Mãe e Esplendor do Carmelo, rogai por nós. Amém.

AVE MARIA (3 vezes)

Reflexão

BUSCANDO A DEUS
Santa Teresa de Ávila
Alma, buscar-te-ás em Mim.
E a Mim buscar-me-ás em ti.
De tal sorte pôde o amor,
Alma, em mim te retratar,
Que nenhum sábio pintor
Soubera com tal primor
Tua imagem estampar.
Foste por amor criada,
Bonita e formosa, e assim
Em meu coração pintada,
Se te perderes, amada,
Alma, buscar-te-ás em Mim.
Porque sei que te acharás
Em meu peito retratada,
Tão ao vivo debuxada*,
Que, em te olhando, folgarás
Vendo-te tão bem pintada.
E se acaso não souberes
Em que lugar me escondi,
Não busques aqui e ali,
Mas , se me encontrar quiseres,
A Mim, buscar-me-ás em ti.
Sim, porque és meu aposento,
És minha casa e morada;
E assim chamo, no momento
Em que de teu pensamento
Encontro a porta cerrada.
Busca-me em ti, não por fora…
Para me achares ali,
Chama-me, que, a qualquer hora,
A ti virei sem demora,
E a Mim buscar-me-ás em ti.
*Debuxada: esboçada. Uso de sinônimo, por desconhecimento do seu significado na tradução para a língua portuguesa.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

13 de Julho - Novena de Nossa Senhora do Carmo - 7o. Dia


7º Dia

Tema: "Ele olhou para a humildade de sua serva" (Lc 1,48)


Maria é a filha predileta do Pai, que a escolheu por mãe, para nos dar a vida. Ela é a virgem bendita que, na humildade, se fez serva por amor ao Senhor.



Súplica à Santíssima Virgem Maria

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora torna-se discípulo de Jesus. Nossa devoção a Maria deve ser expressão do nosso amor e da nossa confiança em seu filho Jesus, Caminho, Verdade e Vida. Supliquemos a Deus, por intermédio de Nossa Senhora do Carmo:

Por nossas necessidades pessoais (suas intenções); 

Oração a Nossa Senhora do Carmo 

Bendita e Imaculada Virgem Maria, beleza e glória do Carmelo! Vós que tratais com especial bondade especial os que trazem o vosso amantíssimo hábito, olhai para mim benignamente e cobri-me com o manto de vossa maternal proteção. Fortificai minha fraqueza com vosso poder, iluminai as trevas do meu espírito com a vossa sabedoria, aumentai em mim a fé, a esperança e a caridade. Ornai minha alma com graças e as virtudes que a façam agradável ao vosso divino Filho. Assisti-me durante a vida, consolai-me na hora da morte com a vossa amável presença. Apresentai-me à Santíssisma Trindade, como vosso filho e servo dedicado, para vos louvar e bendizer eternamente no paraíso. Assim seja. 

Mãe e Esplendor do Carmelo, rogai por nós. Amém.

AVE MARIA (3 vezes)


Reflexão
Expressão da alma enamorada
A minha alma embevecida
Contempla vossas obras…
Quem pode vos louvar,
Ó Deus imenso?!
Minha alma se extasia,
Deus Poderoso!
Um nada, um grão de areia
Grita: vinde a mim!
Quem pode afirmar
Que o Poderoso olha?
O vosso olhar! Vós que me olhais,
Vinde a mim.
Só Vós, ó meu Deus,
Sois o meu Tudo.
Vos contento, bondade infinita,
Vejo vosso olhar maternal.
Vinde logo, sol de justiça.,
Amém.

B. Elizabeth da Trindade



quarta-feira, 12 de julho de 2017

Nossa Senhora do Carmo e suas Figuras na Criação




Por Pe. Gaspar S. C. Pelegrini
Adm. Apostólica S.J.Maria Vianney

No próximo  dia 16, celebraremos a festa de Nossa Senhora do Carmo. Em nossa cidade de Campos, esta festa é celebrada com muita devoção na Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo.

Um dos títulos com que os carmelitas e os fiéis em geral chamam a Nossa Senhora é do “Flor da Carmelo”, Virgo Flos Carmeli.

Antes de falarmos desta Flor, falemos um pouco do Carmelo. Carmelo quer dizer vinha de Deus ou jardim de Deus.

Sim o Carmelo é um jardim. E há uma coisa curiosa neste jardim florido: as flores mais viçosas, mais belas e mais perfumadas deste jardim, são todas da mesma espécie: uma flor chamada Teresa.

Teresa é uma espécie de rosa espiritual. Assim como rosas, nós as temos de diversos tipos, cores, tamanhos, mas todas com o mesmo perfume, assim a rosa chamada Teresa: Temos uma grande rosa, que é a grande Teresa de Jesus, a reformadora do espírito do Carmelo.

Temos um rosa também muito grande, mas que se fez pequenina, e por isso a chamamos de Teresinha, uma rosa muito especial, e eu farei uma grande mortificação para não falar dela. Temos Teresa Margarida do Coração de Jesus, Teresa Benedita da Cruz. Teresa dos Andes (que celebramos no último dia 13). Eu incluo também Teresa de Calcutá, que não era carmelita, mas era contemplativa e tinha uma alma teresiana, e escolheu este nome por causa de Santa Teresinha.

Nossa Senhora e suas figuras na criação

Na Ladainha de Nossa Senhora, além de a chamarmos por seus títulos próprios, nós a invocamos com uma série de figuras. Aliás a Palavra de Deus e a Sagrada Tradição nos ensinam a recorrer a figuras para falarmos de N. Senhora.

A Igreja para falar de Nossa Senhora, de seu poder, de suas prerrogativas, de suas virtudes, usando da Escritura e da Sagrada Tradição, no ensina contemplar a beleza de Nossa Senhora em todas as coisas que Deus criou.

Aplica a Nossa Senhora as qualidades de toda a criação:

Assim a Igreja compara Nossa Senhora:

- com as nuvens: nuvem que traz a chuva à terra árida (profeta Elias);

- com as estrelas: Stella Maris, Estrela do Mar, como cantamos no Novenário. Estrela da Manhã, aquela que anuncia que já vai nascer o sol; Ela aparece coroada de estrelas.

- com a aurora: “quasi aurora consurgens”, como a aurora que nasce; aurora são os primeiros raios da manhã. Maria é a primeira remida.

- com o sol: Ela aparece no Apocalipse, vestida de sol, ou seja revestida da graça e da santidade que provem de Deus, que se tornou seu Filho;

- com a lua, cuja luz é reflexo do sol, e ilumina a terra sem ferir nossos olhos;

- com o fogo: a sarça ardente de Moisés que queima sem se consumir, em que a Liturgia vê uma figura de Nossa Senhora, de sua santíssima virgindade.

- com a água: Nossa Senhora é chamada de rio, de fonte, orvalho;

- com a terra: terra fecunda da qual nasceu Jesus

- com os campos, pela beleza, pelos frutos:

- com os montes, que estão mais perto do céu, “Maria Mons”, Maria monte, como se diz num hino a N. Senhora .

- com um grande rochedo;

- com pedras preciosas;

- com uma casa bem rica: “Casa de Ouro”;

- com uma cidade fortificada, “Civitas Dei”

- com uma torre, “Torre de Davi, Torre de marfim”

- com a doçura do mel;

- com as aves do céu: é chamada de pomba formosa, de andorinha, de rola;

- com um jardim: “hortus conclusus”, jardim reservado

- Com as flores

É sob esta figura que queremos contemplar Nossa boa Mãe.

É chamada de rosa, e explica S. Bernardo, “branca pela pureza; vermelha pela caridade”; é chamada de lírio, de flor dos campos, flor da videira.

Flor do Carmelo. Flos Carmeli;

Carmelo é o jardim de Deus, a vinha de Deus.

O Pai é agricultor.

Deus gosta de jardins. Exemplos: Jardim do Paraíso, Jardim das Oliveiras, as pregações de Jesus.

E Nossa Senhora vem confirmando que lhe agrada esta comparação.

Em Guadalupe, ela opera o milagre das rosas. Em Lourdes, ela aparece tendo rosas de ouro em seus pés. Em Fátima, ela diz que as almas que a amam, serão como flores, colhidas por ela para enfeitar o trono de Deus. Na imagem de Nossa Senhora Aparecida, ele tem duas rosas presas no cabelo.

O que nós queremos com todas as figuras é expressar de diversas formas tudo que Nossa Senhora é.

Olhemos então para as flores. O que elas tem em comum com Nossa Senhora?

- A beleza: as graças e dons que ele recebeu de Deus. Assim como Deus fez as flores tão lindas, muito mais ele fez bela a Sua mãe.

- O perfume: suas virtudes. Sua vida.

Mais características da flor:

- dão perfume para os outros. A caridade desinteressada de Maria

- às vezes, muitas vezes, elas tem que ser cortadas, arrancadas para agradar aos outros, para alegrar os outros. Nossa Senhora entregou toda sua vida. Teve que aceitar perder seu próprio filho.

- às vezes as despetalamos. A beleza da flor está às vezes em que ela ser destruída.

- elas sempre dão perfume. Mesmo que ninguém saiba. Assim foi a vida de Nazaré. Fala-se tão pouco do que lá aconteceu.

- Nas árvores, as flores são sinais de frutos.

- a flor é para todos os momentos: tristes ou alegres.

- a flor nos atrai. Nos leva a querer tocá-la, a sentir seu perfume.

Mas há uma diferença entre as flores e Nossa Senhora: As flores são passageiras.

Há muito tempo, o homem vem tentando perpetuar as flores: as lindas rosáceas das catedrais góticas são uma prova disso: o homem tentou colocar a beleza frágil das flores na fortaleza das pedras…

Mas Deus já o tinha feito: Deus eternizou a beleza e o perfume de todas as flores quando criou a Virgem Maria.

Por isso, Nossa Senhora será sempre a Vitis Florígera, a videira florida, A rosa recens, a rosa fresca, O lilium sempre candidum, o lírio imaculado.

A flor mais bela e mais perfumada do Jardim de Deus: A Flor do Carmelo.




fonte: www.adapostolica.com

tags: Nossa Senhora do Carmo, Carmelitas, Carmelo, 16 de Julho, Carmo, Escapulario, Ordem Terceira do Carmo,Monte Carmelo

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