Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

domingo, 8 de outubro de 2017

Religião na Escola - por S.Exa. Rev. D. Fernando Rifan


Leia Também
Educação Religiosa dos Filhos - Portal Catequese Hoje 
Erros da "Ideologia do Gênero - Padre Paulo Ricardo"
Degradação da Arte e perversão infantil - D. Henrique Soares da Costa


Quando, nos EEUU, se promulgou a primeira lei compulsória sobre a educação pública, o “Boston’s Catholic Newspaper” assim comentou: “A própria compreensão do mundo, e desse modo uma educação acertada, é aquela centrada em torno de Deus. Qualquer outra coisa leva ao ateísmo ou à rejeição de Deus”. [...] As crianças são, em primeiro lugar, da responsabilidade de seus pais. A família é a ‘célula vital’ da sociedade. É anterior ao Estado, tanto cronológica quanto ontologicamente. O Estado pode oferecer ajuda à família, mas nunca suplantar sua estrutura básica ou integridade”. 


Para a doutrina moral católica, a sadia laicidade, entendida como autonomia da esfera civil e política da religiosa e eclesiástica – mas não da moral – é um valor adquirido e reconhecido pela Igreja, no mundo atual. “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, ensinou Jesus (Mt 22, 21). César não pode se intrometer nas coisas de Deus, nem a religião ditar normas que pertencem a César (o Estado). Mas César também tem deveres para com Deus, que lhe é superior. O Estado brasileiro é leigo e, por isso, não pode se intrometer no conteúdo da religião. Mas não é ateu, por isso não pode propagar o ateísmo ou a irreligião, que também são formas de religião. Deve sim oferecer às famílias, para auxiliá-las, o ensino religioso em suas escolas, sendo o conteúdo da alçada das autoridades religiosas de cada religião. Assim, a Constituição Federal do Brasil (art. 19) proíbe ao Estado, que é laico, estabelecer cultos religiosos ou igrejas, subvenciona-los, embaraçar-lhes o funcionamento, etc, mas, por não ser ateu, estabelece (art. 210 §1º) que “o ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental”. 


Por respeitar a Deus – e a Constituição Federal declara explicitamente, no seu Preâmbulo, que é promulgada “sob a proteção de Deus” – o Estado brasileiro ordena o ensino religioso nas escolas públicas. Por ser laico, e respeitar os ateus, a lei declara que a matrícula é facultativa. Por ser laico também, e não ter competência em matéria religiosa, o Supremo Tribunal Federal decidiu acertadamente que o Ensino Religioso nas escolas públicas deve ser confessional e plural, ou seja, o conteúdo do Ensino Religioso é da competência das autoridades religiosas dos diversos credos credenciados e não do Estado. Aos pais dos menores compete decidir se querem e qual o ensino religioso desejam para seus filhos. É confessional e plural, por seguir as normas de cada religião existente. Não é ensino religioso sincrético, ou sincretismo religioso, uma mistura de religiões, porque essa religião não existe. 


Há que se notar a diferença entre ensino religioso e catequese. Esta se faz nas Igrejas, endereçada à vida cristã e à participação na vida da comunidade paroquial. Ensino religioso, que se faz na escola, é a instrução religiosa básica da fé e da moral, especialmente dos valores humanos e cristãos, as virtudes a praticar, os vícios a evitar e a dignidade da pessoa humana, sem proselitismo nem opressão das consciências. 

Dom Fernando Arêas Rifan
Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
http://domfernandorifan.blogspot.com.br/



Tags: educação cristã, ideologia gênero, erros modernos, família cristã, doutrina social da igreja

A História de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá - Padroeira da Colombia

Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá - Padroeira da Colombia



Chiquinquirá é uma pequena cidade situada às margens do rio Suárez, na Colômbia. É também conhecida como capital da província do ocidente e capital religiosa da nação. Seu nome, na língua dos índios chibcha, significa "povo sacerdotal". 



No século XVI, os missionários dominicanos chegaram na Colômbia, trazendo com eles a imagem de Nossa Senhora para converter os indígenas ao catolicismo. Um dos colonizadores era Dom Antonio de Santana um homem muito rico, designado como administrador das aldeias de Sutmarchán e Chiquinquirá. Devoto da Virgem do Rosário ele pediu ao padre dominicano, André Jadraque, que providenciasse uma imagem dessa invocação para colocar na capela erguida em Sutmarchán. A encomenda foi passada ao pintor Alonso de Narváez, radicado na região. Num tecido rústico de algodão fabricado pelos índios, o artista pintou a imagem de Maria do Rosário ladeada pelos Apóstolo Santo André e Santo Antonio de Pádua. A inclusão dos dois santos foi iniciativa de Alonso, pois sobrara espaço suficiente na tela para homenagear os padroeiros do padre e do administrador, seus clientes. 



O quadro foi colocado no altar da capela de Sutmarchán durante a missa de inauguração da capela, em 1562 e ficou exposto para veneração popular durante doze anos. Depois, já quase apagado e corroído pela umidade, foi levado à casa da fazenda dos Santana em Chiquinquirá. Em 1577, Dom Antonio faleceu e a viúva Dona Joana, se retirou para aquela propriedade. Na arrumação da chegada, o quadro do Virgem do Rosário foi colocado num canto da capela e lá ficou esquecido.

Oito anos depois chegou na fazenda Maria Ramos, uma cunhada do falecido Dom Antonio, vinda da Espanha para ajudar nos trabalhos domésticos da casa. A piedosa mulher não se acostumava à nova residência e ao clima do país, por isso rezava muito à Virgem Maria. Certo dia resolveu organizar a capela e limpou o quadro da melhor maneira possível, mas não conseguiu saber de que devoção se tratava. Quando soube que era uma antiga pintura de Nossa Senhora do Rosário, pendurou o quadro num lugar de destaque da capela e passou a rezar diante dele. Algum tempo depois, Maria Ramos começou a suplicar à Virgem do Rosário que tivesse a felicidade de identificar o seu vulto naquele quadro, que mais parecia um borrão de tinta. E assim procedia diariamente durante a oração do Rosário. 

Maria Ramos teve as preces atendidas no dia 26 de dezembro de 1586, quando ocorreu o milagre. Ela saia da capela quando uma índia cristã chamou sua atenção para a tela toda iluminada. Elas notaram que as cores do quadro ficaram mais fortes e a pintura voltou a ser nítida outra vez. As duas começaram a gritar felizes por Dona Joana. Então as três mulheres se ajoelharam diante da Virgem do Rosário e louvaram a Deus pela bondosa graça. 

Naquele lugar, em 1608, foi construída uma igreja que se tornou Santuário e em 1812, foi consagrada Basílica dedicada a Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá. Quatro anos depois, na luta da independência da Colômbia, a Virgem recebeu a mais alta patente do Exercito. E com a vitória o próprio Simon Bolívar, o libertador, humildemente foi à Basílica agradecer e depositar sua espada aos pés da Mãe Santíssima. O Papa Pio VII declarou solenemente Padroeira da Colômbia, Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá, em 1829, para ser celebrada no dia 09 de julho. Mas o povo a homenageia também em 26 de dezembro, data do primeiro milagre do quadro. A coroação canônica ocorreu em 1919. 

Em 18 de novembro de 1794, se repetiu o milagre da renovação da imagem dessa invocação, desta vez pintada em madeira, na cidade de Maracaibo, Venezuela. Uma igreja foi erguida no local do prodígio. A fama dos milagres se manteve vigorosa através dos tempos e os venezuelanos passaram a invocar "La Chinita", como amorosamente nomearam a Virgem do Rosário de Maracaibo. Assim, em 18 de novembro de 1942, a Igreja Católica coroou canonicamente a imagem da Padroeira de Maracaibo. Foi a primeira celebração oficial no seu dia. Além disso, a igreja onde se venera a imagem milagrosa venezuelana foi consagrada como: Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá de Maracaibo.

Fonte: Paulinas

Mês do Santo Rosário

Mês do Santo Rosário
Nossa Senhora do Rosário de Chiquinquirá da Colômbia
Ladeada por Santo André Apóstolo e Santo Antônio de Pádua



utubro, o mês das Missões, é o mês em que somos convidados a refletir sobre a atualidade do Santo Rosário em nossa vida cristã. Por isso mesmo, neste mês devemos reforçar a nossa devoção mariana empreendendo a Oração do Rosário em família, em grupos de orações, nos setores pastorais, nas comunidades e nas paróquias. Essa devoção contemplativa faz-nos meditar sobre os mistérios de nossa redenção. É uma oportunidade de chegar às pessoas em todos os lugares e começar ali um grupo católico, embrião de uma futura pequena comunidade. Neste tempo em que tanto falamos de Paróquia como comunidade de comunidades, uma das formas de iniciarmos uma comunidade é através da oração. É claro que os grupos de reflexão, círculos bíblicos e outros tipos de reuniões e celebrações também formam as futuras comunidades, que farão parte da paróquia presente em todo o seu território. São oportunidades que nos ajudam a viver o trabalho pastoral. Mas a Oração do Rosário também precede as celebrações eucarísticas, acompanha-nos nas viagens, nos tempos de reflexão, andando pelos caminhos, nos momentos de alegria ou aflição, fazendo-nos próximos do Senhor que nos conduz e ilumina nossas vidas.

Na Carta Apostólica sobre o “Rosário da Virgem Maria”, o Papa S. João Paulo II nos ensina que: “O Rosário, de fato, ainda que caracterizado pela sua fisionomia mariana, no seu âmago é oração cristológica. Na sobriedade dos seus elementos, concentra a profundidade de toda a mensagem evangélica, da qual é quase um compêndio. Nele ecoa a oração de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da Encarnação redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo cristão frequenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, o crente alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor” (cf. RVM, n. 1). Com isso vemos que essa oração devocional sustentou durante muito tempo a vida cristã católica de nosso povo num passado não muito distante.

João Paulo II nos incentivava a reza do Rosário cotidianamente pelo “fato de este constituir um meio validíssimo para favorecer entre os crentes aquele compromisso de contemplação do mistério cristão que ele propôs na Carta apostólica Novo millennio ineunte como verdadeira e própria pedagogia da santidade: ‘Há necessidade dum cristianismo que se destaque principalmente pela ‘arte da oração’. Enquanto que na cultura contemporânea, mesmo entre tantas contradições, emerge uma nova exigência de espiritualidade, é extremamente urgente que as nossas comunidades cristãs se tornem ‘autênticas escolas de oração". 

"O Rosário situa-se na melhor e mais garantida tradição da contemplação cristã. Desenvolvido no Ocidente, é oração tipicamente meditativa e corresponde, de certo modo, à ‘oração do coração’ ou ‘oração de Jesus’ germinada no húmusdo Oriente cristão” (cf. RVM, n. 5).

O Papa disse que o Rosário é o compêndio dos Santos Evangelhos: o Rosário é um dos percursos tradicionais da oração cristã aplicada à contemplação do rosto de Cristo. Paulo VI assim o descreveu: ‘Oração evangélica, centrada sobre o mistério da Encarnação redentora, o Rosário é, por isso mesmo, uma prece de orientação profundamente cristológica. Na verdade, o seu elemento mais característico – a repetição litânica do ‘Alegra-te, Maria‘ – torna-se também ele louvor incessante a Cristo, objetivo último do anúncio do Anjo e da saudação da mãe do Baptista: ‘Bendito o fruto do teu ventre’ (Lc 1, 42). “Diremos mais ainda: a repetição da Ave Mariaconstitui a urdidura sobre a qual se desenrola a contemplação dos mistérios; aquele Jesus que cada Ave Maria relembra é o mesmo que a sucessão dos mistérios propõe, uma e outra vez, como Filho de Deus e da Virgem Santíssima” (cf. RVM, n. 18).

O Rosário é composto de quatro mistérios: gozosos, dolorosos, gloriosos e da luz. Os mistérios da luz foram acrescidos pelo Papa João Paulo II. Ensina o futuro santo que: “Passando da infância e da vida de Nazaré à vida pública de Jesus, a contemplação leva-nos aos mistérios que se podem chamar, por especial título, ‘mistérios da luz’. Na verdade, todo o mistério de Cristo é luz. Ele é a ‘luz do mundo’ (Jo8, 12). Mas esta dimensão emerge particularmente nos anos da vida pública, quando Ele anuncia o evangelho do Reino. Querendo indicar à comunidade cristã cinco momentos significativos – mistérios luminosos – desta fase da vida de Cristo: 1o no seu Batismo no Jordão, 2o na sua auto-revelação nas bodas de Caná, 3o no seu anúncio do Reino de Deus com o convite à conversão, 4o na sua Transfiguração e, enfim, 5o na instituição da Eucaristia, expressão sacramental do mistério pascal”.

O Santo Rosário “coloca-se ao serviço deste ideal, oferecendo o “segredo” para se abrir mais facilmente a um conhecimento profundo e empenhado de Cristo. Digamos que é o caminho de Maria. É o caminho do exemplo da Virgem de Nazaré, mulher de fé, de silêncio e de escuta. É, ao mesmo tempo, o caminho de uma devoção mariana animada pela certeza da relação indivisível que liga Cristo à sua Mãe Santíssima: os mistérios de Cristo são também, de certo modo, os mistérios da Mãe, mesmo quando não está diretamente envolvida, pelo fato de Ela viver d’Ele e para Ele. Na Ave Maria, apropriando-nos das palavras do Arcanjo Gabriel e de Santa Isabel, sentimo-nos levados a procurar sempre em Maria, nos seus braços e no seu coração, o ‘fruto bendito do seu ventre’ (cf. Lc 1, 42) “(cf. RVM 24).

Vivemos no dia a dia da correria, de uma sociedade desorientada, infelizmente, em tempos tortuosos e agitados. O mundo parece estar cansado. A Virgem Maria continua cantando em nossos corações: “Derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes” (Lc 1,52-53). Entre um mistério e outro repetimos: “Jesus, socorrei principalmente os que mais precisarem”. Por isso, na cidade, ou no campo – religiosos, leigos, bispos, padres, até o Papa – todos têm uma simpatia especial pelo “Terço”, rezado por toda a Igreja, que encontra nele uma maneira prática de estar com Deus. Aqui, os grupos do “terço dos homens” se multiplicam. Agora também com o “terço das mulheres”, além dos vários grupos de espiritualidades marianas. O evento arquidiocesano “Senhora do Rosário” quis reunir em nossa catedral, para uma Oração do Terço, todos os grupos que se empenham comunitariamente em rezá-lo.

Portanto,(...) convido particularmente os jovens, que já sabem rezar o Rosário, que ensinem esta devoção aos outros jovens ou aos seus companheiros e amigos que ainda não experimentaram a riqueza desta oração mariana. Na repetição das orações do Pai Nosso, das Aves Marias e do Glória ao Pai vai criando em nossa mente o filme da vida de Cristo. Assim, rezando o terço, iremos crescer sempre na maior intimidade com a vida do Cristo Redentor.

Que Nossa Senhora do Rosário nos ajude a redescobrir a beleza e a atualidade do Santo Rosário. E peço a todos: rezem nas intenções da igreja, do santo padre, e também por mim e pela nossa Arquidiocese!

D. Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro, RJ

fonte: www.senhoradaguia.org.br

Tags: rosário, santo terço, nossa senhora do rosário, mistérios do rosário

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Atualização do Flos Carmeli - 15 de Agosto Festa da Assunção de Maria e mais...


“Hoje a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à gloria do Céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho....” (Prefácio da Festa).

Em breves e sublimes palavras, a liturgia nos oferece o cerne do mistério que a Igreja contempla e celebra hoje na Solenidade de Nossa Senhora Assunta ao céu. Ela canta a intrínseca e inseparável relação da Virgem Maria com Cristo, morto e ressuscitado e, ao mesmo tempo, com o povo de Deus peregrino na história, e que de Cristo é o corpo vivo. Este povo peregrino fica caminhando na esperança rumo à vinda gloriosa do mesmo Cristo, consolado e fortalecido nas suas tribulações pelo exemplo e a intercessão da Bem-Aventurada Virgem.

«Hoje, a Arca Santa e Viva do Deus Vivo, Aquela cujo seio tinha trazido o Seu próprio Criador, repousa no templo do Senhor, templo não construído pela mão do homem. David, seu antepassado e parente de Deus, dança de alegria (2 Sm 7,14); os Anjos dançam em coro, os Arcanjos aplaudem e as Potestades dos céus cantam a sua glória…»

Santo Padre João Damasceno (cerca de 675-749),
 Monge, Teólogo e Doutor da Igreja


O Padre Modelo - Artigo de S.Exa. Rev. D.Fernando Rifan

O mês de agosto é o mês dos sacerdotes e das vocações, porque nele se celebra o patrono de todos os padres, São João Maria Vianney, o Cura ou Pároco da cidadezinha francesa de Ars, “modelo sem par, para todos os países, do desempenho do ministério e da santidade do ministro”, no dizer de São João Paulo II, paradigma para a nova evangelização.

Nascido de uma família de camponeses católicos e muito caridosos, João Maria tinha sete anos quando o Terror da Revolução Francesa reinava em Paris e os padres eram exilados ou mortos. Recebeu a primeira comunhão aos treze anos, durante o segundo Terror, quando a igreja de sua cidade foi fechada e as tropas revolucionárias atravessavam a paróquia.

 Ler Tudo... 

Santa Edith Stein - Festa 07 de Agosto 


Santa Edith Stein nasceu a 12 de Outubro de 1891, no seio de uma família de judeus. A cidade que a viu nascer chama-se Breslau, na Alemanha. Apaixonadíssima pela busca e conhecimento da verdade, procurou-a com toda a força da sua alma, desde a sua juventude. Não encontrou a verdade, nem na religião judaica nem na filosofia que entretanto estudou e ensinou como professora na Universidade de Gottingen. Um dia, encontrando o Livro da Vida, escrito pela Nossa Santa Madre Teresa de Jesus, exclamou entusiasmada: «Esta é a verdade!», e não parou de ler enquanto não terminou o livro. 

Batizou-se em 1922, tomando o nome de Teresa. Em 1933 entrou no Carmelo da Cidade de Colónia, tomando o nome de Teresa Benedita da Cruz; pois, como dizia, foi Santa Teresa quem a despertou para a Verdade e, em S. João da Cruz, nosso pai, encontrou a perfeita vivência do mistério da Paixão, a razão do seu viver. Imitando-o tomou o nome da Cruz. Ofereceu-se como vítima de Deus, pelo seu povo e pela paz.

Ler Tudo...

15 de Agosto - Assunção de Maria - Uma mulher vestida de sol.


«Segunda Homilia sobre a Dormição»


“Hoje a Virgem Maria, Mãe de Deus, foi elevada à gloria do Céu. Aurora e esplendor da Igreja triunfante, ela é consolo e esperança para o vosso povo ainda em caminho....” (Prefácio da Festa).

Em breves e sublimes palavras, a liturgia nos oferece o cerne do mistério que a Igreja contempla e celebra hoje na Solenidade de Nossa Senhora Assunta ao céu. Ela canta a intrínseca e inseparável relação da Virgem Maria com Cristo, morto e ressuscitado e, ao mesmo tempo, com o povo de Deus peregrino na história, e que de Cristo é o corpo vivo. Este povo peregrino fica caminhando na esperança rumo à vinda gloriosa do mesmo Cristo, consolado e fortalecido nas suas tribulações pelo exemplo e a intercessão da Bem-Aventurada Virgem.

«Hoje, a Arca Santa e Viva do Deus Vivo, Aquela cujo seio tinha trazido o Seu próprio Criador, repousa no templo do Senhor, templo não construído pela mão do homem. David, seu antepassado e parente de Deus, dança de alegria (2 Sm 7,14); os Anjos dançam em coro, os Arcanjos aplaudem e as Potestades dos céus cantam a sua glória…»

Santo Padre João Damasceno (cerca de 675-749),
 Monge, Teólogo e Doutor da Igreja

Ao celebrarmos o mistério da Ressurreição e Ascensão de Jesus Cristo junto ao Pai, já realizado plenamente em Maria, Mãe de Deus e mãe nossa, junto com a Igreja vislumbramos nela a meta do nosso caminho, vivenciado ainda através das provações do deserto da história, fortalecidos, porém, pela esperança da vitória final sobre os sofrimentos e a morte; vitória esta que já resplandece na história e no rosto de Maria Assunta.

“Cristo Jesus subiu aos céus e preparou, no reino eterno, um lugar para sua mãe, a Santa Virgem, aleluia”: canta a Antífona das Primeiras Vésperas da Solenidade. Cristo Jesus, ressuscitado dos mortos “como primícias dos que morreram” (1 Cor 15,20 – primeira leitura), cumpre primeiro em sua mãe a sua páscoa, que é também o destino e a meta de todos os membros do seu corpo. A Leitura breve das Primeiras Vésperas, introduz a solenidade com as palavras do apóstolo na carta aos Romanos e que evidenciam como, no plano de Deus, a meta do caminho está potencialmente já inserida no primeiro passo do próprio caminho da salvação: 

“Aqueles que Deus predestinou, também os chamou; e aos que chamou, também os tornou justos; e aos que tornou justos, também os glorificou” (Rm 8,30 ).


Na carta aos Efésios Paulo sublinha com vigor o dinamismo da ressurreição participada em Cristo: “Deus manifestou sua força em Cristo, quando o ressuscitou dos mortos e o fez assentar à sua direita nos céus... Com ele nos ressuscitou e nos fez assentar nos céus, em Cristo Jesus, a fim de mostrar nos tempos vindouros a extraordinária riqueza da sua graça, pela sua bondade para conosco” (Ef 1,20.2, 6-7).

Maria, por primeiro, foi assunta por graça ao céu em alma e corpo, na integridade da sua pessoa, superando os laços da morte, no exemplo e em solidariedade a seu filho, Jesus ressuscitado. Ela nos antecipou ao chegar à meta; tornou-se, de tal modo, sinal certo do caminho a percorrer e do objetivo a alcançar que nos é prometido por graça.

O vidente do apocalipse, com seu olhar profético, antecipa na luz da fé o futuro do povo de Deus e orienta nossos passos para aquela meta: “Abriu-se o templo de Deus que está no céu e apareceu no templo a arca da aliança.... Então apareceu no céu um grande sinal: 

"Uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas”(Ap. 11,19a; 12.1)."

A visão profética deixa vislumbrar aquilo que na experiência sofrida do dia a dia daqueles que acreditam no Senhor e o seguem, fica escondido e constitui um desafio sempre novo à fé e à esperança de seus seguidores. Em Cristo morto e ressuscitado, que é o verdadeiro templo de Deus (cf Jo, 2, 21-22), foi inaugurada a aliança nova e definitiva. A “arca”, guardada no segredo, na tenda de Moisés e no templo de Salomão em Jerusalém, como símbolo da aliança, agora se torna visível, no céu. A liturgia identifica a arca com Maria, pois ela guarda em si mesma e revela ao mundo a aliança vivente que é o próprio Cristo.

A “arca da aliança”, no Antigo Testamento simbolizava o compromisso de Deus em favor do seu povo, a presença fiel com a qual ele o acompanhava em todas as suas aventuras, alegres e tristes. Continha também as indicações de vida (as duas tábuas da Lei), que o povo devia seguir para responder de maneira digna à sua vocação de povo escolhido e chamado à liberdade.

Lucas, no evangelho de hoje, descreve a visita de Maria à sua prima Isabel nos mesmos termos de festa e alegria com os quais a arca de Deus foi acolhida por parte do rei Davi na cidade de Jerusalém, que se torna daquele momento em diante a “cidade santa”, a “cidade do Senhor” (2 Sam 6). Maria é a verdadeira arca da aliança enquanto, depois de ter recebido na fé e gerado na carne o filho de Deus (São Leão Magno), o apresenta ao mundo novo dos simples de coração, como o menino João, que reage dançando de alegria ao aproximar-se de Jesus, ainda escondido no ventre de sua mãe.

Os cantos de agradecimentos e de louvor de Isabel e de Maria interpretam não somente os sentimentos das duas mães, fecundas por graça, mas também a alma profunda de toda a história renovada. Esta presença do Senhor no meio do seu povo o sustenta em seu caminho e no seu combate.

No céu aparece o segundo grande sinal: “uma mulher vestida de sol, tendo a lua debaixo dos pés e, sobre a cabeça, uma coroa de doze estrelas”. A mulher no seu esplendor de luz, aparece já capaz de dominar as mutabilidades da história, simbolizadas pela lua posta debaixo dos pés. Mas ela se encontra ao mesmo tempo na condição de extrema fragilidade, pelo fato de estar grávida e estar nas dores do parto. Diante dela se posiciona o dragão com a intenção de devorar o filho que está para nascer. Ele porém, será posto a salvo junto de Deus, e a mulher acolhida no deserto, como Israel no seu caminho para a terra prometida.

A tradição da Igreja, desde os Padres dos primeiros séculos, reconhece no símbolo desta mulher, gloriosa e frágil ao mesmo tempo, as etapas de realização da mesma e única Palavra de Deus que cumpre seu dinamismo ao longo da história da salvação. Nela vislumbra a comunidade de Israel da qual nasce o messias; a Igreja que gera o Cristo em cada cristão pela pregação do evangelho e pela fé; enfim, vê também Maria que acolhe Cristo na sua fé e o gera segundo a carne.

No contexto da celebração da Solenidade de Maria Assunta ao céu, o texto hoje proclamado nos orienta a contemplar em conjunto a experiência de Maria e o caminho de fé da Igreja e de cada cristão e cristã.

A Igreja celebra a Virgem Maria como a “Mãe de Deus” e do seu unigênito Jesus Cristo, por ter dado ao Verbo de Deus sua própria carne. Hoje aquela mesma carne é glorificada e acolhida na plenitude da vida de Deus. Quando confessamos na fé que Maria foi Assunta junto de Deus em alma e corpo, falamos da integridade da sua pessoa, com todos seus sentimentos e sua existência humana de mulher. Ela viveu deixando-se guiar em plena obediência e liberdade de amor pelo Espírito, que a tornou fecunda da vida mesma de Deus.

O cântico do “Magnificat”, centro do evangelho de hoje, constitui o reconhecimento humilde e alegre por parte de Maria das maravilhas cumpridas por Deus na sua vida pessoal, e ainda mais na história do seu povo e em prol da inteira família humana.

A obra mais maravilhosa cumprida pelo Pai, e objeto da contemplação de hoje, porém, é a própria Maria. Seu primeiro “sim”, expressão de fé incondicionada ao surpreendente anúncio do anjo em Nazaré, desemboca no “sim”, pronunciado no grito silencioso da alma transpassada pela espada da dor, aos pés da cruz. De Nazaré ao calvário, ela acompanhou com renovada entrega de si mesma o caminho do Filho, guardando no seu coração sem entender, o que acontecia, e sempre confiando na fidelidade de Deus às suas promessas. 

“Eles, porém, não compreenderam a palavra que ele lhes dissera... Sua mãe, porém, conservava a lembrança de todos estes fatos em seu coração” (cf Lc 2, 50.51).

Enquanto contempla e celebra em Maria esta obra maravilhosa de Deus, a Igreja reconhece nela seu próprio inicio e modelo, pela fé e o amor com os quais ela consentiu ao chamado de Deus, chamado que a conduziu até a plenitude do reino no céu.

A constituição Lumen Gentium (Conc. V. II) , que trata do mistério da Igreja, da sua identidade e da sua missão, dedica o inteiro capítulo oitavo à Bem-Aventurada Virgem Maria no mistério de Cristo e da Igreja. O dogma da assunção de Maria ao céu em corpo e alma foi definido em maneira explícita pelo papa Pio XII no ano 1950, mas ele estava enraizado na tradição espiritual da Igreja e no culto dos fiéis, desde os primeiros séculos. Renovando e enriquecendo o ensino dos Padres da Igreja e da sua tradição secular à luz do dogma, o Concílio oferece à inteligência espiritual da Igreja e à piedade dos fiéis novos horizontes, que nos fazem descobrir ainda melhor o lugar privilegiado de Maria no mistério de Cristo e da Igreja e o grande dom que ela constitui na vida de cada um de nós.

O Concílio destaca esta profunda proximidade de Maria com a experiência humana e espiritual do inteiro povo de Deus, apresentando-a como “mãe da igreja”. Pela profunda unidade com todos os membros da Igreja, Maria “é saudada também como membro super-eminente e de todo singular da Igreja, como seu tipo e modelo excelente na fé e na caridade. E a Igreja católica, instruída pelo Espírito Santo, honra-a com afeto de piedade filial como mãe amantíssima” ( LG 53).

Partilhando a mesma sorte de combate e de graça, o povo cristão, com o instinto profundo da fé, desde sempre tem sentido a Virgem Maria como sua intercessora junto do Pai e do seu Filho unigênito.

O grande horizonte teológico delineado pelo Concílio com suas reflexões sobre a Virgem Maria no mistério de Cristo e da Igreja, e as riquezas espirituais oferecidas pela liturgia das variadas festas marianas, constituem uma preciosa oportunidade para renovar e valorizar os tesouros de autêntica devoção, que o povo de Deus tem criado e guardado ao longo dos séculos, sobretudo na América Latina e no Brasil.

Como o batismo, que nos conforma ao Cristo morto e ressuscitado, nos impele a viver na terra com a tensão da vida plena em Deus, assim, ao celebrarmos a elevação à gloria do céu da Virgem Maria, mãe do filho de Deus, pedimos ao Senhor com a Igreja:“dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de participarmos da sua glória” (Oração do dia).

Autor : Dom Emanuele Bargellini, Prior do Mosteiro da Transfiguração - Doutor em liturgia pelo Pontificio Ateneo Santo Anselmo(Roma)

Leituras: Ap 11, 19a; 12, 1.3a.10 - 1 Cor 15, 20-27a – Lc 1, 39-56

fonte: http://wwww.ordemterceiradocarmose.com.br/

Agosto - Mês das Vocações


 Dom Fernando Arêas Rifan* 

O mês de agosto é o mês dos sacerdotes e das vocações, porque nele se celebra o patrono de todos os padres, São João Maria Vianney, o Cura ou Pároco da cidadezinha francesa de Ars, “modelo sem par, para todos os países, do desempenho do ministério e da santidade do ministro”, no dizer de São João Paulo II, paradigma para a nova evangelização.

Nascido de uma família de camponeses católicos e muito caridosos, João Maria tinha sete anos quando o Terror da Revolução Francesa reinava em Paris e os padres eram exilados ou mortos. Recebeu a primeira comunhão aos treze anos, durante o segundo Terror, quando a igreja de sua cidade foi fechada e as tropas revolucionárias atravessavam a paróquia. O governo revolucionário estabeleceu a constituição civil do clero e só os padres que faziam esse juramento cismático eram conservados nos cargos. Os outros padres, fiéis à Igreja e que não aceitavam aquele cisma, eram perseguidos, mas atendiam secretamente os fiéis nos paióis das fazendas. Foi a visão desses heróis da fé que fez surgir no jovem Vianney a sua vocação sacerdotal. Candidato, pois, ao heroísmo e à cruz no ministério.

Enfrentou dificuldades no Seminário, donde chegou a ser despedido por incapacidade nos estudos, teve problemas com o serviço militar, conseguiu, porém, aos vinte e nove anos, ser ordenado sacerdote, mas sem permissão para ouvir confissões. Após três anos, foi enviado a uma pequeníssima paróquia, Ars, onde permaneceu durante 42 anos, até o fim da sua vida.

“Há pouco amor de Deus nessa paróquia”, disse-lhe o Vigário Geral ao nomeá-lo, “Vossa Reverendíssima procurará colocá-lo lá”. De fato, Ars, nesse período pós Revolução Francesa, estava esquecida de Deus: pouca frequência às Missas, trabalho contínuo nos domingos, bailes, blasfêmias, etc. O Pe. Vianney começou com penitências e orações próprias. Pregação e catequese contínuas, visitas às famílias e caridade para com os pobres. A Igreja foi se enchendo. Ouvia confissões desde a madrugada até a noite. Peregrinos de toda a França acorriam a Ars, chegando a cem mil por ano. Suas pregações eram assistidas por bispos e cardeais. Seu catecismo era ouvido por grandes pregadores que ali vinham aprender com tanta sabedoria. Morreu aos 74 anos, esgotado pelas penitências e trabalhos apostólicos no ministério sacerdotal. Dizia esse herói da Fé: “É belo morrer depois de ter vivido na cruz”.

Por que razão a Igreja escolheu este santo tão simples para patrono dos padres? Porque sua vida demonstra a nulidade humana e a grandeza do poder de Deus. Para que aprendamos que não são nossos dotes e qualidades humanas que salvam as almas: Deus é que é o protagonista de toda ação pastoral. Por isso também o escolhemos para patrono de nossa União Sacerdotal, transformada pela Santa Sé em Administração Apostólica.

Que todos os fiéis, os grandes interessados, rezem pelos nossos sacerdotes e seminaristas, para que eles imitem a humildade, pobreza, retidão, zelo e fidelidade desse grande herói do ministério sacerdotal, que tanto honrou o sacerdócio paroquial e a Igreja de Cristo.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

http://domfernandorifan.blogspot.com.br/



sábado, 15 de julho de 2017

15 de Julho - Novena de Nossa Senhora do Carmo - 9o. Dia



9º Dia
Tema: “Porque o Poderoso fez em mim grandes coisas” (Lc 1,49)

Maria abriu seu coração ao Pai. Por isso, Deus pôde nela fazer maravilhas que encantam e a fazem proclamar “O Poderoso fez em mim grandes coisas”.

Súplica à Santíssima Virgem Maria

O verdadeiro devoto de Nossa Senhora torna-se discípulo de Jesus. Nossa devoção a Maria deve ser expressão do nosso amor e da nossa confiança em seu filho Jesus, Caminho, Verdade e Vida. Supliquemos a Deus, por intermédio de Nossa Senhora do Carmo:

Por nossas necessidades pessoais (suas intenções); 

Oração a Nossa Senhora do Carmo 

Bendita e Imaculada Virgem Maria, beleza e glória do Carmelo! Vós que tratais com especial bondade especial os que trazem o vosso amantíssimo hábito, olhai para mim benignamente e cobri-me com o manto de vossa maternal proteção. Fortificai minha fraqueza com vosso poder, iluminai as trevas do meu espírito com a vossa sabedoria, aumentai em mim a fé, a esperança e a caridade. Ornai minha alma com graças e as virtudes que a façam agradável ao vosso divino Filho. Assisti-me durante a vida, consolai-me na hora da morte com a vossa amável presença. Apresentai-me à Santíssisma Trindade, como vosso filho e servo dedicado, para vos louvar e bendizer eternamente no paraíso. Assim seja. 

Mãe e Esplendor do Carmelo, rogai por nós. Amém.

AVE MARIA (3 vezes)

Reflexão

Subida ao Monte Carmelo
S.João da Cruz


"Modo para chegar ao Tudo para chegares ao que não sabes, hás de ir por onde não sabes. Para chegares ao que não gozas, hás de ir por onde não gozas. Para vires ao que não possuis, hás de ir por onde não possuis. Para vires a ser o que não és, hás de ir por onde não és. 

Modo de possuir tudo para vires a saber Tudo, não queiras saber coisa alguma. Para vires a gozar tudo, não queiras gozar coisa alguma. Para vires a possuir tudo, não queiras possuir coisa alguma. Para vires a ser tudo, não queiras ser coisa alguma. 

Modo para não impedir o tudo quando reparas em alguma coisa, Deixas-te de arrojar-te ao tudo. Porque para vires de todo ao tudo, hás de deixar de todo só tudo. E quando vieres a tudo ter, hás de tê-lo sem nada querer. Porque se queres ter algo em tudo, não tens puro em Deus teu tesouro. 

Indício de que se tem tudo nesta desnudez acha o espírito sua quietação e descanso, porque, nada cobiçado, nada o impele para cima e nada o oprime para baixo, porque está no centro de sua humildade; pois quando cobiça alguma coisa nisto mesmo se fadiga."




Atualizações do Flos Carmeli


Quarta Feira - 12 de Julho - Nossa Senhora do Carmo e suas Figuras da Criação 


No próximo  dia 16, celebraremos a festa de Nossa Senhora do Carmo. Em nossa cidade de Campos, esta festa é celebrada com muita devoção na Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo. Um dos títulos com que os carmelitas e os fiéis em geral chamam a Nossa Senhora é do “Flor da Carmelo”, Virgo Flos Carmeli. Antes de falarmos desta Flor, falemos um pouco do Carmelo. Carmelo quer dizer vinha de Deus ou jardim (continua...)





São Luís Martin e Santa Zélia Guérin, pais de Santa Teresa de Lisieux, foram o primeiro casal a ser canonizado em uma mesma cerimônia na história da Igreja“Os santos esposos (...) viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações das filhas, nomeadamente a de Santa Teresinha do Menino Jesus”, disse o Papa Francisco em 18 de outubro de 2015, durante a Missa de canonização.. (continua)



A situação do Brasil, em especial no Estado do Rio de Janeiro, está calamitosa, pela violência que se espalha vertiginosamente, pela difícil situação econômica, pela instabilidade e desordem social e pela falta de credibilidade nos poderes públicos. Sem soluções humanas em vista, nós, os Bispos do Estado do Rio de Janeiro, estamos convocando os fiéis católicos para uma intensa jornada de oração pela paz. De 3 a 14 de julho, rezaremos o Terço do Rosário de Nossa Senhora, Rainha da Paz (continua...)


"Cristo, esse louco de amor, me fez louca também”, dizia Santa Teresa dos Andes, jovem carmelita descalça que buscava estar sempre em comunhão com Jesus. Faleceu ainda nova, aos 19 anos, e tornou-se modelo de santidade principalmente para a juventude latino-americana, da qual é padroeira. (continua...)






Siga o  Flos Carmeli
Compartilhe !



tags: Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Monte Carmelo, Leigos Carmelitas,Santos Carmelitas, Dom Fernando Rifan, Terceiros Carmelitas, Ordem Terceira do Carmo, Carmo, Carmelo,Novena do Carmo, Escapulário...
atualizado por :https://www.flordocarmelo.com

sexta-feira, 14 de julho de 2017

14 de Julho - 8o. Dia da Novena do Carmo / Atualizações do Flos Carmeli


 


8o. Dia da Novena 

Tema: “Todas as gerações me chamarão de bendita” (Lc 1,48) Maria,

 mulher amada de Deus, mulher bendita entre todas a mulheres, 
nos trouxe a vida em abundancia: Jesus 

Súplica à Santíssima Virgem Maria O verdadeiro devoto de Nossa Senhora


Atualizações do Flos Carmeli


Quarta Feira - 12 de Julho - Nossa Senhora do Carmo e suas Figuras da Criação 


No próximo  dia 16, celebraremos a festa de Nossa Senhora do Carmo. Em nossa cidade de Campos, esta festa é celebrada com muita devoção na Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo.

Um dos títulos com que os carmelitas e os fiéis em geral chamam a Nossa Senhora é do “Flor da Carmelo”, Virgo Flos Carmeli.

Antes de falarmos desta Flor, falemos um pouco do Carmelo. Carmelo quer dizer vinha de Deus ou jardim(...)





São Luís Martin e Santa Zélia Guérin, pais de Santa Teresa de Lisieux, foram o primeiro casal a ser canonizado em uma mesma cerimônia na história da Igreja.


“Os santos esposos (...) viveram o serviço cristão na família, construindo dia após dia um ambiente cheio de fé e amor; e, neste clima, germinaram as vocações das filhas, nomeadamente a de Santa Teresinha do Menino Jesus”, disse o Papa Francisco em 18 de outubro de 2015, durante a Missa de canonização.

A família, depois de dezenove anos de matrimônio, diante da crise econômica que afligia a França, querendo garantir o bem-estar e o futuro a seus filhos, encontrou a força para deixar a cidade francesa de Alençon e se mudar para Lisieux.


Luís Martin trabalhou como relojoeiro e joalheiro e Zélia Guérin como pequena empresária de uma oficina de bordado. Junto com suas cinco filhas, deram seu tempo e seu dinheiro a fim de ajudar os mais necessitados. (continua)



A situação do Brasil, em especial no Estado do Rio de Janeiro, está calamitosa, pela violência que se espalha vertiginosamente, pela difícil situação econômica, pela instabilidade e desordem social e pela falta de credibilidade nos poderes públicos. Sem soluções humanas em vista, nós, os Bispos do Estado do Rio de Janeiro, estamos convocando os fiéis católicos para uma intensa jornada de oração pela paz. De 3 a 14 de julho, rezaremos o Terço do Rosário de Nossa Senhora, Rainha da Paz, em praça pública, em 10 cidades diferentes, sempre às 11 h. Em Campos, a Diocese de Campos e a Administração Apostólica São João Maria Vianney se unirão na Praça do Santíssimo Salvador, no dia 13 próximo, amanhã, portanto, às 11 h. Você é nosso convidado. Estaremos implorando o socorro do Céu, por intercessão da Santíssima Virgem Maria, tanto mais que estamos na novena em preparação para a sua festa, sob o título de Nossa Senhora do Carmo, que celebraremos no próximo domingo, dia 16 de julho (continua...)


"Cristo, esse louco de amor, me fez louca também”, dizia Santa Teresa dos Andes, jovem carmelita descalça que buscava estar sempre em comunhão com Jesus. Faleceu ainda nova, aos 19 anos, e tornou-se modelo de santidade principalmente para a juventude latino-americana, da qual é padroeira.

Nascida em 13 de julho de 1900, em Santiago, no Chile, recebeu o nome Joana Fernandez Solar. Seus pais, Miguel e Lúcia, a educaram em um ambiente cristão. Aos seis anos passou a participar da Missa quase diariamente ao lado de sua mãe. Essa vivência nutriu no coração da menina o grande desejo de receber a primeira comunhão, o que aconteceu em 1910. A partir de então, procurava comungar todos os dias e gostava de passar longos momentos em um íntimo diálogo com Jesus.(continua...)

Visite a Comunidade Flos Carmeli
Compartilhe !



tags: Nossa Senhora do Carmo, Nossa Senhora do Monte Carmelo, Leigos Carmelitas,Santos Carmelitas, Dom Fernando Rifan, Terceiros Carmelitas, Ordem Terceira do Carmo, Carmo, Carmelo,Novena do Carmo, Escapulário...
atualizado por :https://www.flordocarmelo.com

Deixe aqui o seu Comentário